Painel · 01

Painel

Uma tela para formar opinião. O detalhe de cada bloco está nos slides abaixo. Cotações às 14:45.

VariávelÚltimoMín 12 mMáx 12 m1 d5 dMTDYTD12 mJanela
Ibovespa207.610144.085209.067+1,23%+0,35%+11,41%+28,85%+43,67%—
S&P 5007.7606.3447.819+0,21%-0,58%+1,42%+13,36%+15,22%—
USD/BRL5,024,915,59-0,63%+0,74%-3,03%-8,29%-6,46%—
Brent (US$/bbl)108,7058,92118,35-0,78%+2,85%+4,99%+78,64%+78,17%—
VIX (CBOE, S&P 500 30 d)17,5013,4731,05-5,10%+14,60%+7,10%+17,06%-4,00%—
Treasury 10 anos5,12%3,95%5,31%-0,02 p.p.-0,10 p.p.-0,17 p.p.+0,96 p.p.+1,13 p.p.—
Pré 10 anos (Tesouro)14,16%13,18%14,88%+0,06 p.p.-0,03 p.p.-0,40 p.p.+0,40 p.p.+0,52 p.p.—
DI 10 anos (MT5)12,73%12,38%14,85%-0,14 p.p.+0,11 p.p.-1,25 p.p.-0,75 p.p.-0,95 p.p.—
DI 1 ano (MT5)12,80%12,56%14,77%-0,07 p.p.+0,01 p.p.-0,78 p.p.-0,99 p.p.-1,16 p.p.—
Juro real 10 anos (DAP)6,68%6,57%8,08%-0,09 p.p.+0,04 p.p.-0,72 p.p.-0,59 p.p.-0,97 p.p.—
Juro real 5 anos (DAP)6,80%6,69%8,66%-0,09 p.p.+0,02 p.p.-0,82 p.p.-0,86 p.p.-1,18 p.p.—
NTN-B 2035 (real)6,82%6,82%8,24%-0,78 p.p.-0,73 p.p.-0,78 p.p.-0,52 p.p.-0,90 p.p.—

Setores do Ibovespa · variação (peso atual)

clique no setor para ver os papéis
calculando…
preço
Ibovespa · a janela escolhida (ou o ponto clicado) define a decomposição ao lado e a janela dos outros gráficos0100.000200.0001995199719992001200320052007200920112013201520172019202120232025207.610
Volume financeiro diário · toda a B3 à vista, sem o exercício de opções de índice (R$ bi) e média de 21 pregões · 19/10: R$ 29,2 bi, 0,76x a média50,0100,02020202120222023202420252026R$ 38,7 biR$ 29,2 bi

Decomposição por setor

calculando…

Quem puxou, quem segurou

calculando…
Juro nominal 10 anos (Tesouro, vértice constante)10,0015,00201120152019202314,16%
DI 10 anos e 1 ano (MT5; vértices de prazo constante, flat-forward)10,0012,0014,002023202512,80%12,73%
Juro real 10 e 5 anos (DAP, MT5; vértices de prazo constante, flat-forward)6,008,00202320256,80%6,68%
Treasury 10 anos (%)0,005,0010,0015,0019821994200620185,12%
Prêmio de juro real: NTN-B 2035 − TIPS 10 anos (p.p.)4,006,002014201820222026média 5,04,08 p.p.
preço
USD/BRL (PTAX venda; último ponto intraday)2,004,006,0020012008201520225,02
Brent à vista (US$/bbl)50,0100,0150,02011201520192023US$ 108,7
Curva futura do Brent (US$/bbl; contratos/dia no tooltip)80,0100,020272028à vistaUS$ 78,3US$ 73,7
Fluxo por investidor na janela (R$ mi; parte de zero)-50.000050.000novjan/26marmaijulset47.826 mi4.092 mi532 mi-166 mi-52.284 mi
ativo
RDOR3 · fechamento (R$)20,0040,0060,0080,00202220242026R$ 44,39
Curva de Treasuries (% a.a.) em 19/10 · Δ 1 mês, bps: 2a +1 · 10a +14 · 30a +14 · 2s10s +38 bpshoje (19/10/26)1 semana (09/10/26)1 mês (18/09/26)1 ano (17/10/25)4,05,01m3m6m1a2a3a5a7a10a20a30a4,114,774,945,155,48
Curva DI (MT5, contratos líquidos) vs pregão anterior e ANBIMA (pré) · Δ bps: 1a -7 · 2a -9 · 5a -13 · 10a -1412,5013,0013,5014,00202820292030203120322033203420352036203714,09%13,08%12,87%12,84%12,73%
Curva de juro real (DAP = cupom de IPCA, MT5) vs pregão anterior e ANBIMA (IPCA+) · Δ bps: 2a -10 · 5a -9 · 10a -9 · 20a -46,007,0020302033203620392042204520482051205420577,06%6,72%6,67%6,52%6,52%

Macro · realizado × Focus × BCB (2026 e 2027)

IndicadorRealizadoFocusΔ 4 semBCB
IPCA 20264,58%4,99%-0,015,20%
IPCA 20274,31%+0,033,90%
Selic 202613,75%13,50%-0,25—
Selic 202712,00%0,00—
PIB 20262,3%1,9%-0,061,8%
PIB 20271,4%-0,091,4%
Câmbio 20265,065,200,00—
Câmbio 20275,28-0,02—

BCB · cenário de referência, RPM a RPM (até set/26)

dez/25mar/26jun/26set/26
IPCA acumulado em 4 trimestres projetado em cada RPM (%)3,04,05,020252026202720282029meta 3%teto 4,5%3,1%3,0%
Cenário de referênciadez/25mar/26jun/26set/26Δ último
IPCA 4T263,5%3,9%5,2%5,2%0,0 p.p.
IPCA 4T273,1%3,3%3,7%3,9%+0,2 p.p.
IPCA 1T28 (horizonte relevante)3,0%3,2%3,2%3,2%0,0 p.p.
IPCA 4T28——3,1%3,1%0,0 p.p.
Prob. IPCA acima do teto em 4T2623%30%79%90%+11 p.p.
Selic fim-26 usada (Focus)—12,25%13,75%13,75%0,00 p.p.
Selic fim-27 usada (Focus)—10,50%12,00%12,00%0,00 p.p.
Câmbio de partida (R$/US$)5,355,205,105,15+0,05
PIB 20261,6%1,6%2,0%1,8%-0,2 p.p.
2026 estável em 5,2%; 2027 sobe 0,2 a 0,5 p.p. (clima e petróleo); horizonte relevante (1T28) mantido em 3,2%. Histórico desde jun/22 em BCB · cenário RPM a RPM.

Cobertura

PapelPreçoDia20 dVol. R$ (× méd. 20 d)P/L 2026 meu / cons.Upside meu / cons.
RDOR344,39+2,4%+19,2%425 mi (1,1x)— / 20,2x— / +11,6%
SAUD315,48+2,8%+6,5%90 mi (0,8x)— / 10,2x— / +16,7%

Sinais

  • Inflação: Focus 2026 em 4,99% (-0,01 em 4 sem); 2027 em 4,31%, acima da meta de 3%.
  • BCB vs mercado: Copom projeta IPCA 2027 em 3,9% contra 4,31% do Focus: aposta em devolução dos choques que o mercado não compra.
  • Juros: Selic 13,75%; Focus vê 13,50% no fim de 2026 e 12,00% em 2027. Trajetória: R7/26 13,50 · R8/26 13,50 · R1/27 13,50 · R2/27 13,25 · R3/27 13,00 · R4/27 13,00.
  • Juro real: NTN-B 2035 a 6,82%, +0,94 p.p. contra a média desde 2006. Prêmio sobre o TIPS de 10 anos: 4,1 p.p. (-0,9 vs média de 5,0).
  • Bolsa: Ibovespa +12,1% em 1 mês e +46,5% em 12 meses, -0,7% do máximo histórico.
  • Câmbio: PTAX 5,06 contra 5,20 esperado para o fim de 2026 pelo Focus.
  • Volume: R$ 21,6 bi nos papéis do Ibovespa, 0,72x a média de 21 pregões; anormal em MRVE3 (1,9x), MBRF3 (1,8x), FLRY3 (1,7x).
  • Fora do padrão (14:45): TAEE11 oscilação +3,4% = 2,4σ (α +2,5% = 2,3σ, β 0,6); POMO4 oscilação +6,2% = 2,2σ (α +4,7% = 2,1σ, β 1,1); GOAU4 volume 2,0× a média (projetado). ver todos
  • Valuation: Ibovespa a 9,5x P/L 12m à frente (ex-Petro e Vale 12,2x), +1,2x desde 25/08; revisões de lucro (1 mês): Imobiliário corte pontual (-8,5%, ↓3 ↑1 de 8). ver valuation
  • RDOR3 a 20,2x P/L 2026 do consenso (8 analistas), upside +11,6% para R$ 49,55; consenso de lucro -1,1% desde 09/24.
  • SAUD3 a 10,2x P/L 2026 do consenso (6 analistas), upside +16,7% para R$ 18,06.
  • RDOR3: segue no Brazil 10SIM do BTG Pactual (10/26) com 10%, upside 51% e P/L 16,8x 2026E. ver carteira

Opinião · 2026-09-25

Escreva em opiniao.json (macro, juros, câmbio, bolsa e um campo por papel). Aparece aqui, datado.

Movimentos recentes

PapelPreçoDia5 d20 d
ENEV332,25+2,7%+2,9%+15,3%
PRIO369,76-1,7%+4,5%+14,3%
NVDA217,46+0,2%-4,8%-5,0%
NU15,30+5,5%-1,8%+8,1%
NTN-B 2035, 1 ano (% real)6,82%8,246,82
Atualizações:cotações universo 10/20 12:55B3 COTAHIST 10/20 12:42Focus 09/28 15:44SGS mensais 10/20 12:35Tesouro NTN-B 10/20 12:46RPM set/202601
Trades · 01

Trades executados · book

Posições reais da corretora marcadas a mercado às 14:45 (vigia): resultado por trade, book comprado × vendido, e o book contra CDI e Ibovespa no mesmo intervalo.

Resultado do book
R$ +11.486
+5,27% do bruto · 6 trades abertos
Resultado do dia
R$ +2.402
+1,10% do bruto · contra o fechamento anterior
Comprado
R$ 135,1 mil
resultado R$ +11.678
Vendido
R$ 82,7 mil
resultado R$ -191
Exposição líquida
R$ +52,5 mil
bruto R$ 217,8 mil
Referência desde 25/09
+0,87% CDI
Ibovespa +12,9%
Book acumulado, retornos diários encadeados (%)0,0010,00outzero12,85%7,61%0,87%
Ganho do dia por papel (R$) · a mercado, contra o fechamento anterior-2.000-1.00001.000XPBR311.986EZTC31.760ROXO341.060ENEV3800CYRE3-1.404B3SA3-1.800
Cada trade desde a entrada (%, vendido com sinal invertido)-10,00,010,0outzero17,6%9,7%6,8%3,9%0,4%-0,8%
PapelLadoEntradaQtdPMPreçoDia · R$Desde a entradaR$PesoMúltiplo 12m
ENEV3Enevacomprado25/09 est.1.00027,3832,2014:45+2,55%+800+17,59%+4.81712,6%13,4xEV/EBITDA 12m
XPBR31XP Inccomprado05/10300147,81157,8414:45+4,38%+1.986+6,78%+3.00820,4%12,9xP/E 12m
ROXO34Nubankcomprado25/09 est.2.00011,6612,7914:45+4,32%+1.060+9,73%+2.26810,7%14,7xP/E 12m
EZTC3EZTECcomprado05/102.20018,2318,9514:45+4,41%+1.760+3,95%+1.58418,4%1,00xP/B
CYRE3Cyrelavendido05/101.20033,9533,8214:45-3,58%-1.404+0,40%+16218,7%1,32xP/B
B3SA3B3vendido05/101.80023,3023,5014:45-4,44%-1.800-0,84%-35319,3%18,1xP/E 12m
Arquivo manual trades.json (preço médio e quantidade da corretora). Preço: vigia (MT5) no pregão, COTAHIST no fechamento. Retorno por trade = resultado ÷ notional de entrada; book = retornos diários encadeados sobre o valor das posições (trade novo entra em zero). Vendido com sinal invertido. 'est.' = data de entrada inferida pelo fechamento. Múltiplos 12 meses: lucro/EBITDA 2026 e 2027 das casas (BTG Stock Guide) interpolados por dias até 31/12, com o preço de tela e o dólar do vigia; P/B com o PL do último ITR. Sem custos, proventos ou aluguel.01
Opinião qualificada · 02

Consenso e discordância entre as casas

O que as cartas mais recentes dizem sobre os mesmos temas, lado a lado. Cartas de agosto/26 (Genoa, Verde, K10, Zeta, Legacy, Squadra 1S26, SPX via informe BB + Substack) e setembro/26 (Opportunity).

comprado / aplicado · vendido / tomado · zerado / neutro · tático / reduzindo
TemaOpportunityGenoaVerdeK10ZetaLegacySPXLeitura
Bolsa Brasil
consenso
seletiva, hedge em índiceArpa 95% líquidoopções, aumentou agoadicionou em agocomprado + valor relativorisco-retorno melhor (ago)relativos; dez/24 'já precifica'Seis de seis compradas, Squadra e Dynamo por mandato. Verde e Opportunity via opções ou com hedge: posição lotada, mas com seguro.
Juros Brasil (DI)
maioria
viés aplicador, intermediárioBC corta mais que o mercadosem direcionalaumentou curto em jul/agoreduziu em mai e agoaplicado desde jun/25sem direcional (abr/25); Selic 13,50 fim/26Quatro aplicadas. Genoa aplica porque lê o BC como leniente, não por convicção na inflação; Zeta reduz porque os núcleos são incompatíveis com a meta.
Juro real (NTN-B)
dividido
estrutural desde dez/25—zerou nos leilões (mar)aposta eleitoralmantém, reduziu em agoaplicado real + nominal—Opportunity, K10 e Legacy carregam NTN-B como a tese da alternância; a Verde saiu em março e prefere opções de bolsa para a mesma assimetria.
Real (BRL)
maioria
vendido USDBRL via opçõesdetratora em agozerou em maiocomprado (tático)aumentou em agocesta de carrymoedas relativas EM x DMComprado na maioria, mas a tese diverge: K10 espera câmbio MAIS depreciado no ajuste fiscal (juro baixo + fiscal restritivo); Genoa espera apreciação com a oposição eleita.
Juros EUA (curto)
consenso
tomadotomado, Fed sobeaplicado em juro REALtomado curto (ago)zerou tomados em junFed +25-50 no 2SFed +25 set e +25 (cenário)Quatro casas esperam o Fed subindo com Warsh. A Verde está na contramão: comprada em TIPS (juro real), apostando que a inflação persiste mais que o juro.
Juros longos globais
discordância
capex de IA via dívida pressiona—fiscal + IA; repressão financeirasem prêmio de solvência; sem posição—fiscal + competição por capitalcompetição por capital (Substack)Diagnóstico oposto: Verde, Legacy, Opportunity e SPX (Substack: 'competição pelo próximo dólar de capital') veem term premium estrutural (déficits e capex de IA); K10 testou as hipóteses e ficou com crescimento nominal e produtividade, por isso prefere bolsa a tomar a ponta longa.
Bolsa global / tech
consenso
semis, financeiros, mídiaperdeu em semis EUAalocação globalcomprou a queda de julreduziu globais em agoprincipal ganho do anotech EUA e China (imprensa ago/25)Comprado quase geral; K10 e Legacy leram a queda de julho como desalavancagem técnica e compraram.
Ouro e prata
discordância
——ouro e prata (debasement)short prata encerradovendido ouro desde juncommodities (genérico)—Verde compra metais como seguro contra repressão financeira; a Kapitalo (Zeta) está vendida em ouro desde junho e short paládio.
Petróleo
maioria
—risco altista p/ IPCA—curto +, longo - (2027)vendido, reduzido em agoviés de baixa 2027 (US$ 70)Brent 90 fim/26 'em linha'Quem opera concorda que a curva longa cai (excesso de oferta em 2027, Golfo produzindo no máximo); o curto depende de Ormuz.
Eleição (cenário-base)
consenso
alternância = compromisso fiscalderrota de Lula no 2º turnodisputa mais competitiva; assimetriaempate técnico, dicotômico6x1 antes do 2º turno = riscoFlávio favoritoreflexividade; armadilha fiscalAlternância como cenário-base e o acirramento de agosto como gatilho de compra: K10, Legacy, Verde e Opportunity aumentaram Brasil no mesmo mês. Squadra: 'menos pior não é tese'.
IPCA 2026 (projeção)
consenso
—~5,0% / 4,5% em 2027——4,8% (jul)5,1% / 4,8% em 20275,0% / 4,4% em 2027Entre 4,8% e 5,1%, todas acima do Focus de julho; riscos citados por mais de uma casa: El Niño, fim da 6x1, estímulos eleitorais, petróleo.
BCB (próximos passos)
maioria
corta, dependente de dadosvai além do que o mercado supõe—espaço para seguir cortandonúcleos incompatíveis; cautelacalibração de 25 bps25 em set e nov; 13,50%Ciclo de 25 bps continua é o consenso; Genoa é a mais dovish (BC leniente), Zeta a mais hawkish (serviços, 6x1, El Niño); SPX projeta só mais dois cortes e Selic 13,50% no fim de 2026.

Onde concordam (9 temas)

  • Bolsa Brasil comprada por todas as macro e pelas duas de ações; a assimetria eleitoral é a razão comum. Quando todo mundo está do mesmo lado, o seguro importa: Verde e Opportunity carregam via opções ou com hedge de índice.
  • Fed sobe com Warsh (Opportunity, Genoa, K10, Legacy tomados na parte curta); Zeta zerou em junho e a Verde faz o oposto em juro real.
  • Ciclo do BCB continua em passos de 25 bps e o IPCA de 2026 fica perto de 5%: ninguém projeta abaixo de 4,8%.
  • Tech/bolsa global comprada; a queda de julho foi lida como técnica (desalavancagem de pods e ETFs alavancados) por K10 e Legacy.
  • Curva longa do petróleo cai em 2027 (K10, Legacy, Zeta): excesso de oferta quando o Golfo voltar a produzir.

Onde discordam (3 temas)

  • Câmbio depois do ajuste fiscal: K10 espera real MAIS depreciado (juro baixo + fiscal restritivo); Genoa espera apreciação com a oposição eleita. Mesma eleição, sinal oposto no câmbio de 2027.
  • Juros longos globais: Verde, Legacy, Opportunity e SPX veem prêmio estrutural (déficits, capex de IA financiado por dívida, repressão financeira, 'investidor marginal'); K10 descarta prêmio de solvência e não toma a ponta longa.
  • NTN-B: Opportunity, K10 e Legacy compradas; Verde zerou em março nos leilões do Tesouro e prefere opções de bolsa para a mesma tese.
  • Ouro e prata: Verde comprada (seguro contra repressão financeira); Zeta vendida em ouro desde junho.
  • Juros Brasil: Genoa aplicada porque o BC é leniente (não por convicção na inflação); Zeta reduziu duas vezes em 2026 porque os núcleos são incompatíveis com a meta.
  • Brasil pela eleição: as macro compram a alternância; a Squadra diz que 'menos pior que o vizinho' não é tese, que o macro segue difícil e compra empresas apesar dele.

Squadra e Dynamo (ações) não entram na matriz: compradas por mandato. Squadra: Equatorial, Energisa, Mercado Livre, Nubank entre as quatro maiores; book short importante; Hapvida reduzida. Dynamo: Rede D'Or entre as maiores posições. SPX: posições não divulgadas em 2026, entra pelo cenário dos espelhos e pelo Substack. Ibiuna e Absolute: sem carta pública, só cota CVM.

Montado a partir das fichas em cartas/*.json (última atualização 2026-10-04). Sinal e nota são a posição ou a visão declarada na última carta; vazio = a carta não trata do tema.02
Opinião qualificada · 03

Absolute Vertex · desempenho e leitura

O que o fundo entregou, de onde veio o resultado, e o que a carta diz de estrutural.

No ano
7,31%
70% do CDI
12 meses
11,38%
79% do CDI
Desde o início
33,23%
81% do CDI · CDI + -2,24 p.p. a.a.
Sharpe · vol
— · —
PL médio 12 m R$ —

Atribuição no ano (p.p.), ex-CDI

Retorno mensal 2026 (%)-1,000,001,002,00011,97021,6803-0,81042,0405-0,22060,07070,90080,71090,79
AnoFundoCDIΔ
202510,47%14,31%-3,84 p.p.
2026 (até set)7,31%10,50%-3,19 p.p.

Minha leitura

  • Sem carta pública; só cota CVM.
  • Entra no quadro de consenso apenas pelo retorno mensal (direção), sem posições.
Relatório mensal e carta do gestor, Absolute Investimentos (macro; Fabiano Rios). Atribuição e retornos como publicados; 'Minha leitura' é interpretação nossa.03
Opinião qualificada · 04

Absolute Vertex · performance explicada pelas cartas

Retorno acumulado desde o início; fundo colorido pela carta de cada trimestre, CDI em cinza.

1T25+0,9% · CDI 3,0%2T25+6,8% · CDI 3,3%3T25+1,3% · CDI 3,7%4T25+1,3% · CDI 3,6%1T26+2,8% · CDI 3,4%2T26+1,9% · CDI 3,3%3T26+2,4% · CDI 3,4%4T26+2,2% · CDI 0,6%0%20%40%20252026fundo +33,2%CDI +40,9%
Período · cartaCenário que a carta descreveO que explicou o resultado
1T25
Sem carta
1T25: +0.9% pela cota (+0.4%, +0.3%, +0.2%).
2T25
Sem carta
2T25: +6.7% pela cota (+4.4%, +0.0%, +2.2%).
3T25
Sem carta
3T25: +1.3% pela cota (-1.7%, +1.3%, +1.7%).
4T25
Sem carta
4T25: +1.3% pela cota (+0.6%, +1.2%, -0.5%).
1T26
Sem carta
1T26: +2.8% pela cota (+2.0%, +1.7%, -0.8%).
2T26
Sem carta
2T26: +1.9% pela cota (+2.0%, -0.2%, +0.1%).
3T26
Sem carta
3T26: +2.4% pela cota (+0.9%, +0.7%, +0.8%).
4T26
Sem carta
A preencher.
Cota diária: CVM, informe diário (dados abertos), CNPJ do FICFI. CDI: BCB/SGS 12, capitalizado dia a dia. Cartas: LinkedIn do gestor; retrospectiva do primeiro ano vem da carta de 1 ano; períodos em cinza não têm carta.04
Opinião qualificada · 05

Dynamo Cougar · cenário e posições

Dynamo (ações Brasil, value investing com engajamento; fundo desde 1993) · Fundo de ações long-only concentrado em companhias brasileiras, horizonte longo, participação ativa em governança. Cartas trimestrais são ensaios temáticos, raramente falam de carteira ou macro.. Última leitura: 2026-04-06.

Cenário global

  • Cartas 123-124 (fev/25): o ecossistema de mercado está sendo tomado por HFTs (70% das negociações nos EUA, 50% do volume da B3 via co-location), fatores e passivos (US$ 13,3 tri, já maiores que os ativos). Passivos são inelásticos a preço: inflam valuations, aumentam correlação e concentração (Mag 7 = 35% do S&P), e fire sales de quants derrubam preços 5x mais.
  • Carta 126 (jul/25): proxy advisors (ISS, Glass Lewis, 90% do mercado) votam sem diálogo; caso Eletrobras x ISS como exemplo de 'ligeireza'; sugestões de governança.
  • Cartas 127-128: consequências não intencionais e serendipity nas companhias; seis exemplos brasileiros anonimizados de M&A/estratégia que viraram 'tiro pela culatra'.

Brasil

  • Carta 125 (mai/25): Rede D'Or é 'uma das maiores posições do portfólio'. Tese: hospital como núcleo de uma plataforma (dominância local + escala nacional), cultura coesa (qualidade técnica, qualidade percebida, retorno), família com 47,5% após pouca diluição, triunvirato Jorge Moll/Heráclito/Paulo Moll na alocação de capital; investimento desde o IPO (2020), planilhas desde 2007.
  • Leitura implícita sobre o mercado local: a casa vê a chegada dos padrões quant/passivos à B3 como fonte de distorções que o investidor de longo prazo deve explorar; não discute Selic, eleição ou fluxo.

Posições

ConhecidasRede D'Or (uma das maiores posições, carta 125). As cartas não listam a carteira; a composição pode ser obtida na CDA mensal da CVM (defasagem de 3 meses).
Opinião qualificada · 06

Dynamo Cougar · desempenho e leitura

O que o fundo entregou, de onde veio o resultado, e o que a carta diz de estrutural.

No ano
11,19%
107% do CDI
12 meses
38,64%
268% do CDI
Desde o início
53,11%
130% do CDI · CDI + 3,43 p.p. a.a.
Sharpe · vol
— · —
PL médio 12 m R$ —

Atribuição no ano (p.p.), ex-CDI

Retorno mensal 2026 (%)-10-5,000,005,00016,46020,94032,27040,7005-5,86060,54070,75080,79094,52
AnoFundoCDIΔ
202538,72%14,31%+24,41 p.p.
2026 (até set)11,19%10,50%+0,69 p.p.

Minha leitura

  • Cougar +38,7% em 2025 (Ibovespa +34,0%) e +11,8% em 2026 até setembro pela cota, com maio -5,9% e setembro +4,5%. Dentro da amostra é o fundo de ações com melhor 2025 e o mais consistente em 2026.
  • Não há como extrair 'consenso macro' da Dynamo: a casa escreve sobre microestrutura, governança e processo de decisão. Para o quadro de consenso entra só como 'ações Brasil, comprado, concentrado'.
  • O ensaio sobre passivos (carta 124) é a melhor explicação disponível em português para o 'fluxo gringo via ETF' que Verde e Legacy descrevem em jan-fev/26: inelástico na entrada e na saída.
Relatório mensal e carta do gestor, Dynamo (ações Brasil, value investing com engajamento; fundo desde 1993). Atribuição e retornos como publicados; 'Minha leitura' é interpretação nossa.06
Opinião qualificada · 07

Dynamo Cougar · performance explicada pelas cartas

Retorno acumulado desde o início; fundo colorido pela carta de cada trimestre, CDI em cinza.

1T25+2,3% · CDI 3,0%2T25+18,2% · CDI 3,3%3T25+4,8% · CDI 3,7%4T25+9,4% · CDI 3,6%1T26+9,9% · CDI 3,4%2T26-4,7% · CDI 3,3%3T26+6,1% · CDI 3,4%4T26+10,5% · CDI 0,6%0%20%40%60%20252026fundo +53,1%CDI +40,9%
Período · cartaCenário que a carta descreveO que explicou o resultado
1T25
Cartas 123 e 124 (fev/25)
HFTs, fatores, social trading e a 'take over' dos passivos: inelasticidade, correlação, concentração; o que isso muda para um value investor no Brasil.1T25: +2,3% pela cota (jan +5,5%, fev -2,2%, mar -0,9%).
2T25
Carta 125 (mai/25): Anatomia da Rede
Rede D'Or: do diagnóstico setorial desanimador à confiança em uma das maiores posições do fundo; cultura, família, plataforma hospitalar, Heráclito e Paulo Moll.2T25: +18,2% pela cota (abr +12,2%, mai +5,4%, jun -0,1%).
3T25
Carta 126 (jul/25): Proxymidade
Proxy advisors e o caso Eletrobras x ISS; dever fiduciário, robo-voting, sugestões para o Brasil.3T25: +4,8% (jul -7,4%, ago +9,6%, set +3,3%).
4T25
Carta 127 (jan/26): Quando Desígnios Desviam
Consequências não intencionais negativas: Merton, complexidade, seis casos brasileiros anonimizados de M&A e estratégia; como detectar antes.4T25: +9,5% (out +3,3%, nov +6,1%, dez -0,1%); ano +38,7% vs Ibovespa +34,0%.
1T26
Carta 128 (abr/26): Os Serendipitistas
Consequências não intencionais positivas: serendipity organizacional (3M, Slack, Honda; Vale, Weg, Localiza), desenhos que facilitam descobertas.1T26: +9,9% (jan +6,5%, fev +0,9%, mar +2,3%): atravessou a guerra positivo, único da amostra.
2T26
Carta 129 (1T26) ainda não publicada
Esperada até jul/26; não estava no site em 3/10.2T26: -4,7% (abr +0,7%, mai -5,9%, jun +0,5%).
3T26
Carta 130 (2T26) esperada ~out/26
3T26: +6,1% (jul +0,8%, ago +0,8%, set +4,5%).
4T26
A preencher.
Cota diária: CVM, informe diário (dados abertos), CNPJ do FICFI. CDI: BCB/SGS 12, capitalizado dia a dia. Cartas: LinkedIn do gestor; retrospectiva do primeiro ano vem da carta de 1 ano; períodos em cinza não têm carta.07
Opinião qualificada · 08

Genoa Capital Radar · cenário e posições

Genoa Capital (ex-Itaú Asset: André Raduan, Mariano Steinert, Gustavo Salomão) · Multimercado macro, estratégia livre: juros e câmbio Brasil, internacional (juros, moedas e bolsa em 19 países), ações macro e micro. Radar FIC FIM desde 30/06/2020; irmãos Arpa (long bias) e Sagres (macro sistemático).. Última leitura: 2026-08-31.

Cenário global

  • EUA sólidos: consumo surpreende, desemprego cai por demografia e imigração (menos vagas necessárias para estabilizar), núcleos acima da meta; Fed mais preocupado com inflação e menos com emprego: risco de alta de juros ainda em 2026.
  • Riscos altistas de inflação no Brasil importados: petróleo de volta a US$ 100 com o agravamento no Oriente Médio.

Brasil

  • Desaceleração em curso; crédito chama atenção: inadimplência e atrasos pioram na margem apesar do Desenrola, efeito cumulativo da Selic restritiva desde fim de 2024. Impulso fiscal próximo de neutro nos próximos 12 meses, abrindo hiato modesto.
  • IPCA perto de 5% em 2026 e 4,5% em 2027; riscos: El Niño, PEC 6x1, reforma tributária, petróleo.
  • Cenário-base: derrota de Lula no 2º turno (pesquisas apertadas, STF derrubou aprovação); política mais fiscalista em 2027 apreciaria o real e facilitaria a desinflação, principal risco baixista para as projeções.
  • BCB segue cortando ao menos 25 bps por reunião e estuda macroprudencial para crédito caro; barra alta para parar; aceleração depende de hiato, câmbio e fiscal, mas o ciclo deve ir além do que o mercado supõe.

Posições

Juros brasilAplicado: BCB corta mais do que o mercado supõe (ago/26: +0,08 p.p. no mês, +0,14 no ano).
Cambio brasilPosição em real detratora em agosto (-0,34 p.p.); tese de apreciação só com oposição eleita.
InternacionalJuros e moedas globais são o motor (+0,85 p.p. em agosto, +1,58 no ano, +32,4 desde o início); tomado nos EUA com Fed voltando a subir.
AcoesRadar: macro e micro pequenas e negativas no ano. Arpa: 95% líquido, comprado em industriais, utilities e energia no Brasil; perdeu em semicondutores e industriais nos EUA e consumo doméstico.
Opinião qualificada · 09

Genoa Capital Radar · desempenho e leitura

O que o fundo entregou, de onde veio o resultado, e o que a carta diz de estrutural.

No ano
9,26%
99% do CDI
12 meses
17,26%
120% do CDI
Desde o início
113,44%
133% do CDI · CDI + —
Sharpe · vol
0,69 · 3,7%
PL médio 12 m R$ 448 mi

Atribuição no ano (p.p.), ex-CDI

Internacional+1,58Câmbio Brasil+0,73Juros Brasil+0,14Ações macro-0,23Caixa-0,32Ações micro-0,48Custos-1,49
Retorno mensal 2026 (%)-2,000,002,00011,94021,7203-1,34041,65050,89061,74070,99081,37093,34
AnoFundoCDIΔ
2020 (jul-dez)3,05%0,99%+2,06 p.p.
20218,82%4,39%+4,43 p.p.
202221,39%12,37%+9,02 p.p.
202312,71%13,05%-0,34 p.p.
202412,68%10,87%+1,81 p.p.
202512,99%14,31%-1,32 p.p.
2026 (até set)12,91%10,50%+2,41 p.p.

Minha leitura

  • É a casa mais explícita sobre a eleição: cenário-base de derrota do governo, com o próprio risco baixista das projeções (real mais forte, desinflação) dependendo disso.
  • Até agosto o Radar empatava com o CDI (99%); setembro rendeu +3,34% pela cota CVM, o melhor mês do ano, e levou o acumulado a ~13%: a aposta eleitoral e de juros começou a pagar antes da urna.
  • A leitura de crédito (inadimplência piorando na margem apesar do Desenrola) é a mesma dos bancos médios na conferência do BTG e a mesma da nota do BCB: convergência de três fontes primárias.
  • Arpa negativo no ano (-1,4%) com 95% líquido em Brasil: quem comprou a tese eleitoral via bolsa ainda não foi pago; o rali de agosto veio em utilities e industriais.
Relatório mensal e carta do gestor, Genoa Capital (ex-Itaú Asset: André Raduan, Mariano Steinert, Gustavo Salomão). Atribuição e retornos como publicados; 'Minha leitura' é interpretação nossa.09
Opinião qualificada · 10

Genoa Capital Radar · performance explicada pelas cartas

Retorno acumulado desde o início; fundo colorido pela carta de cada trimestre, CDI em cinza.

1T25+0,3% · CDI 3,0%2T25+6,0% · CDI 3,3%3T25+3,1% · CDI 3,7%4T25+3,1% · CDI 3,6%1T26+2,3% · CDI 3,4%2T26+4,3% · CDI 3,3%3T26+5,8% · CDI 3,4%4T26+1,1% · CDI 0,6%0%20%40%20252026fundo +46,3%CDI +40,9%
Período · cartaCenário que a carta descreveO que explicou o resultado
1T25
Cartas mensais jan, fev, mar/25
Tese-mãe da casa: demanda doméstica sobreaquecida, hiato inflacionário, IPCA perto de 6%, fiscal neutro em 2025 e muito expansionista em 2026 (R$ 200-250 bi); BCB sem disposição de ir muito acima de 15%. Tarifaço de abril derruba juros globais.Jan +0,01%, fev +1,12%, mar -0,80% (juros e câmbio locais e internacional detratores). Sem real nem juros nominais em janeiro; comprou real e nominais em fevereiro; Arpa reduziu líquido a 40% em março.
2T25
Cartas mensais abr, mai, jun/25
Tarifas como imposto, Fed só reage com piora do emprego; Brasil surpreende com PIB ex-agro +0,8%, desemprego abaixo de 6,5%, NUCI acima de 83%: economia acima do potencial; Selic a 15% em junho e sinal de fim de ciclo; tarifa de 50% ao Brasil vista como choque limitado.Abril +3,37% (internacional +1,7 p.p., câmbio Brasil +0,56), maio +0,26%, junho +2,31% (juros e real locais). Alpha do semestre quase todo do internacional.
3T25
Cartas mensais jul, ago, set/25
Payroll fraco e Fed volta a cortar em setembro; Brasil com tarifa de 50% cheia de exceções, massa salarial +13% nominal, inflação cedendo por câmbio e deflação de bens; BCB mais duro que o mercado; em setembro a casa via Lula como 'ligeiramente favorito' pela fraqueza da oposição.Julho -0,35% (internacional e juros locais), agosto +1,74% (moedas), setembro +1,66% (real e bolsa). Projeções: IPCA 4,5% em 2025 e 2026, PIB 2,3% e 1,7%.
4T25
Cartas mensais out, nov, dez/25
Shutdown nos EUA e Fed dividido cortando; Brasil: câmbio +15% derruba IPCA projetado de 6% para 4,5%, expectativas longas reancoram e a casa muda de ceticismo para 'o BCB pode cortar no início de 2026'; dezembro: pré-candidatura de Flávio, Lula ainda com probabilidade majoritária, ciclo de 250-300 bps esperado para 2026.Outubro +0,78%, novembro +1,86% (juros locais e globais), dezembro +0,40% (juros locais -0,78 p.p.). Ano 12,99% contra CDI 14,31%: alpha de 1,24 p.p. antes de custos de 2,56.
1T26
Cartas jan, fev, mar/26
Janeiro: BCB sinaliza corte em março, mas a desinflação dependeu do real e da deflação chinesa, sem hiato; fevereiro: choque do petróleo (+75% no ano), núcleos de serviços em 5,5-6%; março: cessar-fogo, BCB corta 25 bps com tom cauteloso e fala em neutro de 5%.Jan +1,94% (real +0,77 p.p.), fev +1,72% (real e global), mar -1,34% (internacional -1,60, juros locais -0,52). Arpa -3,69% em março com 85% líquido.
2T26
Cartas abr, mai, jun/26
Abril: PIB do 1T a ~6% anualizado, NUCI +3 pontos, estímulos de 1,3% do PIB; a casa diverge dos quatro pontos do BCB. Maio: inflação 5,5% projetada, PEC 6x1 (+30-80 bps), El Niño; 'o BC deveria interromper o ciclo'. Junho: petróleo a 70, IPCA revisado a 5,2%; déficit nominal de 9-10% do PIB 'claramente insustentável'; BCB corta apesar da piora.Abr +1,65% (juros e câmbio locais), mai +0,89% (global), jun +1,74% (juros local e global). Tese: BCB prolonga o afrouxamento com hiato revisado para cima pelo 19º trimestre.
3T26
Carta mensal, ago/26
Julho: desaceleração mais visível, PIB perto de zero no 2S, dívida +4 p.p./ano com parafiscais e arrecadação cíclica; Copom a 14%, barra alta para parar antes da eleição. Agosto: Fed com viés de alta; crédito piorando; cenário-base de derrota de Lula.Jul +0,99% (global e juros locais; real e bolsa detratores; Arpa -4,47%), ago +1,37% (126% do CDI). Setembro +3,34% pela cota CVM.
4T26
Set/26 sai ~9/10; out/26 ~9/11
Eleição, Copom 4/11 e 9/12.A preencher.
Cota diária: CVM, informe diário (dados abertos), CNPJ do FICFI. CDI: BCB/SGS 12, capitalizado dia a dia. Cartas: LinkedIn do gestor; retrospectiva do primeiro ano vem da carta de 1 ano; períodos em cinza não têm carta.10
Opinião qualificada · 11

Ibiuna Hedge · desempenho e leitura

O que o fundo entregou, de onde veio o resultado, e o que a carta diz de estrutural.

No ano
4,68%
45% do CDI
12 meses
11,01%
76% do CDI
Desde o início
28,09%
69% do CDI · CDI + -3,79 p.p. a.a.
Sharpe · vol
— · —
PL médio 12 m R$ —

Atribuição no ano (p.p.), ex-CDI

Retorno mensal 2026 (%)-10-5,000,00013,72021,5303-7,02041,68051,36060,52070,11081,31091,75
AnoFundoCDIΔ
202511,37%14,31%-2,94 p.p.
2026 (até set)4,68%10,50%-5,82 p.p.

Minha leitura

  • Sem carta pública; só cota CVM.
  • Entra no quadro de consenso apenas pelo retorno mensal (direção), sem posições.
Relatório mensal e carta do gestor, Ibiuna Investimentos (macro; Rodrigo Azevedo e Mário Torós, ex-BCB). Atribuição e retornos como publicados; 'Minha leitura' é interpretação nossa.11
Opinião qualificada · 12

Ibiuna Hedge · performance explicada pelas cartas

Retorno acumulado desde o início; fundo colorido pela carta de cada trimestre, CDI em cinza.

1T25+1,4% · CDI 3,0%2T25+4,0% · CDI 3,3%3T25+2,9% · CDI 3,7%4T25+2,7% · CDI 3,6%1T26-2,1% · CDI 3,4%2T26+3,6% · CDI 3,3%3T26+3,2% · CDI 3,4%4T26+3,9% · CDI 0,6%0%20%40%20252026fundo +28,1%CDI +40,9%
Período · cartaCenário que a carta descreveO que explicou o resultado
1T25
Sem carta
1T25: +1.4% pela cota (+0.3%, +0.9%, +0.2%).
2T25
Sem carta
2T25: +3.9% pela cota (+2.6%, -0.3%, +1.6%).
3T25
Sem carta
3T25: +2.9% pela cota (-0.6%, +2.2%, +1.3%).
4T25
Sem carta
4T25: +2.7% pela cota (+1.6%, +1.4%, -0.3%).
1T26
Sem carta
1T26: -2.1% pela cota (+3.7%, +1.5%, -7.0%).
2T26
Sem carta
2T26: +3.6% pela cota (+1.7%, +1.4%, +0.5%).
3T26
Sem carta
3T26: +3.2% pela cota (+0.1%, +1.3%, +1.8%).
4T26
Sem carta
A preencher.
Cota diária: CVM, informe diário (dados abertos), CNPJ do FICFI. CDI: BCB/SGS 12, capitalizado dia a dia. Cartas: LinkedIn do gestor; retrospectiva do primeiro ano vem da carta de 1 ano; períodos em cinza não têm carta.12
Opinião qualificada · 13

Itaú Janeiro Multimercado · cenário e posições

Itaú Asset Management (gestor: Bruno Serra, ex-diretor do BCB) · Multimercado macro, Brasil e internacional (juros, moedas, bolsa, inflação, commodities). Última leitura: 2026-09-30.

Cenário global

  • Treasury de 10 anos a 5,25%: a alta desde 2022 (355 p.b.) veio nas janelas de dados de atividade (285 p.b.), do petróleo e da virada do Fed; a dívida pública não entra na conta. Juros 75 p.b. acima do que os dados justificam; cenário de 4,50%.
  • Inflação: núcleos de 2,0-2,5% nos desenvolvidos e no CPI; PCE de 3,0% é temporário; salários abaixo da inflação; o efeito direto do petróleo (Brent estável perto de US$ 100, fluxo de Ormuz a 90% do pré-guerra) termina em março de 2027.
  • IA sustenta a atividade, mas é o único motor: capex de 3,6% do PIB até 2032 com investimento total abaixo de 5% ao ano; custo por token caindo e chips estabilizando apontam ciclo menos inflacionário; produtividade em 2% ainda não acelera o PIB.
  • Fed: pausa em outubro, mais uma alta em dezembro e parado em 2027; BCE 2,75%, BoE 4,25%, Canadá 2,75%.

Brasil

  • O 1º turno tornou a mudança de política econômica o cenário-base: ajuste fiscal e reformas devem tirar pressão da demanda e prêmio de risco, abrindo um ciclo de crescimento liderado pelo setor privado.
  • O juro real alto não é culpa da meta de 3%, é do impulso fiscal: com gasto contido (2017-22) a Selic ficou abaixo da de México, Colômbia e África do Sul. Com novo regime fiscal, Selic abaixo de 10%.
  • Curto prazo: BCB conservador, com El Niño nos alimentos e ajuste de combustíveis e subsídios; Copom segue em 25 p.b. no 4T26 e talvez no início do 1T27; depois, cortes mais rápidos.

Posições

Juros brasilAplicado em nominais, mas em tamanho menor do que nos meses anteriores por causa da eleição; parte da posição foi trocada por compra de real (instrumentos de perda limitada). Setembro +0,55 p.p.; ano −1,35 p.p.
Juros globalAplicado nos EUA (preferência: o mercado precifica 100-125 p.b. de alta do Fed), Colômbia (ajuste de 2% do PIB em 2027), Hungria (meta de 2,5% e caminho do euro), Chile (barriga da curva, atividade fraca) e África do Sul; México sem espaço para cortes. Setembro: desenvolvidos −0,61, emergentes −0,39.
MoedasComprado em real contra dólar e euro; flexível em torno do dólar; moedas asiáticas contra desenvolvidas de juro baixo. Setembro +0,30 p.p.
BolsaConstrutivo em EUA e Ásia (TSMC, Amazon, Meta, cadeia de semicondutores), posições reforçadas na correção de julho; Brasil ampliado gradualmente via opções pela assimetria eleitoral.
CommoditiesPetróleo: estabilidade com viés de queda; ouro e CDS Brasil seguem como hedge (−0,13 p.p. em setembro).
RiscoVaR total perto de 0,45% ao dia; risco em juros Brasil cortado antes do 1º turno, o que limitou a captura do rali de 05/10.
Opinião qualificada · 14

Itaú Janeiro Multimercado · desempenho e leitura

O que o fundo entregou, de onde veio o resultado, e o que a carta diz de estrutural.

No ano
6,49%
62% do CDI
12 meses
9,50%
66% do CDI
Desde o início
50,45%
115% do CDI · CDI + 1,66 p.p. a.a.
Sharpe · vol
0,41 · 4,0%
PL médio 12 m R$ 1.205 mi

Atribuição no ano (p.p.), ex-CDI

Bolsa internacional+0,99Moedas+0,97Bolsa local+0,11Juros emergentes+0,05Valor relativo-0,23Commodities + CDS-0,29Juros Brasil-1,35Juros desenvolvidos-1,89Caixa e custos-2,36
Retorno mensal 2026 (%)-6,00-4,00-2,000,002,00jan2,58fev0,45mar-4,03abr1,79mai1,52jun2,49jul-0,09ago0,78set0,98
AnoFundoCDIΔ
202411,19%10,87%+0,32 p.p.
202520,78%14,31%+6,47 p.p.
2026 (jan-set)6,49%10,51%-4,02 p.p.

Minha leitura

  • A carta foi escrita depois do 1º turno e transforma a eleição no cenário-base: a mesma tese de 2025 (inflação convergida, juro alto por culpa do fiscal, Selic abaixo de 10%) agora tem um gatilho político em vez de um macroeconômico. O número final não mudou em dois anos; mudou o motivo.
  • O timing foi ruim no que mais importava: reduziu a posição aplicada em Brasil e trocou por compra de real com opções antes do pregão em que a curva longa fechou 100 p.b. e o real subiu 4%. Perda limitada protege contra o cenário Lula, mas a assimetria que ele mesmo descreve foi capturada pequena. O trimestre deu 1,67% contra 3,4% do CDI.
  • A tese americana é a mesma que custou março: núcleos comportados, PCE converge, juros caem. Em março o petróleo deslocou todas as curvas juntas; a carta responde que o efeito direto acaba em março de 2027 e que a dívida 'não aparece' na conta. É uma aposta contra o que o mercado mais teme (fiscal americano) com o argumento de que os dados de atividade explicam tudo.
  • Onde ele diverge do consenso hoje: Selic abaixo de 10% com regime fiscal, contra Focus em 12% no fim de 2027 e curva sem cortes relevantes. Se o ajuste de 1,5% do PIB vier, a posição aplicada paga; o que ele admite é que o BCB vai esperar a confirmação, por isso o curto prazo é de 25 p.b. por reunião.
  • Desempenho: 114,6% do CDI desde o início, mas 62% do CDI em 2026 e 66% em 12 meses; a perda do ano continua em juros (Brasil −1,35, desenvolvidos −1,89 p.p.). O PL médio de 12 meses passou de R$ 411 mi para R$ 1,2 bi: o dinheiro entrou depois do 2025 de 145% do CDI e está pegando o pior ano.
Relatório mensal e carta do gestor, Itaú Asset Management (gestor: Bruno Serra, ex-diretor do BCB). Atribuição e retornos como publicados; 'Minha leitura' é interpretação nossa.14
Opinião qualificada · 15

Itaú Janeiro Multimercado · performance explicada pelas cartas

Retorno acumulado desde o início; fundo colorido pela carta de cada trimestre, CDI em cinza.

4T23–1T24+6,2% · CDI 5,5%2T24+1,8% · CDI 2,5%3T24+6,5% · CDI 2,6%4T24–1T25+4,8% · CDI 5,7%2T25+8,7% · CDI 3,3%3T25+4,7% · CDI 3,7%4T25+2,8% · CDI 3,6%1T26-1,1% · CDI 3,4%2T26+5,9% · CDI 3,3%3T26+1,3% · CDI 3,3%4T26+2,1% · CDI 0,6%0%20%40%202420252026fundo +53,1%CDI +44,8%
Período · cartaCenário que a carta descreveO que explicou o resultado
4T23–1T24
Carta de 1 ano (out/24), retrospectiva
Janela positiva: desinflação, Focus 2024 caindo, BCB cortando 50 p.b.; Fed esperado cortando no 1S24.Vendido em implícitas e juros táticos renderam (4T23); comprado em real não funcionou e perdeu no 1T24.
2T24
Carta de 1 ano (out/24), retrospectiva
BCB teria de parar perto de 10%; dissenso do Copom de maio eleva prêmios e as expectativas 2025-26 sobem.Tomado em juros curtos; após o dissenso, aplicado na ponta longa e ações locais táticas. Abril negativo, recupera em mai-jun.
3T24
Carta de 1 ano, 30/09/2024
Alta da Selic vira cenário-base (25 p.b. em setembro); Fed corta 50 p.b.; estímulos na China; eleição americana.Tomado em juros curtos e comprado em real, 'resultados bastante positivos'; aplicado Europa, México e Colômbia.
4T24–1T25
Sem carta no LinkedIn
Ciclo de alta até 15%; a carta de março/25 (citada em junho) antecipava o fim do ciclo em 15%.Dezembro e março negativos, janeiro forte. Sem carta no LinkedIn, sem atribuição publicada.
2T25
Carta 2T25, 30/06/2025
'Liberation Day' derruba o S&P 10% em dois pregões e a pausa de 90 dias devolve tudo; Selic chega a 15% e para.Aplicado UK e Colômbia; vendido implícitas; tomado nominais curtos; vendido dólar; TSMC, Amazon, opções de EWZ. Melhor trimestre.
3T25
Carta 3T25, 30/09/2025
Global benigno: bolsas em alta, dólar fraco, Fed volta a cortar; Brasil sem cortes em 2025, ciclo a partir do 1T26.Aplicado na barriga, vendido implícitas, NTN-B longa, vendido USDBRL; aplicado UK, CO, MX; IA via semicondutores.
4T25
Carta 4T25, 31/12/2025
Tarifas ficaram para trás; Fed corta mais uma vez; ruído eleitoral derruba o real 4,5% contra pares em dezembro.Otimista em renda fixa Brasil e vendido USDBRL: dezembro de +0,04%. Ano fecha em 145% do CDI, Sharpe 1,36.
1T26
Carta 1T26, 31/03/2026
Guerra no Irã e Hormuz fechado: maior choque no petróleo desde 1990; curvas globais tiram cortes e põem altas.Março −4,03%: juros BR −2,62 p.p., DM −1,45, EM −0,93. Diversificação por região não protegeu; risco 85% → 30% → 60%.
2T26
Bloomberg Línea (08/05) e Money Times (02/07)
Petróleo posterga o ciclo; 'maior parte dos cortes pós-eleição'; IPCA 2026 revisado para 4,6%.Risco em juros reduzido a um terço; segue vendido em dólar. Três meses positivos recuperam a perda de março.
3T26
Carta 3T26, 30/09/2026
Juros longos dos EUA a 5,25% (petróleo, capex de IA, Fed em alta); Brasil: 1º turno vira o cenário-base para mudança de política e ajuste fiscal.Viés aplicado mantido, mas Brasil reduzido antes da eleição e trocado por compra de real (opções). Jul −0,09%, ago +0,78%, set +0,98%: trimestre +1,67% vs CDI +3,4%.
4T26
Em curso (carta 3T26 como guia)
Copom segue com cortes de 25 p.b. no 4T26 (El Niño nos alimentos e combustíveis seguram); com novo regime fiscal, Selic abaixo de 10%.Em curso.
Cota diária: CVM, informe diário (dados abertos), CNPJ do FICFI. CDI: BCB/SGS 12, capitalizado dia a dia. Cartas: LinkedIn do gestor; retrospectiva do primeiro ano vem da carta de 1 ano; períodos em cinza não têm carta.15
Opinião qualificada · 16

Itaú Janeiro Multimercado · cartas trimestrais

As cartas de gestão, uma por trimestre, como o gestor as publica no LinkedIn. O número de Selic e IPCA muda de carta para carta; a tese, não.

3T26 · 30/09/26 · publicada 2026-10

Internacional: juros longos exagerados, Treasury 10a de 5,25% para 4,50% · Brasil: mudança de política econômica, Selic abaixo de 10%

  • Alta do Treasury de 10 anos (355 p.b. desde 2022, para 5,25%) explicada por atividade (285 p.b. nas janelas de payroll, JOLTS e varejo), petróleo e Fed; a dívida pública não aparece como fator. Juros 75 p.b. acima do que os dados justificam; esperam 4,50%.
  • Discorda da narrativa de inflação persistente: núcleos entre 2,0% e 2,5% nos desenvolvidos e no CPI; PCE de 3,0% converge para o CPI; salários abaixo da inflação e da produtividade; efeito direto do petróleo se encerra em março de 2027.
  • IA: capex de ~3,6% do PIB ao ano até 2032, mas investimento total cresce abaixo de 5%; uso de tokens sobe com custo de inferência caindo e preços de chips estabilizando, o que torna o ciclo menos inflacionário; o setor precisaria de receitas de 10% do PIB para remunerar o capital.
  • Fed: pula outubro, mais uma alta em dezembro, parado em 2027 (alternativa: 3-4 altas); BCE 2,75%; BoE 4,25%; Canadá 2,75%.
  • Brasil: 1º turno torna a mudança de política o cenário-base; ajuste fiscal e reformas; o juro real alto é fruto do impulso fiscal, não da meta de 3%; com gasto contido (2017-22) a Selic ficou abaixo de México, Colômbia e África do Sul: Selic abaixo de 10% é o cenário provável.
  • Curto prazo: BCB conservador (El Niño em alimentos, reajuste de combustíveis e subsídios); Copom segue com 25 p.b. no 4T26 e talvez no início do 1T27; depois, com o novo regime fiscal, cortes mais rápidos.
  • Alocações: viés aplicado mantido (EUA preferido: mercado precifica 100-125 p.b. de alta do Fed); Colômbia e Hungria em destaque; Chile aplicado na barriga; África do Sul aplicado; México sem espaço; Brasil aplicado em nominais com tamanho menor pela eleição, parte trocada por compra de real contra dólar e euro (perda limitada).
  • Bolsa: construtivo EUA e Ásia (TSMC, Amazon, Meta, semicondutores), reforçado na correção de julho; Brasil ampliado gradualmente via opções pela assimetria eleitoral; câmbio flexível em torno do dólar, preferência por moedas asiáticas.
  • Setembro +0,98% (91% do CDI): juros Brasil +0,55, moedas +0,30, bolsa internacional +0,28; juros desenvolvidos −0,61 e emergentes −0,39. Ano +6,49% (62% do CDI); desde o início 114,6% do CDI, Sharpe 0,41; PL médio 12 m R$ 1,2 bi.
1T26 · 31/03/26 · publicada 2026-04

Cenário internacional: choque geopolítico · Brasil: correção dos juros, moeda resiliente

  • Guerra no Irã e fechamento de Hormuz: maior choque no petróleo desde a Guerra do Golfo; curvas globais tiraram cortes e puseram altas.
  • Perdas nas posições aplicadas em Brasil, México, Reino Unido e África do Sul: a diversificação por região não funcionou, o petróleo bateu igual em todas as curvas.
  • Uso de risco em março: ~85% no início, ~30% no meio do mês, ~60% na virada do trimestre.
  • IPCA 2026 'mais para 4% do que para 5%' (consenso ~4,5%); Copom 25 p.b. em abril, 50 p.b. em junho, Selic ~12% em dezembro; terminal 11% adiada um ou dois trimestres.
  • Brasil exportador líquido de petróleo (US$ 30 bi em 12 meses): o choque melhora termos de troca e sustenta o real; fluxo estrangeiro > R$ 50 bi na bolsa.
  • Bolsa: reduziu Ásia (maior posição ainda TSM), aumentou Brasil; tema IA/Mag7 segue; vendido USDBRL, comprado ouro.
4T25 · 31/12/25 · publicada 2026-01

Internacional benigno (bolsas em alta, juros contidos, dólar fraco) · Brasil: cortes começam no 1T26

  • Inflação atinge a meta no 1S26: IPCA 3,2% em março, ~3,6% no fim de 2026; PIB de 3,4% (2024) para ~2,2% (2025), consumo das famílias < 0,5% a/a.
  • Primeiro corte no 1T26, mais provável 50 p.b. em março; ciclo de ~400 p.b.; Selic 11% e juro real 7,5% no fim de 2026 ainda seria cauteloso (neutro 5–6%).
  • Underperformance de 4,5% do real contra a cesta emergente em dezembro é exagerada; real volta a apreciar no 1T26.
  • Fed corta mais uma vez no 1S26; risco de um Chairman 'irresponsavelmente dovish'. Não vê bolha em IA: concentração acompanhou lucros.
  • Posições: otimista em renda fixa Brasil (nominais, venda de implícitas, NTN-B longa); vendido USDBRL; CDS Brasil como hedge; aplicado UK, México, Colômbia; tomado Chile e África do Sul.
  • 2025: +20,78% (145% do CDI), Sharpe 1,36.

O que atravessa as cartas (tese de longo prazo)

  • Inflação brasileira converge para o padrão internacional; juros nominais podem ir abaixo de 10% com menor crescimento de gastos (carta de set/2025).
  • Eleição de 2026: assimetria aponta para mudança positiva na direção da política econômica; com fiscal, Selic terminal de 8% a 9%.
  • Dólar estruturalmente fraco (incertezas institucionais nos EUA); BRL sustentado pelo diferencial de juros.
  • Choque do petróleo (carta de mar/2026): adia a terminal de 11% em um ou dois trimestres, mas não a muda; como exportador líquido, o Brasil ganha termos de troca e o real resiste.
  • Carta de set/2026: o ajuste fiscal pós-eleição é o que mostra 'o benefício completo' da meta de 3%; a comparação internacional diz que o espaço de queda da Selic é para abaixo de 10%.
Cartas do gestor publicadas como documento no LinkedIn de Bruno Serra Fernandes; texto integral lido e resumido. A carta do 3T26 (30/09/2026, publicada após o 1º turno) veio junto com o relatório mensal de setembro no PDF do fundo; as trimestrais anteriores (mar/26, dez/25, set/25, jun/25) foram publicadas no LinkedIn do gestor e lidas na íntegra. Relatórios mensais são sobrescritos no site da Itaú Asset. Entrevistas à imprensa preenchem os meses sem carta e estão marcadas como tal.16
Opinião qualificada · 17

Itaú Janeiro Multimercado · evolução da visão

O que o gestor disse ao longo do tempo sobre juros, inflação e posições, e como a chamada de Selic caminhou contra o mercado.

Data · fonteJurosInflaçãoPosições
30/09/25
Carta do gestor
Sem corte em 2025; ciclo de 300–350 p.b. a partir do 1T26; nominais podem ir abaixo de 10%.IPCA ~4,5% em 2025; 3–3,5% no 1S26.Aplicado na barriga; vendido em implícita 3–5a; NTN-B longa; vendido USDBRL; CDS Brasil como hedge.
15/12/25
Perspectivas 2026, Itaú Asset
Cortes entre jan e mar; ~11% conservador, 8,5–9% com melhora fiscal.—Aplicado em juros Brasil e Reino Unido; ações americanas; vendido Treasury 10a.
31/12/25
Carta 4T25 (LinkedIn)
1º corte no 1T26, provável 50 p.b. em março; ~400 p.b. no ano; Selic 11% e juro real 7,5% no fim de 2026.IPCA 3,2% em mar/26, ~3,6% no fim de 2026; meta atingida no 1S26.Nominais, venda de implícitas, NTN-B longa; vendido USDBRL; CDS Brasil; aplicado UK/MX/CO; Mag7 e cadeia de IA.
31/03/26
Carta 1T26 (LinkedIn)
Copom 25 p.b. em abril, 50 p.b. em junho, Selic ~12% em dezembro; terminal 11% adiada 1–2 trimestres.IPCA 2026 'mais para 4% do que para 5%' se a guerra acabar em abril e o Brent ficar abaixo de 75 em dez/26.Risco 85% → 30% → 60% em março; segue aplicado em nominais BR; aplicado ZA/MX/CO/EU/UK; reduziu Ásia (TSM), aumentou Brasil.
08/05/26
Bloomberg Línea (entrevista)
Petróleo posterga o ciclo; mais 2 cortes de 25 p.b.; maior parte pós-eleição, 11% em meados de 2027; pode pausar em 14–14,5%.Petróleo > US$ 100 esfria atividade; 2028 desancorando.Risco em juros reduzido a 1/3; segue vendido em dólar; família ~R$ 25 bi.
02/07/26
Money Times
Retoma cortes; Selic 13–14% no fim de 2026, '14% é o teto'.IPCA 4,6% em 2026; choque do petróleo revertido.Câmbio-base R$ 5,10.
08/07/26
InfoMoney
Cortes de 25 p.b. em ago e set; se a atividade cair, ciclo acelera.IPCA 4,6% vs 5,3% do Focus: diferença em bens e alimentos.Aplicado em nominais; vendido implícita; comprado CDS Brasil (proteção eleitoral).
31/07/26
Relatório mensal
Ponta curta fechou com IPCA-15 benigno; longos com prêmio fiscal e eleitoral.Surpresa benigna; Focus revisado para baixo.Risco reduzido e readicionado; aplicado BR, UK, ZA, CO; vendido dólar vs euro e rand; + tech e Ibov.
31/08/26
Relatório mensal
Copom a 14,00%, cauteloso e sem guidance; barriga da curva abriu.IPCA jul 0,07%, IPCA-15 ago −0,40%; riscos: grãos, 6x1, reforma.Risco reduzido; aplicado BR, UK, ZA, CO; comprado real vs euro; bolsa EUA e Ibov tático; ouro.
30/09/26
Carta 3T26 (relatório do fundo)
Copom segue com 25 p.b. no 4T26 e talvez no 1T27; com novo regime fiscal, Selic abaixo de 10%. EUA: 10 anos de 5,25% para 4,50%; Fed pula outubro, sobe em dezembro, para em 2027.Curto prazo pressionado (El Niño, combustíveis); núcleos globais em 2,0-2,5%; efeito do petróleo acaba em março de 2027.Aplicado EUA, Colômbia, Hungria, Chile, África do Sul; Brasil nominais menores; bolsa EUA/Ásia (IA) e Ibov via opções.
gestorFocusSelic meta■ fonte primária■ imprensa
Selic no fim de 2026: gestor × Focus × realizado12,0014,00novjan/26marmaijulset13,75%13,50%13,50%

Última chamada de IPCA 2026: 4,6% (08/07) contra 4,99% do Focus hoje.

Fontes primárias (cartas, relatórios, evento da gestora) em verde; entrevistas à imprensa em cinza. Ver lista de links no slide anterior.17
Opinião qualificada · 18

Kapitalo K10 · cenário e posições

Kapitalo Investimentos (K10: macro global com livros de juros, moedas, bolsa e commodities) · Multimercado macro global. K10 FIC desde 05/2018; irmão do Kappa/Zeta. Livros: juros (aplicados seletivos), moedas (cesta contra o dólar), bolsa (tech EUA, emergentes), commodities (petróleo, grãos, metais).. Última leitura: 2026-08-31.

Cenário global

  • Agosto/26: Warsh descreve crescimento robusto e inflação persistente e difusa; comunicação consistente com altas de juros nas próximas reuniões. K10 adicionou tomado na parte curta dos EUA.
  • Petróleo apertado mesmo com o fluxo do Golfo parcialmente restabelecido: China comprando mais em vez de usar reserva estratégica. Posição de desinclinação (comprado no curto, vendido nos contratos longos: excesso de oferta em 2027).
  • Ensaio sobre juros longos globais: alta puxada por juros reais com implícita e term premium estáveis; hipóteses de perda de credibilidade do Fed, risco de solvência e competição por capital da IA não se sustentam nos dados; ficam crescimento nominal e produtividade mais altos. Sem posição na ponta longa, preferem bolsa.
  • Tech EUA: compraram a queda de julho (desalavancagem de varejo asiático, ETFs alavancados na Coreia) em memória e fibra óptica; consenso precifica ciclo curto, dados sugerem ciclo mais longo.

Brasil

  • Condições financeiras restritivas, comprometimento de renda das famílias e exaustão dos impulsos fiscais do 1º semestre devem desacelerar a economia; núcleos de inflação desaceleraram; BCB a 14% com espaço para seguir cortando, salvo crise de confiança que deprecie o câmbio.
  • Eleição em empate técnico; fiscal 'não sustentável' (dívida 83% do PIB, +4 p.p. ao ano). Se o próximo governo endereçar o fiscal: fiscal mais restritivo, juro mais baixo e câmbio MAIS DEPRECIADO, combinação boa para os ativos locais. 'Aumentamos a nossa exposição aos ativos locais' (comprado em real e em bolsa Brasil, aplicado em juros).
  • Dezembro/25: a eleição cria 'caminhos totalmente dicotômicos'; prêmios de risco (câmbio, implícita, crédito, equity) subestimam a continuidade; juros reais a termo baratos devem reprecificar com alternância: apostas positivas concentradas em NTN-B.
  • Maio/26: 'condições para o ciclo de cortes se exaurindo' (crescimento e emprego acelerando, estímulo fiscal, inflação e expectativas subindo), reduziu aplicados; julho/26: inflação abaixo do esperado, voltou a aumentar o aplicado curto.

Posições

MoedasAgo/26: comprado em peso chileno, lira turca e real; vendido em euro, dólar e franco suíço.
BolsaComprado em tecnologia nos EUA (aumentado em julho: memória, fibra óptica); zerou Argentina; adicionou bolsa brasileira.
CommoditiesVendido em café e açúcar; desinclinação em petróleo (comprado curto, vendido longo); zerou milho, diesel, alumínio e cobre.
JurosAplicado no Brasil, Suécia e África do Sul; zerou Reino Unido; tomado na parte curta dos EUA.
VarVaR 1d 95% médio de agosto: 0,98% do PL (bolsa 0,51, commodities 0,45, renda fixa 0,43, moedas 0,11).
Opinião qualificada · 19

Kapitalo K10 · desempenho e leitura

O que o fundo entregou, de onde veio o resultado, e o que a carta diz de estrutural.

No ano
4,19%
45% do CDI
12 meses
10,09%
69% do CDI
Desde o início
182,54%
169% do CDI · CDI + —
Sharpe · vol
— · —
PL médio 12 m R$ —

Atribuição no ano (p.p.), ex-CDI

Bolsa+1,07Moedas-0,38Juros-0,81Caixa e custos-1,35Commodities-3,68
Retorno mensal 2026 (%)-7,50-5,00-2,500,002,50012,49022,3003-6,13043,12050,8506-1,1207-0,53083,50
AnoFundoCDIΔ
202520,59%14,31%+6,28 p.p.
2026 (até ago)4,19%9,33%-5,14 p.p.

Minha leitura

  • A cabeça de 2026: começou com a tese dicotômica da eleição e NTN-B, apanhou na guerra (março), vendeu Ibov nos momentos de otimismo e virou comprado em Brasil (real, bolsa, juros) em abril e de novo em agosto, quando a alternância virou cenário.
  • Discordância relevante com Genoa e Opportunity: K10 espera câmbio MAIS depreciado no ajuste fiscal (juro baixo + fiscal restritivo), Genoa espera apreciação. Consenso entre as três: NTN-B e ciclo de cortes.
  • O ensaio sobre juros longos é a leitura mais útil do mês: eles descartam prêmio de solvência e crise de credibilidade, e por isso não compram a ponta longa global apesar da taxa; preferem o retorno marginal da bolsa. Se estiverem errados (term premium subindo), a bolsa cara é o elo fraco.
  • Ano em 45% do CDI com 320% do CDI em agosto: fundo de alta volatilidade de resultado (VaR 1% do PL), bom para ler o ciclo, não para comparar com carrego.
Relatório mensal e carta do gestor, Kapitalo Investimentos (K10: macro global com livros de juros, moedas, bolsa e commodities). Atribuição e retornos como publicados; 'Minha leitura' é interpretação nossa.19
Opinião qualificada · 20

Kapitalo K10 · performance explicada pelas cartas

Retorno acumulado desde o início; fundo colorido pela carta de cada trimestre, CDI em cinza.

1T25+1,9% · CDI 3,0%2T25+10,9% · CDI 3,3%3T25+2,8% · CDI 3,7%4T25+4,1% · CDI 3,6%1T26-1,5% · CDI 3,4%2T26+3,0% · CDI 3,3%3T26+6,1% · CDI 3,4%4T26-1,0% · CDI 0,6%0%20%40%20252026fundo +43,3%CDI +40,9%
Período · cartaCenário que a carta descreveO que explicou o resultado
1T25
Cartas mensais jan, fev, mar/25
Trump e divergência de ciclos (EUA fortes, resto desacelerando): comprado em dólar contra cesta e em bolsas EUA; teses de ações (tech e bancos EUA, Canadá, China tech) e SHORT BRASIL (policy mix insustentável); Liberation Day lido como marco contra a globalização.Jan +0,28%, fev +1,67%, mar -0,05%. Grãos e petróleo: short soja, inclinação em petróleo (sanções do Irã e Rússia atrapalharam), aplicado Suécia, juro real Brasil, inclinações Europa e Suécia. Aumentou o short em Brasil e abriu short Europa em março.
2T25
Cartas mensais abr, mai, jun/25
Bessent forçado a recuar nas tarifas; status quo de 30% China e 10% resto = inflação temporária e desaceleração sem recessão; aplicado em juros de países avançados no ciclo; vendido no dólar contra cesta; Colômbia como tese de alternância (jun/25).Abril +6,03% (4 livros positivos), maio +2,26%, junho +2,30%. Zerou short Brasil em abril e comprou bolsa Brasil em junho; short petróleo, soja, café; comprado gás natural 2026 e ouro; aplicado EUA, México, Canadá, juro real Brasil.
3T25
Cartas mensais jul, ago, set/25
Desaceleração gradual dos desenvolvidos e Fed voltando a cortar; Argentina volta ao radar (ago/25: CDS +500 bps, comprado em crédito e ações); milho vendido; petróleo em superávit apesar da Rússia.Julho -2,24% (juros -1,77, commodities -1,19), agosto +3,30% (todos os livros), setembro +1,65% (ouro). Tomado na ponta longa dos EUA em agosto; short Brasil de volta em setembro; aplicado Brasil, Europa, Suécia.
4T25
Cartas mensais out, nov, dez/25
Milei vence as legislativas (ago-out: 'oportunidade ímpar'); tech questionada em novembro, compraram a queda; Fed corta pela terceira vez; Brasil: eleição 'dicotômica', prêmios baixos demais, juro real a termo barato.Out +1,56%, nov +0,69%, dez +1,64%; ano +20,59% (144% do CDI). Aumentou aplicado Brasil em outubro e reduziu em novembro; comprado Argentina, Chile, China; short petróleo mantido; NTN-B como aposta eleitoral.
1T26
Cartas mensais jan, fev, mar/26
Warsh nomeado (institucionalidade); ouro e a mania da prata (short prata com orçamento de perda, +0,61 p.p.); guerra EUA/Israel-Irã em 28/2, Hormuz a zero, time spreads recordes; curvas tiram cortes e põem altas.Jan +2,49%, fev +2,30%, MAR -6,13% (juros -2,62, commodities -3,68): zerou short petróleo e virou comprado em diesel; aplicado concentrado em Canadá, Suécia e Brasil; short Brasil e small caps EUA; short Ibov de janeiro zerado em fevereiro.
2T26
Cartas mensais abr, mai, jun/26
Cessar-fogo e reprecificação de risco; petróleo frágil sem Hormuz; Fed mais hawkish (Waller); Brasil com ciclo se exaurindo (maio); Colômbia: Abelardo de la Espriella à frente no 1º turno, 'mudança de regime'; acordo EUA-Irã em junho derruba o petróleo.Abril +3,12% (comprou bolsa Brasil), maio +0,85% (dólar contra euro e libra; reduziu aplicados Brasil), junho -1,12% (commodities -1,48; virou vendido em petróleo). Aplicado Brasil, Suécia, Reino Unido, África do Sul.
3T26
Cartas mensais jul, ago/26 (set/26 sai ~10/10)
Tensões voltam e desinclinação em petróleo; Fed mantém com Warsh evasivo; inflação brasileira abaixo do esperado e aplicado curto aumentado; queda de tech comprada; agosto: Warsh duro, tomado curto EUA; eleição empatada e 'aumentamos a exposição aos ativos locais'.Julho -0,53% (bolsa e commodities), agosto +3,50% (320% do CDI: bolsa +0,99, commodities +1,66). Comprado em real e bolsa Brasil, aplicado Brasil/Suécia/ZA, tomado curto EUA, short café e açúcar.
4T26
Set/26 sai ~10/10; out/26 ~10/11
Eleição (4 e 25/10), Copom 4/11 e 9/12, Fed com viés de alta.A preencher.
Cota diária: CVM, informe diário (dados abertos), CNPJ do FICFI. CDI: BCB/SGS 12, capitalizado dia a dia. Cartas: LinkedIn do gestor; retrospectiva do primeiro ano vem da carta de 1 ano; períodos em cinza não têm carta.20
Opinião qualificada · 21

Legacy Capital · cenário e posições

Legacy Capital (macro global; Felipe Guerra, Gustavo Pessoa, Luiz Fernando Figueiredo) · Multimercado macro global. Livros: juros (aplicado em ciclos de corte, México/Europa/Brasil), moedas (vendido USD contra cesta de carry), bolsa externa (long tech contra índices, depois diversificado em emergentes), commodities.. Última leitura: 2026-08-31.

Cenário global

  • Agosto/26: juros reais longos altos nos desenvolvidos por dois vetores estruturais, déficits/term premium e competição por capital do capex de IA (a casa ACEITA a tese que a K10 descarta); normalização do BoJ reduz demanda japonesa por Treasuries.
  • Warsh em Jackson Hole mais restritivo que a coletiva de julho; a casa espera alta de 25-50 bps no 2º semestre se os dados vierem como o mercado espera. Dados de curto prazo benignos (payroll -23 mil, núcleo perto da meta) mas tendência ainda não comprovada.
  • Petróleo bruto estável em US$ 80-90, pressão nos derivados e GNL (diesel, Europa); estoques caindo 5 mi b/d; sem negociação EUA-Irã.

Brasil

  • Agosto: saída de estrangeiro da bolsa, real testa R$ 5,25, curva abre. Ainda assim, 'o acirramento da disputa eleitoral combinado a uma dinâmica técnica mais construtiva tornou mais favorável a relação risco-retorno dos ativos brasileiros'.
  • Maio/26: IPCA 2026 revisado a 5,1% e 2027 a 4,8% incorporando El Niño (o mais intenso desde 1850 nas previsões), fim da 6x1 e estímulos eleitorais; mesmo assim o BCB mantém a calibração gradual. Fevereiro/26 a casa esperava corte de 50 bps e 350-400 bps no ano, IPCA 3,5%: a guerra virou tudo.
  • Cenário-base de 2025 até agora: vitória da oposição em outubro de 2026 (Tarcísio em ago/25, Flávio Bolsonaro favorito em mar/26).

Posições

Resumo ago26Comprado em bolsas globais e em commodities (principais contribuições de agosto); moedas de carry e DM cíclicas contra dólar (reduzido após Warsh); valor relativo; Brasil com risco-retorno mais favorável após a reprecificação de agosto.
HistoricoJun/25 a fev/26: aplicado em juros reais e nominais BR + bolsa BR; long tech vs índices; vendido USD. Mar/26: redução significativa das posições. Abr-mai/26: bolsa global, moedas, commodities. Jun/26: moedas e valor relativo.
Opinião qualificada · 22

Legacy Capital · desempenho e leitura

O que o fundo entregou, de onde veio o resultado, e o que a carta diz de estrutural.

No ano
5,60%
53% do CDI
12 meses
13,38%
93% do CDI
Desde o início
31,94%
78% do CDI · CDI + -2,62 p.p. a.a.
Sharpe · vol
— · —
PL médio 12 m R$ —

Atribuição no ano (p.p.), ex-CDI

Retorno mensal 2026 (%)-4,00-2,000,002,00011,56021,7403-3,55042,54051,48060,8007-1,16080,84091,35
AnoFundoCDIΔ
202514,89%14,31%+0,58 p.p.
2026 (até set)5,60%10,50%-4,90 p.p.

Minha leitura

  • Legacy é a casa mais 'macro de texto' da amostra: cada carta traz projeções próprias (PIB, IPCA, core PCE, petróleo). Em 2026 as projeções de inflação BR foram de 3,5% (fev) para 4,7% (mar-abr) e 5,1% (mai): bom termômetro do choque.
  • Divergência com K10 sobre juros longos globais: Legacy atribui a alta a fiscal + competição por capital da IA (estrutural); K10 vê crescimento nominal e produtividade e descarta prêmio de solvência.
  • Convergência de agosto/26 com K10 e Genoa: eleição mais acirrada + técnico limpo = aumentar Brasil. Três casas macro apontando o mesmo gatilho no mesmo mês.
  • Ano em ~55% do CDI pela cota; 12 meses +9,4%. Perdeu em juros locais em março e junho, ganhou o resto em bolsa global.
Relatório mensal e carta do gestor, Legacy Capital (macro global; Felipe Guerra, Gustavo Pessoa, Luiz Fernando Figueiredo). Atribuição e retornos como publicados; 'Minha leitura' é interpretação nossa.22
Opinião qualificada · 23

Legacy Capital · performance explicada pelas cartas

Retorno acumulado desde o início; fundo colorido pela carta de cada trimestre, CDI em cinza.

1T25+0,1% · CDI 3,0%2T25+7,7% · CDI 3,3%3T25+2,9% · CDI 3,7%4T25+3,5% · CDI 3,6%1T26-0,3% · CDI 3,4%2T26+4,9% · CDI 3,3%3T26+1,0% · CDI 3,4%4T26+4,4% · CDI 0,6%0%20%40%20252026fundo +31,9%CDI +40,9%
Período · cartaCenário que a carta descreveO que explicou o resultado
1T25
Carta jan/25 (fev-abr só cota CVM)
EUA robustos, Deepseek, tarifas a China/México/Canadá ('devem levar México e Canadá à recessão'); Brasil: núcleo a 8%, BC sobe 100 e sinaliza mais 100; 'não compartilhamos' a desaceleração que o BC espera; envolvimento com Brasil reduzido.Jan +2,25% (bolsa externa e juros México), fev -2,15%, mar +0,08%, abr +3,20% (cota CVM). Diminuiu bolsa EUA e tomado Japão; aplicado México e Europa; comprado USD.
2T25
Cartas mai, jun/25
Desescalada tarifária, recessão EUA descartada; déficit de 6% do PIB alimenta diversificação fora do USD; Brasil: PIB 2,5%, inflação 5,2% → 5,0%, IOF mal recebido, BC estável até consolidar; crédito agrícola como alerta (nota no LinkedIn).Mai +1,62% (juros, L/S bolsa externa), jun +2,71% (USD vendido, juros, L/S). Em junho AUMENTOU Brasil: aplicado real e nominal + comprado bolsa, mirando desaceleração e governo impopular em 2026.
3T25
Cartas jul, ago/25 (set só cota)
Revisão do payroll vira o cenário (Fed corta 100 bps ou mais em 2025); tarifa de 50% ao Brasil; inflação BR de 6,2% projetada em jan para 4,6%; Trump demite Lisa Cook; Tarcísio se articula, cenário-base vitória da oposição.Jul +0,19% (bolsa + / USD e juros -), ago +1,24% (juros e USD + / bolsa -), set +1,43%. Aplicado em juros BR reais e nominais, juros externos, vendido USD, long tech.
4T25
Cartas out, nov/25 (dez só cota)
Shutdown; produtividade EUA ~2% afasta recessão; Trump-Xi; Brasil desacelera lentamente, IPCA 4,2%/3,9%, corte entre jan e mar; segurança pública melhora a perspectiva de troca de governo; volatilidade de tech (OpenAI) em novembro.Out +1,49% (juros e bolsas externas; 13,2% no ano, 113% CDI), nov +0,97% (juros locais + / bolsa -), dez +1,03%; ano +14,89% (104% do CDI). Comprado carry contra DM, aplicado BR.
1T26
Cartas jan, fev, mar/26
Fluxo para fora do USD; Warsh 'reduz o temor de captura do Fed'; intervenções (Venezuela, Groenlândia, Irã) lidas como tentativa de baixar o petróleo; Brasil: corte de 50 em março, 350-400 bps no ano, IPCA 3,5%, Flávio empata com Lula. Março: guerra, petróleo +50%, 'mudança completa de cenário', recessão global se persistir.Jan +1,56% (USD vendido, juros; bolsa -), fev +1,74%, MAR -3,55% (juros locais e bolsa externa). Reduziu posições de forma significativa; IPCA 2026 revisado a 4,7%.
2T26
Cartas abr, mai, jun/26
Cenário binário em Ormuz (US$ 200 se fechado, US$ 90 no fim de 2026 no benigno); Fed não sobe por choque de oferta; BCE sobe 25-50; Brasil: IPCA 5,1% (El Niño, 6x1, estímulos), BCB mantém 25 bps; junho: Warsh duro surpreende, curva BR precifica pausa e até reversão, depois prêmio dissipa.Abr +2,54% (bolsa global, moedas, commodities), mai +1,48%, jun +0,80% (moedas e valor relativo). Ano +4,54% em junho.
3T26
Cartas jul, ago/26 (set/26 sai ~2/10)
Julho: desalavancagem técnica (pods, ETFs alavancados) com fundamentos melhorando; Warsh brando na coletiva lido como possível erro; Brasil: curva abre, real e bolsa sobem com petróleo. Agosto: juros reais longos altos (fiscal + IA), Jackson Hole, Fed +25-50 no 2S; Brasil com risco-retorno mais favorável.Jul -1,16% (bolsas globais), ago +0,84% (bolsas globais e commodities; 4,2% no ano, 9,4% em 12 m), set +1,35% pela cota CVM.
4T26
Set/26 sai ~2/10
Eleição, Copom, Fed.A preencher.
Cota diária: CVM, informe diário (dados abertos), CNPJ do FICFI. CDI: BCB/SGS 12, capitalizado dia a dia. Cartas: LinkedIn do gestor; retrospectiva do primeiro ano vem da carta de 1 ano; períodos em cinza não têm carta.23
Opinião qualificada · 24

Opportunity Total · cenário e posições

Opportunity Asset Management (Opportunity Macro: Opp Total, Total Evolution, Market, previdências; Opp Income na renda fixa ativa) · Multimercado macro, Brasil e internacional (NTN-B, DI, ações domésticas e globais, juros e moedas de G10 e emergentes). FIC desde 08/05/2003; série de cotas acompanhada a partir de 2024.. Última leitura: 2026-09-30.

Cenário global

  • Setembro: curva de juros dos EUA deslocada para cima por crescimento global firme e energia cara; juro neutro percebido maior. Movimento em juros reais, inflação implícita parada perto das metas; bolsas aguentaram.
  • Fed e ECB subiram juros com tom hawkish e depois sinalizaram altas espaçadas; juros longos em níveis históricos impõem trade-offs à política econômica.
  • Dólar mais forte e volatilidade maior em juros e câmbio reduziram a atratividade das moedas emergentes.
  • Fio condutor desde março: guerra EUA-Irã e Hormuz (petróleo +60% em março, -20% em junho, estável ~20% acima do pré-conflito desde então) em cima de uma economia global resiliente; inflação 'contratada' levou BoJ, ECB, CNB, SARB e, em setembro, o Fed a subir juros.
  • IA: inflação de bens eletrônicos já é realidade, deflação por produtividade ainda é hipótese; ciclo de capex financiado por dívida pressiona juros de equilíbrio para cima (junho).

Brasil

  • BCB cortou 25 bps em agosto e setembro, dependente de dados; sinais de fraqueza cíclica (crédito desacelerando, inadimplência piorando) e inflação melhor na margem.
  • Eleição é o fator central da curva desde dezembro/25: o acirramento da disputa elevou a probabilidade de compromisso fiscal e os juros reais longos recuaram (agosto e setembro), ainda acima da banda do início do ano.
  • Junho foi o mês ruim da renda fixa local: percepção de expansão fiscal por fora das regras do orçamento.
  • Posição estrutural desde dezembro/25: comprado em NTN-B e em ações domésticas que ganham com fechamento de curva e têm carrego; DI operado taticamente (curto em março-maio, intermediário com viés aplicador desde agosto).

Posições

Brasil jurosComprado em NTN-B longa (todas as cartas desde dez/25); DI com viés aplicador no trecho intermediário, tamanho sensível ao prêmio (set/26).
Brasil bolsaExposição seletiva a ações domésticas que combinam potencial de valorização com fechamento de curva e carrego; protegida com venda de índice em fevereiro.
ExteriorAções de semicondutores, serviços financeiros e mídia (desde jun/26); antes, risk parity com S&P 500 e juros reais americanos.
MoedasSet/26: vendido euro e dólar canadense contra o dólar (ganho, encerrada). Income: comprado USDMXN como hedge e vendido USDBRL via opções.
EmergentesAplicado no juro mexicano (perda em set/26, encerrada); Tcheca intermediário aplicado em julho; Chile tomado em abr-jun.
Income renda fixaAplicado em NTN-B longa, nominal intermediário Brasil, México e África do Sul; tomado em juros nos EUA; relativos Reino Unido vs. Zona do Euro e steepening Polônia encerrados em setembro.
Opinião qualificada · 25

Opportunity Total · desempenho e leitura

O que o fundo entregou, de onde veio o resultado, e o que a carta diz de estrutural.

No ano
7,59%
72% do CDI
12 meses
11,71%
81% do CDI
Desde o início
32,49%
80% do CDI · CDI + -2,46 p.p. a.a.
Sharpe · vol
— · —
PL médio 12 m R$ 171 mi

Atribuição no ano (p.p.), ex-CDI

Retorno mensal 2026 (%)-1,000,001,002,00011,80020,9303-0,94042,12050,48060,30070,45080,99091,2410-0,07
AnoFundoCDIΔ
202513,50%14,90%-1,40 p.p.
2026 (até set)7,59%10,51%-2,92 p.p.

Minha leitura

  • A casa está dentro do consenso de véspera de eleição (NTN-B comprada na tese de ajuste fiscal), não contra ele; a carta de setembro não discute o cenário em que o governo abre vantagem.
  • A perda de 2026 veio de fora: tomado/aplicado errado em G10 e emergentes num ano em que o juro neutro subiu; o 'tomado em EUA' mantido é o hedge coerente da posição Brasil.
  • Guardar a frase de setembro: juros longos em níveis históricos impõem trade-offs ao Fed e ao ECB. Se virar cautela, ajuda a NTN-B; se não virar, emergentes seguem o elo fraco, como em setembro.
  • Ano a 72% do CDI com uma posição-âncora correta no Brasil: o problema foi o livro internacional, não a tese doméstica.
Relatório mensal e carta do gestor, Opportunity Asset Management (Opportunity Macro: Opp Total, Total Evolution, Market, previdências; Opp Income na renda fixa ativa). Atribuição e retornos como publicados; 'Minha leitura' é interpretação nossa.25
Opinião qualificada · 26

Opportunity Total · performance explicada pelas cartas

Retorno acumulado desde o início; fundo colorido pela carta de cada trimestre, CDI em cinza.

1T25+2,1% · CDI 3,0%2T25+2,9% · CDI 3,3%3T25+4,0% · CDI 3,7%4T25+3,8% · CDI 3,6%1T26+1,8% · CDI 3,4%2T26+2,9% · CDI 3,3%3T26+2,7% · CDI 3,4%4T26+2,9% · CDI 0,6%0%20%40%20252026fundo +32,5%CDI +40,9%
Período · cartaCenário que a carta descreveO que explicou o resultado
1T25
Cartas mensais jan, fev, mar/25
Trump toma posse: tarifas como instrumento de tudo; EUA desacelerando, Europa com ReArm e pacote alemão (mudança de paradigma), China pressionada; Brasil com rali de janeiro lido como temporário, déficit em conta corrente de 3,5% do PIB e BCB ainda subindo.Risco baixo: aplicado em juro real americano e Tcheca (zerada em fev), vendido em yuan, comprado em euro; NTN-B comprada desde fevereiro. Na virada de março, aplicado grande em juros americanos. Jan +0,9%, fev +0,8%, mar +0,4% (abaixo do CDI).
2T25
Cartas mensais abr, mai, jun/25
Liberation Day e recuo; desaceleração americana como tese central; dólar fraco, ouro em alta; BCB sinaliza fim do ciclo de alta em junho (15%); Banxico cortando 50 bps.Abril +3,35% (câmbio +2,35 p.p., NTN-B +0,45); maio -1,0% (juros G10 -2,0 p.p.: aplicado em EUA sofreu com a alta da curva); junho +0,7%. Income: México, Polônia, Reino Unido aplicados; NTN-B longa aumentada e diversificada.
3T25
Cartas mensais jul, ago, set/25
Tarifa de 50% ao Brasil e sanções a ministros antecipam o debate eleitoral; Powell dovish em Jackson Hole e corte de 25 bps em setembro; BCB mantém 15% com tom austero; México e África do Sul cortando (SARB muda meta para 3%).Julho +0,45% (NTN-B -0,75 p.p. no stress, aproveitado para aumentar a posição); agosto +1,56% e setembro +1,95% com juros G10 e emergentes. Risk parity nos EUA (S&P + juros) montado; voltou ao juro nominal americano em julho.
4T25
Cartas mensais out, nov, dez/25
Fed corta mas deixa dezembro em aberto; correção de tech em novembro revertida; Brasil com carry atrativo, cortes precificados para jan/mar e eleição virando o fator central; México em fim de ciclo; Austrália começa a precificar alta.Outubro +1,59%, novembro e dezembro positivos: NTN-B longa, S&P, aplicado no México (reduzido). Income abre aplicado curto no Reino Unido e tomado na Austrália, tomado na Zona do Euro.
1T26
Cartas mensais jan, fev, mar/26
Warsh escolhido para o Fed; commodities fortes; guerra EUA-Irã começa em 28/2 e Hormuz fecha: petróleo e gás +60% em março, juros nominais e implícitas disparam na Europa e contaminam emergentes.Manteve NTN-B e risk parity; aplicou DI curto em março e carregou petróleo comprado; Income reduziu África do Sul, encerrou Chile e Austrália, abriu tomado em EUA. Março negativo (Opp Total -1,5%).
2T26
Cartas mensais abr, mai, jun/26
Inflação 'contratada' com economia resiliente; Fed hawkish em maio; petróleo cai 20% em junho e os prêmios de inflação descomprimem; no Brasil, junho ruim na renda fixa por risco fiscal fora das regras.Aplicado no DI curto (contribuiu em junho); saiu do risk parity para ações de IA; tomado em Chile; zerou México. Income: juro real Zona do Euro e relativo Suécia; tomado EUA passa a real.
3T26
Cartas mensais jul, ago, set/26
Steepening nos EUA, Warsh em Jackson Hole, Fed e ECB sobem em setembro; BCB corta 25 bps em agosto e setembro; eleição acirrada derruba o juro real longo.NTN-B segue; DI intermediário com viés aplicador; ações de semis, financeiro e mídia; ganhou vendido em EUR e CAD, perdeu aplicado em MXN. Setembro +1,24% (115% do CDI); ano 72% do CDI.
4T26
Carta de out/26 sai no início de novembro
Eleição (4 e 25/10), Copom 4/11 e 9/12, Fed com viés de alta.A preencher com as cartas de outubro a dezembro.
Cota diária: CVM, informe diário (dados abertos), CNPJ do FICFI. CDI: BCB/SGS 12, capitalizado dia a dia. Cartas: LinkedIn do gestor; retrospectiva do primeiro ano vem da carta de 1 ano; períodos em cinza não têm carta.26
Opinião qualificada · 27

SPX Nimitz · cenário e posições

SPX Capital (macro global; Rogério Xavier, Bruno Pandolfi, Daniel Schneider; Rio, Londres em fechamento, Singapura, Abu Dhabi) · Multimercado macro global em cinco classes (juros, moedas, ações, commodities, crédito); Nimitz = versão 1x, Raptor = 2x. Desde mai/26 os books passaram de 14 independentes para gestão centralizada sob Pandolfi; Xavier opera um book próprio de eventos.. Última leitura: 2026-10-08.

Cenário global

  • Set/26 (informe BB): escalada EUA–Irã, Ormuz com fluxo baixo, frete e energia pressionados, Brent médio ~US$ 97. Juros longos seguiram subindo no mundo (inflação + fiscal). Premissas inalteradas: Fed +25 para 3,75–4,00% 'em linha com o nosso cenário' e mais 25 em dezembro; BCE +25 e não descartam mais 25 em dezembro.
  • Ago/26 (informe BB): geopolítica dominou, Ormuz com fluxo muito baixo, Brent ~US$ 90 'em linha com a nossa previsão para o fim do ano'; alta expressiva dos juros longos no mundo por inflação e fiscal. Premissas internacionais inalteradas: Fed sobe 25 bps em 16/9 e mais 25 depois; BCE +25 em 10/9.
  • Substack 23/09: 'competição global pelo próximo dólar de capital'. Dívida pública global de 94% para 100% do PIB em 2029 (FMI), capex de IA, defesa e energia disputam o mesmo balanço; o investidor marginal exige mais prêmio para carregar duration; vigiar curvas fora dos EUA, leilões fracos e queda conjunta de bolsa e bonds. 'Ainda não vejo escassez de financiamento; vejo um teste crescente do juro necessário para absorver a nova oferta.'
  • Emergentes: canal 1 custo de oportunidade global; canal 2 base de investidores (não-bancos estrangeiros em dívida local); canal 3 câmbio limitando cortes. Exportador de commodities com reservas e dívida local longa atravessa diferente de importador de energia.

Brasil

  • Set/26 (informe BB): PIB 2026 1,9% e 2027 1,1% mantidos; IPCA 2026 5,0% e 2027 ~4,4% mantidos. Copom cortou 25 para 13,75% como esperado; mais um corte de 25 em novembro, Selic 13,50% no fim do ano. Terceiro informe seguido sem mudar premissa; nada sobre eleição.
  • Substack 06/10 (pago): mesma dupla de variáveis — investidor marginal (quem compra a próxima unidade de dívida) e capacidade de reação do Estado — agora aplicada ao pós-eleição ('a eleição já mudou os graus de liberdade'). Só a abertura é pública.
  • Ago/26: PIB do 2T de 1,1% para 0,5% t/t, abertura sugere desaceleração mais intensa; PIB 2026 revisado de 2,1% para 1,9%, 2027 em 1,1%. IPCA 2026 de 5,2% para 5,0%; 2027 em 4,4% já com El Niño forte. Selic: corte de 25 em setembro e mais um em novembro, 13,50% no fim do ano.
  • Substack 01/10: dominância fiscal não é 'dia zero', é processo; o que importa é o investidor marginal (quem compra a próxima emissão) e a capacidade EFETIVA de reação do Estado. Armadilha: atividade menor → receita menor → fiscal pior → prêmio maior. Juro real extraordinariamente alto e parafiscais de 1,6-1,8% do PIB em 2026 escondem o impulso fiscal verdadeiro; a eleição altera as funções de reação esperadas (reflexividade).
  • Linha desde dez/24: 'ou o BC sobe a Selic a níveis extremamente elevados ou admite dominância fiscal'; abr/25: Selic 15% até o fim de 2026 e sem direcional em juros BR; set/25: 15% até início de 2026 e depois 12,50%; ago/26: 13,50% no fim de 2026.

Posições

Ultimas divulgadasAbr/25 (Caixa): juros desenvolvidos em posições de curva com direcional limitado; SEM direcional em juros Brasil; moedas relativas EM x DM; vendido tático em índices de bolsa globais + relativos no Brasil; sem commodities relevantes; crédito EM soberano com compras idiossincráticas, conservador. Ago/25 (imprensa): comprado em tech EUA e China.
Cenario ago26Fed +25 em set e +25 depois; BCE +25; Brent US$ 90 no fim do ano; Selic 13,50% (cortes em set e nov); IPCA 5,0%/4,4%; PIB 1,9%/1,1%.
NotaA SPX não abre posições nos espelhos de 2026; usar o cenário como proxy de direção.
Opinião qualificada · 28

SPX Nimitz · desempenho e leitura

O que o fundo entregou, de onde veio o resultado, e o que a carta diz de estrutural.

No ano
6,29%
60% do CDI
12 meses
8,79%
61% do CDI
Desde o início
36,62%
90% do CDI · CDI + -1,23 p.p. a.a.
Sharpe · vol
— · —
PL médio 12 m R$ —

Atribuição no ano (p.p.), ex-CDI

Retorno mensal 2026 (%)-6,00-4,00-2,000,002,00011,76022,0303-5,54041,52051,20062,1607-0,86082,07092,06
AnoFundoCDIΔ
2023-1,49%13,05%-14,54 p.p.
202414,96%10,87%+4,09 p.p.
202510,84%14,31%-3,47 p.p.
2026 (até set)6,29%10,50%-4,21 p.p.

Minha leitura

  • Set/26: o Copom entregou exatamente o cenário da SPX (25 em setembro, 13,75%) e ela segue a mais conservadora da amostra (13,50% no fim do ano). Dois meses perto de +2% casam com a tese de juros longos globais subindo e petróleo alto, mas é livro de eventos: março (-5,34%) ainda explica o ano a 61% do CDI.
  • Mais conservadora da amostra em cortes: Selic 13,50% no fim de 2026 e IPCA 5,0% (Genoa aplica esperando mais; Opportunity/K10 aplicados). Em 2025 ficou sem direcional em juros BR enquanto Legacy e Zeta aplicavam; errou pouco e ganhou pouco (76% do CDI).
  • O Substack é a melhor fonte primária que a SPX já teve: a tese de 'competição por capital / investidor marginal' converge com Verde e Legacy (juros longos sobem por fiscal + IA) e diverge da K10. E o post sobre o Brasil é o contraponto fiscal mais duro ao consenso 'alternância resolve'.
  • Março/26 (-5,5%) custou o ano: +6,3% até setembro, 60% do CDI; terceiro ano em quatro abaixo do CDI. A reestruturação de maio (books centralizados, AUM -35%) é o dado de risco: a casa que vai aparecer nas cartas de 2027 não é a mesma de 2025.
  • Para a leitura de petróleo e geopolítica a SPX acertou a direção (Brent 90 'em linha com a previsão') depois de errar o choque; o livro de Xavier em Cascais é de eventos, não de carrego.
Relatório mensal e carta do gestor, SPX Capital (macro global; Rogério Xavier, Bruno Pandolfi, Daniel Schneider; Rio, Londres em fechamento, Singapura, Abu Dhabi). Atribuição e retornos como publicados; 'Minha leitura' é interpretação nossa.28
Opinião qualificada · 29

SPX Nimitz · performance explicada pelas cartas

Retorno acumulado desde o início; fundo colorido pela carta de cada trimestre, CDI em cinza.

1T25+0,0% · CDI 3,0%2T25+2,8% · CDI 3,3%3T25+4,0% · CDI 3,7%4T25+3,6% · CDI 3,6%1T26-1,9% · CDI 3,4%2T26+5,0% · CDI 3,3%3T26+3,3% · CDI 3,4%4T26+0,2% · CDI 0,6%0%20%40%20252026fundo +36,6%CDI +40,9%
Período · cartaCenário que a carta descreveO que explicou o resultado
1T25
Carta de dez/24 via imprensa (Seu Dinheiro, 13/01/25)
Sem austeridade, 'o ajuste virá pela inflação'; BC terá de subir a Selic a níveis 'extremamente elevados' ou admitir dominância fiscal; mudança de governo em 2026 como alternativa. A bolsa já precifica o cenário: Utilities e Concessões, Bancos e Seguradoras, Commodities (óleo e gás).Jan -0,61%, fev +0,97%, mar -0,32% (cota CVM do Feeder). Sem carta aberta: posições do trimestre não públicas.
2T25
Carta de abr/25 (Caixa, Carta Mensal aos Cotistas CM_6475)
Selic a 15% e parada 'durante todo o horizonte de projeção, que vai até o final de 2026'; crescimento 2026 puxado pelo fiscal; serviços pressionados; risco baixista = recessão global/excesso de oferta asiática. Trump com tarifas maiores que o esperado; Fed parado em 2025.Abr +1,02% (CDI 1,06%; ações e moedas +, juros e crédito -), mai -0,05%, jun +1,85%. Posições: curva em juros desenvolvidos, SEM direcional em juros Brasil, moedas relativas EM x DM, vendido tático em índices globais + relativo no Brasil, sem commodities, crédito EM conservador.
3T25
Entrevista NeoFeed 18/08/25 + informe BB set/25 (indexado)
Pessimista com os EUA (consumo de 3% para ~1%, tarifas contracionistas, dívida 120% do PIB); 'ficar gritando sobre soberania não vai nos ajudar em nada'. Set/25: Copom mantém 15% com tom duro; SPX projeta 15% até o início de 2026 e ciclo de cortes até 12,50%.Jul -0,26%, ago +2,69%, set +1,55%. Comprado em tecnologia nos EUA e na China (mesma posição de Kapitalo e Legacy, segundo a matéria).
4T25
Sem fonte pública (cota CVM)
Out +2,06%, nov +0,71%, dez +0,78%; 2025 +10,84% (76% do CDI; espelho Bradesco publica 10,80%).
1T26
Imprensa (Brazil Journal 07/05/26, InfoMoney 11/06/26)
Guerra do Irã em março: 'não se antecipou à alta do petróleo', erro operacional reconhecido. Nimitz com a pior perda mensal da história em março.Jan +1,76%, fev +2,03%, MAR -5,54% (pior mês desde 2010; Raptor -11,9%). Bradesco/BB publicam -5,50%/-5,34% nos espelhos.
2T26
Imprensa (Brazil Journal 07/05/26, InfoMoney/Bloomberg Línea 11/06/26)
Reestruturação: Bruno Pandolfi vira head dos multimercados (14 books independentes → liderança única), Marcelo Castro e Marcella Libardoni saem, Londres fecha e NY encolhe, Abu Dhabi abre; AUM de ~R$ 80 bi (2022) para R$ 49-54 bi. Xavier em Cascais com um book próprio de eventos: 'não preciso ter posições o tempo todo'.Abr +1,52%, mai +1,20%, jun +2,16%; +0,8% nos 5 primeiros meses, a caminho do 3º ano em 4 abaixo do CDI. 'Somos traders, não freiras.'
3T26
Informe BB ago/26 (Cenário SPX) + Substack de Rogério Xavier (23/09 e 01/10)
Ago/26: Ormuz com fluxo mínimo, Brent ~US$ 90 'em linha com a nossa previsão para o fim do ano', juros longos globais sobem por inflação e fiscal; Fed +25 em setembro e mais uma; BCE +25; Brasil PIB 2026 revisado 2,1 → 1,9% (2027 1,1%), IPCA 5,2 → 5,0% (2027 4,4% com El Niño forte), Selic 13,50% no fim do ano (cortes em set e nov). Substack: competição global por capital e o investidor marginal; dominância fiscal no Brasil como processo, parafiscais de 1,6-1,8% do PIB.Jul -0,86%, ago +2,07%, set +2,06% (cota CVM); 2026 até setembro +6,29% (60% do CDI). Posições não divulgadas nos espelhos.
4T26
Set/26 via informe BB (lido 08/10); Substack 06/10 pago
Premissas inalteradas: Brent ~97, Fed e BCE +25 e mais 25 em dez; Brasil PIB 1,9%/1,1%, IPCA 5,0%/4,4%, Selic 13,50% no fim do ano (corte de 25 em nov). Eleição e Copom 4/11 pela frente.Set +2,03% (BB Espelho; feeder CVM +2,06%), 188% do CDI. 2026 +6,37% vs CDI 10,51%; 12m +10,15% vs 14,48%.
Cota diária: CVM, informe diário (dados abertos), CNPJ do FICFI. CDI: BCB/SGS 12, capitalizado dia a dia. Cartas: LinkedIn do gestor; retrospectiva do primeiro ano vem da carta de 1 ano; períodos em cinza não têm carta.29
Opinião qualificada · 30

Squadra Long-Biased · cenário e posições

Squadra Investimentos (ações Brasil, long-biased com book short bottom-up; Rio, desde 2008) · Fundo de ações concentrado em empresas brasileiras de qualidade a valuation descontado, com portfólio short bottom-up de tamanho variável, hedges e pair trades. Benchmark IPCA + X (7,3% em 2026).. Última leitura: 2026-08-23.

Cenário global

  • 1S26: SpaceX vs Nubank como alegoria: em bull market paga-se prêmio pelo sonho, em bear market exige-se desconto do negócio atual. Correlação de MELI e Nu com baskets 'perdedores de IA' é vista como oportunidade; ambas aceleram receita com IA.
  • Amazon Brasil: R$ 27 bi de aumentos de capital desde 2021 e GMV < 1/3 do MELI; Shopee lidera ticket baixo mas o MELI inverteu a dinâmica com frete grátis a partir de R$ 19 (GMV +39% a/a no 2T26).

Brasil

  • 'O fundamento macro, no Brasil, segue difícil'; investir porque o Brasil é 'o menos pior' não é tese. Fluxo gringo do início de 2026 reverteu. A indústria de gestão ativa vive uma das maiores ondas de resgates da história, com vendas forçadas.
  • Ke implícito de ~13% real em empresas previsíveis; valor justo caminha ao Ke + alfa, logo ações paradas ficam mais baratas (delayed recognition). Energisa: retorno implícito ~16% real, upside > 50%, dobro se os juros moderarem.
  • Hapvida: 'o maior erro de investimento da nossa história'; posição reduzida, indicaram conselheiros independentes. 'Postura de guerra' internamente; zero turnover na equipe.

Posições

Long 1s25Distribuidoras de energia 26%, Financials 20%, Commercial properties 7%, Produtora de petróleo (PRIO) 9%, Diversificados 25%
Top 2026Equatorial, Energisa, Mercado Livre, Nubank (quatro maiores); PRIO; Multiplan; Inter; Stone; GPS; Hapvida reduzida.
ShortPortfólio short bottom-up 'de tamanho importante' em ago/26 (sem nomes).
Opinião qualificada · 31

Squadra Long-Biased · desempenho e leitura

O que o fundo entregou, de onde veio o resultado, e o que a carta diz de estrutural.

No ano
1,48%
14% do CDI
12 meses
15,04%
104% do CDI
Desde o início
22,70%
56% do CDI · CDI + -5,46 p.p. a.a.
Sharpe · vol
— · —
PL médio 12 m R$ —

Atribuição no ano (p.p.), ex-CDI

Retorno mensal 2026 (%)-10-5,000,005,00017,0802-3,0003-1,80041,2005-6,6306-1,49072,5608-0,89095,16
AnoFundoCDIΔ
202529,38%14,31%+15,07 p.p.
2026 (até set)1,48%10,50%-9,02 p.p.

Minha leitura

  • A casa mais explícita em dizer que o macro do Brasil é ruim e que investe apesar dele. Útil como contraponto às macro (K10, Genoa, Legacy) que compram Brasil pela eleição: Squadra não acha que 'menos pior' seja tese.
  • Tese de distribuidoras (Equatorial/Energisa a 12-16% real) e de Energisa 'crescimento = um M&A por ano sem leilão' é a leitura setorial mais profunda da amostra; conversa com o estudo do setor elétrico.
  • Hapvida como maior erro da história da casa e a redução da posição são dado relevante para a cobertura de saúde (RDOR3/HAPV3).
  • 2025 +29,4% abaixo do Ibovespa (+34,0%); 1S26 -5,1% contra +6,8%; pela cota, 2026 até setembro em +1,5% com set +5,2%.
Relatório mensal e carta do gestor, Squadra Investimentos (ações Brasil, long-biased com book short bottom-up; Rio, desde 2008). Atribuição e retornos como publicados; 'Minha leitura' é interpretação nossa.31
Opinião qualificada · 32

Squadra Long-Biased · performance explicada pelas cartas

Retorno acumulado desde o início; fundo colorido pela carta de cada trimestre, CDI em cinza.

1T25+9,7% · CDI 3,0%2T25+19,1% · CDI 3,3%3T25+4,8% · CDI 3,7%4T25-5,5% · CDI 3,6%1T26+2,0% · CDI 3,4%2T26-6,9% · CDI 3,3%3T26+6,9% · CDI 3,4%4T26+16,3% · CDI 0,6%-20%0%20%40%20252026fundo +22,7%CDI +40,9%
Período · cartaCenário que a carta descreveO que explicou o resultado
1T25
Sem carta (1S25 cobre jul/24-jun/25)
Recuperação da bolsa após o 2S24; carteira concentrada em distribuidoras, financials, shoppings, PRIO.1T25: +9,7% pela cota (jan +7,0%, fev -1,8%, mar +4,4%).
2T25
Carta 1S25 (21/08/2025)
Jul/24-jun/25 +9,5%; 2024 -20,5% e 1S25 +30,7%; recompras (Stone, Multiplan, GPS) como criador de valor; book short moderado de volta; tabela por categoria com múltiplos.2T25: +19,1% (abr +11,0%, mai +5,4%, jun +1,8%).
3T25
Sem carta (cota CVM)
3T25: +4,6% (jul -5,7%, ago +8,6%, set +2,3%).
4T25
Sem carta (cota CVM)
Ibovespa 13 altas seguidas em outubro; fundo caiu nos três meses.4T25: -5,5% (out -1,9%, nov -1,3%, dez -2,4%); ano +29,4% vs Ibovespa +34,0%.
1T26
Sem carta (cota CVM)
Fluxo gringo em janeiro, depois guerra.1T26: +1,9% (jan +7,1%, fev -3,0%, mar -1,8%).
2T26
Sem carta (cota CVM)
Saída de fluxo em maio (Ibovespa -7,2%).2T26: -6,9% (abr +1,2%, mai -6,6%, jun -1,5%); 1S26 -5,1%.
3T26
Carta 1S26 (23/08/2026)
'Vale de performance', Hapvida como maior erro, postura de guerra; macro difícil e 'menos pior não é tese'; Ke 13% real e delayed recognition; Energisa 16% real; MELI e Nu entre os 4 maiores; short importante.3T26: +6,8% (jul +2,6%, ago -0,9%, set +5,2%).
4T26
Próxima carta ~fev-mar/27 ou ago/27
A preencher.
Cota diária: CVM, informe diário (dados abertos), CNPJ do FICFI. CDI: BCB/SGS 12, capitalizado dia a dia. Cartas: LinkedIn do gestor; retrospectiva do primeiro ano vem da carta de 1 ano; períodos em cinza não têm carta.32
Opinião qualificada · 33

Verde · cenário e posições

Verde Asset Management (Luis Stuhlberger) · Multimercado macro flagship, 1997: ações, renda fixa e moedas, Brasil e internacional. VERDE FIF CIC MULTIMERCADO RL, cisão de 21/05/2015 do CSHG Verde (início 02/01/1997). Fechado para novas aplicações.. Última leitura: 2026-08-31.

Cenário global

  • Quatro forças: conflito EUA-Irã e petróleo; Warsh no Fed (tom duro em Jackson Hole); pressão fiscal e de demanda por capital nos juros longos desenvolvidos; ciclo de capex em IA e derivadas.
  • Bessent anunciou intervenção para segurar a ponta longa americana; a Verde acha que não funciona (déficit, financiamento, emissões privadas para capex de IA). O mercado reagiu com dólar fraco e ouro e prata em alta.
  • Trajetória fiscal dos desenvolvidos leva a inflação ou repressão financeira; a intervenção de Bessent seria o primeiro sinal da segunda. Ouro e prata são ativos de portfólio para esse mundo.

Brasil

  • Ciclo eleitoral na fase mais aguda e caótica; pesquisas mais competitivas do que o consenso de um mês antes; bolsa começou a reprecificar a partir de meados de agosto.
  • Prêmio de risco ainda interessante em vários setores; posições compradas em opções para capturar a assimetria eleitoral.
  • Renda fixa local sem posição direcional; crédito local mantido (detrator no ano: -1,12 p.p.).

Posições

Acoes brasilAumentou a exposição em meados de agosto; compra de opções para capturar a assimetria eleitoral; prêmio setorial ainda interessante.
Acoes globalAlocação global mantida (ganhos em agosto).
Renda fixaSem direcional no DI; aplicado em juro real americano (perda marginal em agosto); crédito local mantido.
Moedas commoditiesOuro e prata (ganhos em agosto); dólar rendeu 0,93 p.p. no ano; hedges estruturais mantidos.
Opinião qualificada · 34

Verde · desempenho e leitura

O que o fundo entregou, de onde veio o resultado, e o que a carta diz de estrutural.

No ano
10,33%
111% do CDI
12 meses
16,49%
—
Desde o início
48,06%
118% do CDI · CDI + 2,04 p.p. a.a.
Sharpe · vol
0,36 · 8,5%
PL médio 12 m R$ 899 mi

Atribuição no ano (p.p.), ex-CDI

Ações+1,79Moedas+0,87RF inflação+0,08DI pré+0,07Global rates-0,06Custos-1,02Crédito-1,12
Retorno mensal 2026 (%)-1,000,001,002,003,00013,03021,44030,05042,71050,3306-0,69071,09081,98090,26100,40
AnoFundoCDIΔ
202515,94%14,31%+1,63 p.p.
2026 (até set)10,62%10,50%+0,12 p.p.

Minha leitura

  • A Verde é o contraponto útil às outras cartas: não compra NTN-B nem DI para a eleição, compra opções de bolsa. Se Lula abrir vantagem, perde o prêmio da opção, não a duration.
  • A tese de repressão financeira (Bessent segurando a ponta longa) é a leitura mais estrutural que circulou em agosto; se estiver certa, juro real americano aplicado é a posição errada, e eles mesmos estão nela.
  • Crédito local tirou 1,1 p.p. no ano: mesma piora de inadimplência que Genoa, BTG (bancos médios) e BCB descrevem; o Verde sente no book.
Relatório mensal e carta do gestor, Verde Asset Management (Luis Stuhlberger). Atribuição e retornos como publicados; 'Minha leitura' é interpretação nossa.34
Opinião qualificada · 35

Verde · performance explicada pelas cartas

Retorno acumulado desde o início; fundo colorido pela carta de cada trimestre, CDI em cinza.

1T25+2,8% · CDI 3,0%2T25+4,2% · CDI 3,3%3T25+4,5% · CDI 3,7%4T25+3,5% · CDI 3,6%1T26+4,6% · CDI 3,4%2T26+2,3% · CDI 3,3%3T26+3,4% · CDI 3,4%4T26+2,5% · CDI 0,6%0%20%40%20252026fundo +48,1%CDI +40,9%
Período · cartaCenário que a carta descreveO que explicou o resultado
1T25
Relatórios jan, fev, mar/25
Trump: ruído vs. sinal; popularidade de Lula cai e antecipa o trade eleitoral (fev); Liberation Day comparado a Smoot-Hawley; 'renda fixa em Vênus, bolsa em Marte' no Brasil.Jan +1,64% (DI pré e global rates), fev +0,55% (risco reduzido), mar +0,58%. Vendido em bolsa Brasil em janeiro, depois zerou; comprado inflação EUA; juro real BR pequeno; cripto, petróleo e crédito HY.
2T25
Relatórios abr, mai, jun/25
Início do fim da hegemonia do dólar: realocação estrutural de capital; ouro e cripto; Brasil 'passageiro' das turbulências, fiscal deteriorando, IOF; guerra de 12 dias Israel-Irã sem impacto macro.Abr +1,90%, mai +1,31%, jun +0,97%. Comprado em juro real BR, inflação EUA trocada por juro real EUA, euro, ouro, real; voltou a comprar bolsa Brasil em junho.
3T25
Relatórios jul, ago, set/25
Tarifa de 50% e Magnitsky dão narrativa nacionalista a Lula; Fed volta a cortar sob pressão política; 'acelerador fiscal com freio monetário' (isenção de IR até R$ 5 mil).Jul +0,22% (NTN-B e bolsa local perderam), ago +2,27%, set +1,99%. Comprou bolsa Brasil via opções longas no stress de julho; reduziu juro real curto; comprado euro, ouro, real, renminbi; diversificação do dólar.
4T25
Relatórios out, nov, dez/25
Shutdown e Fed dividido; ouro a US$ 4.400 e debasement; Ibovespa 13 altas seguidas com fluxo gringo, depois Flávio candidato (dez) e real -3%; 'consenso minimiza o downside da continuidade'.Out +1,41%, nov +1,06%, dez +1,01%; ano +15,94% (111% do CDI). Hedges em bolsa BR em outubro, opções longas em novembro; vendeu Vale perpétua; zerou cripto em dezembro; comprado real via opções.
1T26
Relatórios jan, fev, mar/26
Fluxo gringo recorde para a bolsa (Petrobras +22%, Vale +17%), 'ou o Brasil resolve o fiscal ou o ciclo não se sustenta'; guerra no Irã e WTI +36%; mundo mais estagflacionário.Jan +3,03% (ações +1,38 p.p., real), fev +1,44%, mar +0,05% (crédito -0,44, bolsa global). Zerou juro real BR nos leilões do Tesouro em março; prata adicionada; proteção de crédito Arábia Saudita.
2T26
Relatórios abr, mai, jun/26
Cessar-fogo e boom de IA (Claude Code, Codex): volta do excepcionalismo americano e dólar forte; Ibovespa -7,2% em maio com saída de fluxo; curva tira cortes e põe altas; Warsh estreia duro (jun).Abr +2,71% (ações +1,64 p.p.), mai +0,33%, jun -0,69% (metais, juro real EUA). Zerou real em maio por disciplina; sem juros BR; ouro e prata; convexidade em bolsa.
3T26
Relatórios jul, ago/26 (set/26 sai ~10/10)
Correção de IA (Kospi -22%, SOX -21%) com técnico limpo; Warsh não sobe apesar de três dissensos; Bessent intervém na ponta longa (repressão financeira?); eleição mais competitiva reprecifica a bolsa.Jul +1,09%, ago +1,98%; set +0,26% pela cota CVM. Comprado bolsa BR via opções, bolsa global, juro real EUA, ouro e prata; sem DI; crédito local pesando no ano (-1,1 p.p.).
4T26
Set/26 sai ~10/10
Eleição, Copom.A preencher.
Cota diária: CVM, informe diário (dados abertos), CNPJ do FICFI. CDI: BCB/SGS 12, capitalizado dia a dia. Cartas: LinkedIn do gestor; retrospectiva do primeiro ano vem da carta de 1 ano; períodos em cinza não têm carta.35
Opinião qualificada · 36

Kapitalo Zeta · cenário e posições

Kapitalo Investimentos (Kappa/Zeta: multimercado macro multi-mesa; Zeta é a versão alavancada do Kappa) · Multimercado macro com várias mesas (juros, moedas, bolsa com valor relativo setorial, commodities). Zeta FIC roda ~2x o risco do Kappa; mesma carta.. Última leitura: 2026-08-31.

Cenário global

  • Agosto/26: Warsh em Jackson Hole mais duro do que na coletiva de julho: se o núcleo não convergir, o Fed sobe. Decisão de setembro apertada, depende do CPI de agosto; a casa projeta número baixo e manutenção.
  • Zona do Euro: inflação 3,3% puxada por energia, núcleo 2,4% benigno; alta de 25 bps em setembro é o cenário-base e o BCE deixa a porta aberta.
  • EUA-Irã sem avanço, bloqueio de Ormuz continua; EUA preferem pressão econômica a conflito maior. China sem novidade.

Brasil

  • Virada do semestre mais fraca que o esperado: PIB do 2T com desaceleração relevante do consumo, julho fraco, Caged abaixo do neutro, confiança FGV caindo. PLOA dentro do esperado, arrecadação forte.
  • Inflação corrente melhora (bens industriais), mas dois riscos de médio prazo entraram no balanço: fim da escala 6x1 (efeito líquido inflacionário em serviços) e El Niño forte (alimentos in natura já no 4T26; grãos e carnes a partir do 2S27).
  • Em agosto REDUZIRAM aplicados em juros reais e nominais no Brasil (depois de reduzir em maio); mantêm bolsa Brasil comprada com valor relativo e aumentaram comprado em real.

Posições

JurosReduziu aplicados no Reino Unido, Zona do Euro e em juros reais e nominais no Brasil (ago/26).
MoedasComprado em real e dólar canadense; táticas em peso mexicano e chileno; comprado rúpia indiana e won; vendido euro e renminbi; reduziu vendido em dólar australiano e libra.
CommoditiesComprado cobre; vendido açúcar, café e paládio; reduziu vendido em petróleo e ouro; zerou comprado em milho.
BolsaComprado e valor relativo em ações brasileiras (+: Mineração & Siderurgia, Transporte & Logística, Saúde, Papel & Celulose; -: Bancos, Utilidade Pública, Consumo); reduziu ações globais.
Atribuicao ago26Kappa: bolsa +2,62 p.p., commodities +0,46, moedas +0,06, juros -0,37; Kappa +3,80% (348% do CDI), 2026 +6,36% (68% do CDI). Zeta +5,82% pela cota CVM.
Opinião qualificada · 37

Kapitalo Zeta · desempenho e leitura

O que o fundo entregou, de onde veio o resultado, e o que a carta diz de estrutural.

No ano
5,58%
53% do CDI
12 meses
11,62%
81% do CDI
Desde o início
42,56%
104% do CDI · CDI + 0,49 p.p. a.a.
Sharpe · vol
— · —
PL médio 12 m R$ —

Atribuição no ano (p.p.), ex-CDI

Retorno mensal 2026 (%)-15-10-5,000,005,00013,25024,7003-11,93043,11052,9706-1,3907-1,55085,82091,69
AnoFundoCDIΔ
202520,56%14,31%+6,25 p.p.
2026 (até set)5,58%10,50%-4,92 p.p.

Minha leitura

  • A casa saiu de 'ciclo de cortes vem aí' (nov/25-jan/26, IPCA < 4%) para 'núcleos incompatíveis com a meta' e cortou os aplicados no Brasil duas vezes em 2026 (maio e agosto). Está menos construtiva com juros BR do que Genoa e K10.
  • Na bolsa brasileira nunca saiu: carteira comprada com valor relativo setorial em todos os 20 meses; é o fundo macro que mais parece um long/short de ações.
  • Dois riscos que só a Kapitalo põe no radar com esse peso: 6x1 (inflação de serviços) e El Niño (alimentos no 4T26). Vale cruzar com a Fita de inflação.
  • Zeta -11,9% em março/26 é o pior mês da amostra de casas; mostra o custo da alavancagem num choque de oferta (juros tomados nos EUA zerados só em junho).
Relatório mensal e carta do gestor, Kapitalo Investimentos (Kappa/Zeta: multimercado macro multi-mesa; Zeta é a versão alavancada do Kappa). Atribuição e retornos como publicados; 'Minha leitura' é interpretação nossa.37
Opinião qualificada · 38

Kapitalo Zeta · performance explicada pelas cartas

Retorno acumulado desde o início; fundo colorido pela carta de cada trimestre, CDI em cinza.

1T25-0,1% · CDI 3,0%2T25+9,1% · CDI 3,3%3T25+3,8% · CDI 3,7%4T25+6,6% · CDI 3,6%1T26-4,8% · CDI 3,4%2T26+4,7% · CDI 3,3%3T26+5,9% · CDI 3,4%4T26+0,8% · CDI 0,6%0%20%40%20252026fundo +42,6%CDI +40,9%
Período · cartaCenário que a carta descreveO que explicou o resultado
1T25
Cartas jan, fev, mar/25
Trump e tarifas (México, Canadá, China; recíprocas em abril); BCE em piloto automático; Brasil: serviços subjacentes a 8%, Copom +100 em jan e mar, 'convergência cada vez mais distante'; consignado privado e 'intenção clara de evitar desaceleração'.Zeta jan -1,21%, fev -0,20%, mar +1,30% (cota CVM). Reduziu aplicados (BR, UK, CA, EUA) em janeiro; comprado iene, real, rand; vendido yuan e HKD.
2T25
Cartas abr, mai, jun/25
Recuo parcial de Trump (10% geral, 145% China → 30%); BCE a 2%; Brasil sem desaceleração, massa salarial ~5% real, IOF derrubado pelo Congresso; IPCA 2025 revisado a 5,2%; Copom +25 em junho e sinaliza fim do ciclo.Abr +2,28%, mai +3,94%, jun +2,67%. Tático México, juro real BR, nominal EUA; vendido soja, petróleo, café; comprado ouro e açúcar.
3T25
Cartas jul, ago, set/25
Tarifa de 50% ao Brasil com isenções (efeito pequeno); Fed revisa emprego e corta em setembro; Trump demite Lisa Cook; Brasil freia lentamente, IPCA 2025 a 4,7%, Selic 15% por período prolongado.Jul +0,48%, ago +2,64%, set +0,62% (51% do CDI; bolsa -0,84 p.p.). Agosto: aumentou aplicados Euro/Suécia/Canadá e BR real + nominal, comprado ouro, vendido petróleo/soja/milho, comprado ações BR e globais.
4T25
Cartas out, nov, dez/25
Shutdown e Fed dividido; acordo Trump-Xi; Brasil: desaceleração nos cíclicos, núcleos a 3,5-3,7%, IPCA 2025 ~4,3%, 2026 projetado 4,0%; Copom abre a porta para corte em janeiro mas RPM fecha parcialmente.Out +0,17%, nov -0,12%, DEZ +6,54% (bolsa +3,13 p.p. no Kappa); ano +20,56%. Aplicados NZ, EUA, Canadá, BR; comprado ouro, urânio, gás; vendido USD e EUR, comprado MXN, CNY, BRL (dez); vendido real em outubro, comprado de novo em dezembro.
1T26
Cartas jan, fev, mar/26
Copom sinaliza corte em março (IPCA < 4% projetado); Suprema Corte derruba tarifas IEEPA e Warsh é nomeado (fev); guerra EUA/Israel-Irã em 28/2: Fed sobe neutro para 3,1%, BCE projeta 2,6% e mercado põe altas no UK e Euro; Brasil reacelera em janeiro.Jan +3,25%, fev +4,70%, MAR -11,93% (pior mês da amostra). Comprado ouro, vendido prata/milho/zinco/café, vendido USD (jan); posições de março não capturadas pelo extrator.
2T26
Cartas abr, mai, jun/26
Fed com easing bias mas 3 dissidentes; BCE sobe em junho; China meta 4,5-5%; Brasil: IPCA 2026 revisado a 5,1%, comprometimento das famílias subindo, bloqueio maior no 2º bimestral, 'o BC deveria...' não dizem, mas Copom corta 25 com mercado dividido (jun); acordo EUA-Irã preliminar.Abr +3,11%, mai +2,97%, jun -1,39%. Maio: reduziu aplicados CA/SE/BR e tomados EUA, zerou ouro e o comprado em real, vendido AUD/GBP/EUR/MXN. Junho: abriu vendido em ouro, comprado USD e CLP, manteve juro real BR.
3T26
Cartas jul, ago/26 (set/26 sai ~6/10)
Tensões voltam em Ormuz; Warsh dovish em julho e duro em Jackson Hole; Brasil: surpresas baixistas de inflação raras (16% do tempo desde 2002), Focus 5,3 → 5,0, casa 4,8%; agosto: PIB 2T fraco, Caged abaixo do neutro; riscos 6x1 e El Niño.Jul -1,55%, ago +5,82% (Kappa +3,80%, 348% do CDI, bolsa +2,62 p.p.), set +1,69% pela cota CVM. Reduziu aplicados UK/Euro/BR; comprado real e CAD; comprado cobre, vendido açúcar/café.
4T26
Set/26 sai ~6/10
Eleição, Copom 4/11, Fed com viés de alta.A preencher.
Cota diária: CVM, informe diário (dados abertos), CNPJ do FICFI. CDI: BCB/SGS 12, capitalizado dia a dia. Cartas: LinkedIn do gestor; retrospectiva do primeiro ano vem da carta de 1 ano; períodos em cinza não têm carta.38
Opinião qualificada · 39

Dynamo Cougar · carteira pela CVM

Dynamo Cougar Master Fundo De Investimento Financeiro · PL R$ 11,1 bi · 32 papéis · ações R$ 12,8 bi. Competência 02/2026: a CVM abre as posições quando vence o sigilo de 180 dias.

Peso das 12 maiores (% da carteira de ações)

ENEV3+15,1VBBR3+11,0ITSA4+10,7RENT3+8,4RDOR3+7,6ITUB4+7,0SUZB3+6,1WEGE3+5,1MOTV3+4,7NATU3+4,5GOAU4+4,0GGBR4+3,6

Saíram desde 01/2026: SMFT3, SLCE3

PapelR$ miPesoΔ vs mês ant.
ENEV3ENEVA ON 1.93215,1%+0,3 p.p.
VBBR3VIBRA ON 1.40311,0%+3,6 p.p.
ITSA4ITAUSA PN 1.37010,7%+0,1 p.p.
RENT3LOCALIZA ON 1.0738,4%+0,5 p.p.
RDOR3Rede DOR ON9747,6%+0,2 p.p.
ITUB4ITAUUNIBANCO PN 8927,0%-4,2 p.p.
SUZB3SUZANO S.A. ON 7736,1%+0,1 p.p.
WEGE3WEG ON 6555,1%-0,3 p.p.
MOTV3MOTIVA SA ON E6014,7%-0,2 p.p.
NATU3NATURA ON 5774,5%+0,3 p.p.
GOAU4GERDAU MET PN 5064,0%-0,1 p.p.
GGBR4GERDAU PN 4603,6%-0,5 p.p.
ASAI3ASSAI ON 4293,4%+0,4 p.p.
GGPS3GPS ON 2361,8%+0,0 p.p.
CVM, dados abertos, CDA (cda_fi_202602.zip, BLC_4). Defasagem de ~6 meses por sigilo; meses mais recentes só mostram o agregado por tipo de ativo.39
Opinião qualificada · 40

BTG Pactual · Brazil 10SIM 10/2026

A carteira mensal do sell-side como termômetro do consenso comprador: o que entra, o que sai e a tese de cada nome. Em negrito, os papéis da minha cobertura.

With a few days to go, it is all about the election. Carteira atravessa os dois turnos sem poder mudar; mantida balanceada. Juros longos e bolsa já embutem boa parte do risco fiscal, o câmbio não: exposição a juros longos (50% utilities/infra/longa duração: Axia, Eneva, Sabesp, Motiva, Rede D'Or) e a câmbio (Embraer, Gerdau 20%; Petrobras 15%), Itaú 10%, Cury 5%. Cenários: Bolsonaro vence → bolsa volta à média (P/L ex-Petro&Vale de 10,1x para 11,1–11,9x, +11% a +20%; +32% a +45% a 1 desvio acima), real +5%; Lula reeleito → Ibov ~170 mil (−10%, 9x), real −10–15% (5,7–6,0). Odds favorecem o incumbente: 1º turno Lula 40,3% x 37,5% (média 5 d), 2º turno empate técnico. Set/26: Ibov +5,0% (BRL e USD), +15,6% no ano; estrangeiro +R$ 6,3 bi no mês (R$ 12,5 bi de 21/08 a 10/09, depois secou). Juro real longo IPCA+7,4%; Treasury real 10a 2,89%, gap 4,5 pp.

Mês anterior (09/26)
—
Ibovespa +5,0%
No ano
—
Ibovespa +15,6% · CDI —
Desde out/2009
—
Ibovespa — · IBrX-50 —
PapelPesovs mês ant.UpsideP/L 26 / 27EV/EBITDA 27Mkt cap R$ bi
PETR4Petrobras · Oil & Gas15%=25%4,0x / ——668
AXIA3Axia · Utilities10%=26%16,2x / ——156
EMBJ3Embraer · Capital Goods10%=34%23,9x / ——72
ENEV3Eneva · Utilities10%=11%85,5x / ——54
GGBR4Gerdau · Metal & Mining10%=15%8,5x / ——45
ITUB4Itau Unibanco · Banks10%=22%9,5x / ——492
MOTV3Motiva · Transportation10%=19%13,1x / ——34
RDOR3Rede D'Or · Healthcare10%=51%16,8x / ——83
SBSP3Sabesp · Utilities10%=13%20,6x / ——95
CURY3Cury · Real Estate5%=51%7,0x / ——9

Trocas do mês

    BTG Pactual, Brazil 10SIM de 2026-10-01 (Carlos Sequeira e equipe). Múltiplos e upside são estimativas do próprio BTG. Arquivo manual carteiras/btg_10sim.json.40
    Opinião qualificada · 41

    BTG Pactual · Brazil 10SIM histórico

    43 relatórios mensais (03/23 a 10/26): o que a carteira do sell-side carregou, por quanto tempo, e como foi contra o índice.

    10SIMIbovespaIBrX-50
    Acumulado desde out/2009 informado em cada relatório (%)200400600202420252026622%246%188%
    Retorno relativo ao Ibovespa desde 03/23 (base 100)100,0105,0110,0202420252026início = 100104,6

    Carteira mês a mês (peso %, últimos 24 relatórios; negrito = minha cobertura)

    Papel · meses10/2411/2412/2401/2502/2503/2504/2505/2506/2507/2509/2510/2511/2512/2501/2602/2603/2604/2605/2606/2607/2608/2609/2610/26
    ITUB421 m101515101010101010101010151010101515151010
    AXIA3ex-ELET314 m1510101010101510101010101010
    PETR414 m1015151515151015151010151515
    EMBJ3ex-EMBR313 m10101010101010101010101010
    ENEV313 m10101010101010101010101010
    EQTL312 m101010101010101015101010
    ROXO3412 m101010101010151015101010
    CURY311 m55510555101055
    RENT311 m1010101010101515151510
    CYRE310 m1010510101010101010
    MOTV39 m101010101010101010
    RDOR39 m101010101010101010
    CPLE3ex-CPLE5/CPLE68 m1010101010101010
    SBSP36 m101010101010
    SMFT36 m101010101010
    ALOS35 m1010555
    SUZB35 m1010101010
    WEGE35 m1010101010
    POMO44 m5555
    PRIO34 m10101010
    TIMS34 m10101010
    TOTS34 m1010105
    AURA333 m555
    BBSE33 m101010
    CSAN33 m101010
    GGBR43 m101010
    ABEV32 m1010
    DIRR32 m55
    ENGI112 m1010
    MELI342 m1010
    RADL32 m1010
    RAIL32 m1010
    STOC342 m55
    VALE32 m1010
    VBBR32 m1010
    VIVA32 m1010
    BBAS31 m10
    CSMG31 m5
    CXSE31 m10
    JBSS32ex-JBSS31 m10
    LREN31 m10
    PSSA31 m10

    Papéis mais recorrentes desde 03/23

    PapelMeses na carteirade 43
    ITUB43581%
    PETR42660%
    AXIA3ex-ELET32558%
    EQTL32353%
    EMBJ3ex-EMBR32149%
    RENT32047%
    CYRE31842%
    RDOR31433%
    ENEV31330%
    ROXO341330%
    MELI341228%
    CURY31126%

    Desempenho citado nos últimos 12 relatórios

    RelatórioMês anteriorYTD 10SIMYTD IbovΔ
    11/25+1,5%33,8%24,3%+9,5 p.p.
    12/25+8,0%44,5%32,2%+12,3 p.p.
    01/26-3,0%40,2%34,0%+6,2 p.p.
    02/26+9,7%———
    03/26+2,8%12,8%17,2%-4,4 p.p.
    04/26-1,0%11,6%16,3%-4,7 p.p.
    05/26+0,7%12,4%16,3%-3,9 p.p.
    06/26-7,5%3,9%7,9%-4,0 p.p.
    07/26+1,8%5,8%6,8%-1,0 p.p.
    08/26+1,1%7,0%10,5%-3,5 p.p.
    09/26+1,8%8,9%10,1%-1,2 p.p.
    10/26————
    BTG Pactual, Brazil 10SIM (portal de research, lido no visor). Acumulado desde out/2009 e YTD são os números citados em cada relatório (com o Ibovespa e o IBrX-50 do mesmo texto); a razão 10SIM/Ibovespa é derivada deles. Pesos: Table 1 de cada relatório; meses com tabela em imagem foram reconstruídos pelo texto. Arquivo manual carteiras/btg_10sim.json.41
    Macro · 43

    Mercado agora

    Índices, câmbio, petróleo, volatilidade e juro americano, com atraso de ~15 minutos. Use o seletor de janela em cada gráfico ou o global no trilho.

    Ibovespa
    207.610
    +1,2% no dia
    S&P 500
    7.760
    +0,2% no dia
    Nasdaq
    26.504
    +0,3% no dia
    Euro Stoxx 50
    6.122
    -0,4% no dia
    USD/BRL
    5,02
    -0,6% no dia
    Brent (US$)
    109
    -0,8% no dia
    VIX
    17,50
    -5,1% no dia
    Treasury 10a (%)
    5,12
    -0,3% no dia
    Juro real 2035 (DAP)
    6,82
    0,0% no dia
    Ibovespa (série completa)0100.000200.00019972001200520092013201720212025207.610
    S&P 500 (série completa)02.5005.0007.5001976198219881994200020062012201820247.760
    Yahoo Finance, última cotação 2026-10-20 14:45. Ibovespa desde 1993 e S&P 500 desde 1970, fechamentos diários.43
    Macro · 44

    Ibovespa · decomposição

    Quem puxou e quem segurou o índice. Identidade do índice: Σ quantidade teórica × preço ÷ redutor; a quantidade já reinveste o dividendo, então a soma bate com o índice.

    Ibovespa +1,23% de 19/10 a 20/10; soma das contribuições +1,53 p.p.; erro +0,29 p.p.. Método: exato · fotografia 19/10/26.

    SetorPesoRetornoContrib. p.p.
    Financeiro28,1%+2,7%+0,76
    Utilidade pública18,8%+1,8%+0,34
    Consumo cíclico3,6%+3,4%+0,12
    Bens industriais6,4%+1,4%+0,09
    Saúde3,3%+2,5%+0,08
    Consumo não cíclico3,7%+1,9%+0,07
    Imobiliário2,1%+2,7%+0,05
    Telecom1,3%+1,9%+0,02
    Tecnologia0,7%+2,6%+0,02
    Petróleo e gás19,8%+0,1%+0,01
    Materiais básicos12,1%-0,4%-0,05
    Maiores contribuiçõesPesoVar.p.p.
    ITUB4Financeiro8,90%+2,4%+0,21
    B3SA3Financeiro3,91%+4,4%+0,17
    BPAC11Financeiro3,26%+4,0%+0,13
    BBDC4Financeiro3,57%+2,7%+0,10
    AXIA3Utilidade públ4,66%+1,5%+0,07
    EQTL3Utilidade públ2,11%+2,9%+0,06
    SBSP3Utilidade públ3,95%+1,5%+0,06
    RENT3Consumo cíclic1,73%+3,3%+0,06
    ITSA4Financeiro3,22%+1,7%+0,05
    ENEV3Utilidade públ2,10%+2,5%+0,05
    WEGE3Bens industria2,42%+2,0%+0,05
    RAIL3Bens industria0,91%+4,3%+0,04
    Menores contribuiçõesPesoVar.p.p.
    VALE3Materiais bási8,52%-0,7%-0,06
    EMBJ3Bens industria2,29%-1,3%-0,03
    PETR4Petróleo e gás8,91%-0,2%-0,02
    PRIO3Petróleo e gás1,86%-1,0%-0,02
    SUZB3Materiais bási0,91%-1,1%-0,01
    BRAV3Petróleo e gás0,20%-0,5%-0,00
    CSNA3Materiais bási0,15%-0,5%-0,00
    BRAP4Materiais bási0,18%-0,2%-0,00
    CPLE3Utilidade públ1,82%0,0%0,00
    VIVA3Consumo cíclic0,12%+0,2%+0,00
    AZZA3Consumo cíclic0,12%+0,2%+0,00
    BEEF3Consumo não cí0,07%+1,4%+0,00

    Ibovespa +0,35% de 13/10 a 20/10; soma das contribuições +0,64 p.p.; erro +0,29 p.p.. Método: exato · fotografia 13/10/26.

    SetorPesoRetornoContrib. p.p.
    Petróleo e gás19,8%+1,9%+0,38
    Utilidade pública18,8%+1,1%+0,20
    Consumo cíclico3,6%+3,9%+0,14
    Consumo não cíclico3,7%+3,4%+0,13
    Saúde3,3%+2,6%+0,08
    Telecom1,3%+5,3%+0,07
    Imobiliário2,1%+0,3%+0,01
    Tecnologia0,7%-0,4%-0,00
    Bens industriais6,4%-0,8%-0,05
    Financeiro28,1%-0,5%-0,13
    Materiais básicos12,1%-1,5%-0,18
    Maiores contribuiçõesPesoVar.p.p.
    PETR4Petróleo e gás8,91%+1,8%+0,16
    B3SA3Financeiro3,91%+3,3%+0,13
    PRIO3Petróleo e gás1,86%+5,3%+0,09
    PETR3Petróleo e gás5,49%+1,2%+0,07
    ABEV3Consumo não cí2,33%+2,9%+0,07
    AXIA3Utilidade públ4,66%+1,3%+0,06
    ASAI3Consumo não cí0,62%+10,2%+0,06
    ENEV3Utilidade públ2,10%+2,7%+0,06
    RADL3Saúde0,98%+5,0%+0,05
    VIVT3Telecom0,78%+5,7%+0,04
    BPAC11Financeiro3,26%+1,1%+0,04
    UGPA3Petróleo e gás1,45%+2,5%+0,04
    Menores contribuiçõesPesoVar.p.p.
    VALE3Materiais bási8,52%-1,9%-0,16
    BBDC4Financeiro3,57%-3,5%-0,13
    ITUB4Financeiro8,90%-1,3%-0,11
    WEGE3Bens industria2,42%-4,3%-0,11
    ITSA4Financeiro3,22%-1,8%-0,06
    BBDC3Financeiro0,91%-3,4%-0,03
    SUZB3Materiais bási0,91%-1,9%-0,02
    MBRF3Consumo não cí0,47%-2,9%-0,01
    CSNA3Materiais bási0,15%-7,9%-0,01
    SANB11Financeiro0,35%-2,7%-0,01
    DIRR3Imobiliário0,12%-5,8%-0,01
    USIM5Materiais bási0,12%-5,2%-0,01

    Ibovespa +12,08% de 18/09 a 20/10; soma das contribuições +12,41 p.p.; erro +0,32 p.p.. Método: exato · fotografia 25/09/26.

    SetorPesoRetornoContrib. p.p.
    Financeiro28,1%+16,8%+4,73
    Petróleo e gás19,8%+14,9%+2,95
    Utilidade pública18,8%+15,1%+2,84
    Consumo cíclico3,6%+36,9%+1,34
    Saúde3,3%+17,0%+0,56
    Consumo não cíclico3,7%+12,3%+0,45
    Imobiliário2,1%+20,5%+0,42
    Tecnologia0,7%+20,9%+0,15
    Bens industriais6,4%+1,7%+0,11
    Telecom1,3%+3,0%+0,04
    Materiais básicos12,1%-9,9%-1,19
    Maiores contribuiçõesPesoVar.p.p.
    PETR4Petróleo e gás8,91%+19,3%+1,60
    ITUB4Financeiro8,90%+15,9%+1,39
    B3SA3Financeiro3,91%+33,6%+1,18
    PETR3Petróleo e gás5,49%+20,9%+1,06
    BPAC11Financeiro3,26%+32,6%+0,93
    SBSP3Utilidade públ3,95%+19,6%+0,73
    RENT3Consumo cíclic1,73%+44,7%+0,61
    BBDC4Financeiro3,57%+14,8%+0,53
    AXIA3Utilidade públ4,66%+10,8%+0,51
    EQTL3Utilidade públ2,11%+26,3%+0,50
    ITSA4Financeiro3,22%+12,0%+0,39
    ENEV3Utilidade públ2,10%+18,7%+0,38
    Menores contribuiçõesPesoVar.p.p.
    VALE3Materiais bási8,52%-10,2%-1,06
    WEGE3Bens industria2,42%-6,1%-0,17
    EMBJ3Bens industria2,29%-6,0%-0,15
    SUZB3Materiais bási0,91%-11,7%-0,13
    VBBR3Petróleo e gás1,51%-7,7%-0,12
    CMIN3Materiais bási0,27%-8,6%-0,03
    KLBN11Materiais bási0,50%-4,3%-0,02
    SANB11Financeiro0,35%-4,6%-0,02
    NATU3Consumo não cí0,21%-6,3%-0,02
    BRAP4Materiais bási0,18%-5,0%-0,01
    TEND3Imobiliário0,11%-4,1%-0,01
    TIMS3Telecom0,51%-1,6%-0,00

    Ibovespa +28,85% de 30/12 a 20/10; soma das contribuições +29,72 p.p.; erro +0,87 p.p.. Método: quase exato (units/proventos aprox.) · fotografia 01/09/25.

    SetorPesoRetornoContrib. p.p.
    Petróleo e gás19,8%+59,7%+11,85
    Financeiro28,1%+35,4%+9,97
    Utilidade pública18,8%+47,6%+8,94
    Consumo não cíclico3,7%+35,8%+1,32
    Bens industriais6,4%+16,5%+1,06
    Consumo cíclico3,6%+26,4%+0,96
    Imobiliário2,1%+33,8%+0,69
    Saúde3,3%+9,5%+0,32
    Tecnologia0,7%+4,5%+0,03
    Telecom1,3%-5,4%-0,07
    Materiais básicos12,1%-19,1%-2,31
    Saíram do índice0,0%0,0%-3,04
    Maiores contribuiçõesPesoVar.p.p.
    PETR4Petróleo e gás8,91%+87,8%+5,60
    ITUB4Financeiro8,90%+25,0%+3,54
    PETR3Petróleo e gás5,49%+98,2%+3,38
    CPLE3Utilidade públ1,82%+34,9%+2,33
    B3SA3Financeiro3,91%+69,2%+2,24
    SBSP3Utilidade públ3,95%+22,7%+1,69
    BPAC11Financeiro3,26%+54,9%+1,22
    ENEV3Utilidade públ2,10%+59,6%+1,16
    AXIA3Utilidade públ4,66%+17,8%+1,14
    ITSA4Financeiro3,22%+34,5%+1,11
    CSMG3Utilidade públ0,82%+45,2%+1,08
    PRIO3Petróleo e gás1,86%+69,7%+1,06
    Menores contribuiçõesPesoVar.p.p.
    VALE3Materiais bási8,52%-8,5%-2,45
    CPLE6Saíram do índi0,00%-100,0%-0,98
    ELET6Saíram do índi0,00%-100,0%-0,69
    BRFS3Saíram do índi0,00%-100,0%-0,45
    SUZB3Materiais bási0,91%-17,6%-0,25
    STBP3Saíram do índi0,00%-100,0%-0,24
    IRBR3Saíram do índi0,00%-100,0%-0,18
    SLCE3Saíram do índi0,00%-100,0%-0,13
    RECV3Saíram do índi0,00%-100,0%-0,13
    BRKM5Saíram do índi0,00%-100,0%-0,09
    SANB11Financeiro0,35%-17,5%-0,08
    CSNA3Materiais bási0,15%-33,6%-0,08
    B3: carteira teórica de 2026-10-20 (76 papéis, 56 fotografias diárias), fechamentos oficiais (COTAHIST) e proventos (canal de listadas); último ponto intraday do Yahoo. Quantidade na data inicial: fotografia do dia ou reconstruída dos proventos (units aproximadas). Janela que cruza rebalanceamento sem fotografia: peso atual × retorno.44
    Macro · 45

    Ibovespa · dividend yield

    Quanto o índice paga em caixa em 12 meses, quem paga, e como se compara com o juro real.

    DY 12 m hoje (exato)
    5,33%
    B3, data-com até 2026-10-19
    Média desde 2010
    4,53%
    mín 2,11% · máx 11,79% (aprox.)
    NTN-B 2035 (real)
    6,82%
    Tesouro Direto
    DY − juro real
    -1,49 p.p.
    caixa da bolsa acima da NTN-B
    DY aprox. mensalDY exato diário (acumula a partir de 24/09/2026)NTN-B 2035
    Dividend yield 12 m do Ibovespa × juro real5,0010,0020112012201320142015201620172018201920202021202220232024202520266,82%5,75%5,33%

    Quem paga o DY, por setor (p.p. do índice)

    Financeiro+1,71Utilidade pública+0,97Materiais básicos+0,87Petróleo e gás+0,87Saúde+0,20Consumo cíclico+0,16Bens industriais+0,15Imobiliário+0,15Consumo não cíclico+0,13Telecom+0,10Tecnologia+0,01

    Maiores contribuições ao DY

    PapelPesoDY 12 mp.p. do índice
    VALE3Materiais bási8,52%8,46%0,72
    ITUB4Financeiro8,90%6,61%0,59
    PETR4Petróleo e gás8,91%5,16%0,46
    SBSP3Utilidade públ3,95%10,80%0,43
    BBDC4Financeiro3,57%8,03%0,29
    PETR3Petróleo e gás5,49%4,64%0,25
    ITSA4Financeiro3,22%7,40%0,24
    Exato: B3, carteira teórica (quantidade × proventos com data-com em 12 meses ÷ quantidade × preço), canal de listadas, dividendos e JCP brutos. Aproximado: Yahoo (dividendos e fechamentos de cada papel), carteira e quantidades de hoje aplicadas ao passado; JCP e dividendos misturados; papéis sem 12 meses de história ficam de fora do mês. Sem recompras.45
    Macro · 46

    Fluxo por tipo de investidor

    Quem está comprando e quem está vendendo ações na B3: saldo diário, acumulado do mês e fatia de cada investidor no volume. Só o mercado de ações; futuros de índice não entram.

    Estrangeiro · 1 d / 5 d / 21 d
    +2.244 mi
    5 d +6.271 mi · 21 d +23.811 mi · mês +20.992 mi · ano +48,4 bi · 12 m +47,8 bi
    Institucional · 1 d / 5 d / 21 d
    -2.468 mi
    5 d -6.644 mi · 21 d -12.927 mi · mês -10.714 mi · ano -46,2 bi · 12 m -52,3 bi
    Pessoa física · 1 d / 5 d / 21 d
    -770 mi
    5 d -337 mi · 21 d -5.198 mi · mês -6.530 mi · ano -0,8 bi · 12 m +0,5 bi
    Inst. financeira · 1 d / 5 d / 21 d
    +1.207 mi
    5 d +1.377 mi · 21 d -2.121 mi · mês +129 mi · ano -0,4 bi · 12 m -0,2 bi
    Outros · 1 d / 5 d / 21 d
    -213 mi
    5 d -667 mi · 21 d -3.566 mi · mês -3.877 mi · ano -1,0 bi · 12 m +4,1 bi
    Estrangeiro · saldo diário no mercado de ações (R$ mi), últimos 40 pregões-5.00005.00010.00020/0826/0801/0908/0914/0918/0924/0930/0906/1013/10
    EstrangeiroInstitucionalPessoa físicaInst. financeiraOutros
    Acumulado por tipo desde 29/09/25 (R$ bi)-50,00,050,0outnovdezjan/26fevmarabrmaijunjulagosetout47,8 bi4,1 bi0,5 bi-0,2 bi-52,3 bi

    Acumulado do mês até 16/10 (R$ mi)

    InvestidorCompras R$ miVendas R$ miSaldo% do volume
    Estrangeiro455.934434.942+20.99262,0%
    Institucional183.175193.889-10.71426,2%
    Pessoa física60.58467.114-6.5308,9%
    Inst. financeira16.09915.970+1292,2%
    Outros2.9226.799-3.8770,7%

    Participação no volume por segmento, 09/2026 (compras + vendas, %)

    InvestidorÀ vistaA termoOpçõesExercícios de opçõesBlocosTotal geral
    Estrangeiro63%4%55%57%56%62%
    Institucional23%72%19%34%39%24%
    Pessoa física11%17%21%3%1%11%
    Inst. financeira3%3%3%6%4%3%
    Outros1%4%1%0%0%1%
    B3, Boletim Diário (tabela 'Participação dos investidores'): compras e vendas por tipo, acumuladas no mês até D-2; o saldo diário é a diferença entre dois acumulados. A B3 só serve os últimos ~20 dias: a série é acumulada aqui desde 25/08/2026; antes disso, histórico compilado pelo Dados de Mercado a partir da mesma tabela (bate ao centavo na sobreposição). Mensal por segmento: tabela 'Participação dos investidores mensal'.46
    Macro · 47

    Volume · quem está sendo negociado

    O mercado está mais líquido ou mais parado que o normal, e em quais papéis o volume destoa da média própria.

    Toda a B3 à vista (19/10)
    R$ 29,2 bi
    0,76x a média 21 · Ibov = 74% do total
    Volume hoje (19/10)
    R$ 21,6 bi
    papéis do Ibovespa, 76 negociados
    × média 21 pregões
    0,72x
    média R$ 30,0 bi · 63 pregões R$ 22,5 bi
    Papéis com volume anormal
    3
    ≥ 1,5× a própria média de 21 pregões
    Concentração
    27%
    5 papéis mais negociados no volume do dia
    volume diáriomédia 21 pregões
    Volume financeiro diário dos papéis do Ibovespa (R$ bi) e média móvel de 21 pregões0,025,050,075,02020202120222023202420252026R$ 30,2 biR$ 21,6 bi
    toda a B3 à vistamédia 21 pregõesmédia diária por ano — 2019: R$ 15,5 bi · 2020: R$ 26,7 bi · 2021: R$ 30,4 bi · 2022: R$ 26,8 bi · 2023: R$ 22,3 bi · 2024: R$ 21,0 bi · 2025: R$ 20,8 bi · 2026: R$ 27,2 bi
    Volume financeiro diário de toda a B3 à vista (R$ bi) e média móvel de 21 pregões50,0100,02020202120222023202420252026R$ 38,7 biR$ 29,2 bi
    fatia dos papéis do Ibovespahoje: ações R$ 24,5 bi · BDR 1,57 · ETF 2,70 · FII 0,37 · 3,64 mi negócios · 1860 códigos
    Fatia dos papéis do Ibovespa no volume à vista da B3 (%)406080202020212022202320242025202674%

    Volume mais forte que o normal

    PapelR$ mi× méd. 21Dia
    MRVE3Imobiliário2001,9x+10,9%
    MBRF3Consumo não cí2031,8x-4,1%
    FLRY3Saúde2261,7x+1,6%
    RAIL3Bens industria4091,5x-0,2%
    DIRR3Imobiliário2281,4x+2,9%
    BEEF3Consumo não cí1481,4x+4,3%
    AZZA3Consumo cíclic1441,3x+13,2%

    Volume mais fraco que o normal

    PapelR$ mi× méd. 21Dia
    BBDC3Financeiro730,2x-0,7%
    AXIA3Utilidade públ5150,4x-1,3%
    TEND3Imobiliário730,4x+2,7%
    UGPA3Petróleo e gás2250,5x-0,8%
    EMBJ3Bens industria3050,5x+0,8%
    SBSP3Utilidade públ3940,5x-0,0%
    VBBR3Petróleo e gás2780,5x-1,0%

    Mais negociados hoje

    PapelR$ mi× méd. 21Dia
    PETR4Petróleo e gás2.0550,8x-2,8%
    ITUB4Financeiro1.1270,7x-0,4%
    VALE3Materiais bási1.0050,5x+0,2%
    B3SA3Financeiro9280,8x+1,8%
    BBDC4Financeiro8100,6x-1,3%
    BBAS3Financeiro7850,6x+1,4%
    PETR3Petróleo e gás6950,9x-2,9%
    B3 COTAHIST (volume financeiro do mercado à vista, tipo 010) dos papéis da carteira atual do Ibovespa, desde 2019. A média de 21 pregões exclui o dia. Toda a B3 = soma de todos os registros à vista do COTAHIST (lote-padrão + fracionário: ações, units, BDRs, ETFs, FIIs), série diária em data/b3_volume_diario.csv, sem o IBOV11: no vencimento de opções de Ibovespa (quarta perto do dia 15) o exercício é registrado como negócio à vista do índice e chega a R$ 35 bi num dia.47
    Macro · 48

    Papéis do Ibovespa · variação e alertas

    Os 101 papéis do índice e os BDRs acompanhados, ordenados pelo tamanho do movimento do dia em desvios-padrão. Vermelho = oscilação fora do padrão (≥ 2σ); azul = volume fora do padrão (≥ 2× a média).

    Alertas · 20/10 · tempo real 14:45 (MT5)

    • TAEE11 · oscilação +3,4% = 2,4σ (α +2,5% = 2,3σ, β 0,6)
    • POMO4 · oscilação +6,2% = 2,2σ (α +4,7% = 2,1σ, β 1,1)
    • GOAU4 · volume 2,0× a média (projetado)
    Maiores altas do diaDia5 d
    MGLU3+12,1%+12,2%
    POMO4+6,2%+4,2%
    VAMO3+5,5%+5,3%
    HAPV3+5,4%+5,5%
    NATU3+4,8%+4,7%
    Maiores quedas do diaDia5 d
    M1TA34-2,7%-0,5%
    FCXO34-2,2%-3,8%
    JBSS32-2,0%+1,5%
    AAPL34-1,8%+3,8%
    GOGL34-1,7%-1,1%
    PapelPesoPreçoDia5 d21 dz do diaσ diárioVol. × méd. 21 dVol. R$ miP/L 12mAlerta
    TAEE11Utilidade pública0,3%45,96+3,4%+0,6%+10,1%2,41,4%0,9×7212,2xoscilação +3,4% = 2,4σ (α +2,5% = 2,3σ, β 0,6)
    POMO4Bens industriais0,1%4,96+6,2%+4,2%+15,2%2,22,7%1,0×865,0xoscilação +6,2% = 2,2σ (α +4,7% = 2,1σ, β 1,1)
    MGLU3Consumo cíclico0,2%13,26+12,1%+12,2%+117,9%2,05,8%1,3×53318,7x
    HYPE3Saúde0,3%27,22+3,9%+5,3%+15,0%1,92,0%0,8×1029,1x
    RAIL3Bens industriais0,9%19,34+4,3%+1,7%+29,0%1,82,3%0,9×40915,7x
    LILY34BDR—216,29+3,7%+6,0%+5,7%1,72,1%0,9×9—
    FLRY3Saúde0,4%28,45+3,3%+5,6%+33,3%1,52,1%0,8×22619,1x
    ENEV3Utilidade pública2,1%32,20+2,5%+2,8%+18,8%1,51,7%0,5×27494,3x
    WEGE3Bens industriais2,4%48,63+2,0%-4,9%-6,7%1,51,3%1,2×43027,6x
    NATU3Consumo não cíclico0,2%7,44+4,8%+4,7%-7,2%1,53,2%0,9×747,0x
    ROXO34BDR—12,79+4,3%-7,7%+3,5%1,52,9%1,1×18614,7x
    ISAE4Utilidade pública0,5%29,06+2,3%-1,1%+5,4%1,51,6%0,3×8612,2x
    BBSE3Financeiro0,9%42,24+2,5%+2,3%+3,1%1,41,7%0,7×1809,5x
    MOTV3Bens industriais0,7%20,67+3,0%+3,3%+28,0%1,42,1%1,0×31415,2x
    TEND3Imobiliário0,1%28,88+4,3%-4,0%-4,2%1,43,1%0,7×734,1x
    B3SA3Financeiro3,9%23,50+4,4%+2,9%+33,2%1,33,2%0,7×92818,1x
    DIRR3Imobiliário0,1%11,24+4,1%-5,5%+12,1%1,33,0%0,7×2285,5x
    EGIE3Utilidade pública0,5%31,27+2,0%+0,2%+3,2%1,31,5%0,5×6916,8x
    EQTL3Utilidade pública2,1%49,97+2,9%+1,4%+26,0%1,32,2%1,2×58834,7x
    PSSA3Financeiro0,3%52,46+2,0%-1,0%+6,3%1,31,6%0,9×928,8x
    CMIG4Utilidade pública0,7%11,85+2,1%-0,4%+5,7%1,31,6%0,6×13112,3x
    XPBR31BDR—157,84+4,4%-5,5%+46,0%1,23,5%0,7×23112,9x
    BPAC11Financeiro3,3%81,43+4,0%+1,2%+32,8%1,23,4%0,8×66619,9x
    TIMS3Telecom0,5%19,14+2,0%+5,1%-1,7%1,21,7%0,5×1139,4x
    CURY3Imobiliário0,2%32,69+3,6%-0,8%+14,6%1,13,1%0,5×1547,3x
    ITUB4Financeiro8,9%49,04+2,4%-1,2%+15,9%1,12,1%0,7×1.12710,1x
    STOC34BDR—60,07+3,6%-5,4%+14,6%1,13,1%0,5×156,4x
    CSMG3Utilidade pública0,8%63,78+2,4%+2,5%+13,1%1,12,1%0,9×19616,5x
    BBDC4Financeiro3,6%20,65+2,7%-3,1%+15,3%1,12,4%0,6×8107,3x
    ASAI3Consumo não cíclico0,6%13,93+4,0%+9,7%+35,1%1,13,5%0,8×19515,0x
    LREN3Consumo cíclico0,5%14,70+4,0%+6,9%+32,6%1,13,5%0,9×2628,5x
    ALOS3Imobiliário0,6%35,63+2,2%+3,5%+24,8%1,11,9%0,9×18020,2x
    RDOR3Saúde1,6%44,39+2,4%+0,1%+19,7%1,12,2%0,7×42517,2x
    AURE3Utilidade pública0,2%15,29+2,7%+0,8%+24,9%1,12,4%0,7×46107,3x
    ABEV3Consumo não cíclico2,3%16,79+1,4%+3,5%+9,8%1,11,3%0,7×37215,2x
    CYRE3Imobiliário0,3%33,82+3,6%-0,1%+27,0%1,13,3%1,4×2646,7x
    VAMO3Consumo cíclico0,1%6,47+5,5%+5,3%+85,8%1,15,0%0,8×11115,2x
    VIVT3Telecom0,8%32,44+1,9%+5,9%+5,0%1,11,8%0,6×14311,2x
    TOTS3Tecnologia0,7%41,84+2,6%0,0%+22,6%1,02,5%0,6×12618,6x
    CPFE3Utilidade pública0,3%50,35+1,9%+0,8%+12,3%1,01,8%0,8×5813,2x
    MULT3Imobiliário0,4%38,11+2,2%+0,8%+25,5%1,02,2%0,9×18419,1x
    RENT3Consumo cíclico1,7%52,38+3,3%+1,4%+43,9%1,03,4%0,7×54412,1x
    AAPL34BDR—85,30-1,8%+3,8%+0,1%-0,91,9%0,8×27—
    M1TA34BDR—123,68-2,7%-0,5%+1,3%-0,93,0%0,6×23—
    BOVA11BDR—205,00+1,3%-1,5%+10,4%0,91,4%1,0×912—
    CEAB3Consumo cíclico0,1%13,98+3,6%+8,5%+55,0%0,94,0%1,1×1466,4x
    GOGL34BDR—142,44-1,7%-1,1%-2,4%-0,91,9%0,7×38—
    CSAN3Petróleo e gás0,4%5,30+3,7%+4,3%+46,0%0,94,2%0,8×14917,4x
    IGTI11Imobiliário0,2%32,44+2,0%+1,2%+24,6%0,92,3%0,9×9519,1x
    BBDC3Financeiro0,9%18,20+2,1%-3,1%+15,6%0,92,4%0,2×736,5x
    UGPA3Petróleo e gás1,5%39,76+1,7%+2,8%+1,9%0,82,0%0,7×22512,3x
    ITSA4Financeiro3,2%15,71+1,7%-1,6%+12,2%0,82,1%0,4×358—
    JBSS32BDR—63,86-2,0%+1,5%+5,2%-0,82,5%0,6×7413,4x
    AXIA3Utilidade pública4,7%59,60+1,5%+0,1%+9,5%0,81,9%0,8×51510,8x
    ENGI11Utilidade pública0,8%67,34+2,0%+1,9%+31,3%0,82,5%0,9×21029,7x
    GOAU4Materiais básicos0,3%11,83+1,7%+1,4%+4,3%0,82,2%2,0×151—volume 2,0× a média (projetado)
    HAPV3Saúde0,1%9,36+5,4%+5,5%+48,3%0,86,7%1,0×69—
    FCXO34BDR—115,21-2,2%-3,8%-1,1%-0,82,9%0,6×2—
    COGN3Consumo cíclico0,2%3,22+2,5%+9,4%+44,7%0,73,4%1,4×1747,0x
    BERK34BDR—134,83+0,9%+4,3%+1,6%0,71,2%1,4×6—
    EMBJ3Bens industriais2,3%91,23-1,3%+1,0%-5,3%-0,71,9%0,8×30519,8x
    INBR32BDR—33,00+2,5%-9,1%+18,9%0,73,7%1,4×2017,2x
    CXSE3Financeiro0,4%21,25+1,1%+1,4%+2,4%0,71,7%0,8×16512,7x
    USIM5Materiais básicos0,1%6,78+2,0%-4,1%-0,6%0,63,0%1,1×1026,4x
    KLBN11Materiais básicos0,5%18,31+0,8%+0,7%-4,4%0,61,3%0,4×6613,2x
    SUZB3Materiais básicos0,9%42,37-1,1%-1,5%-11,3%-0,61,8%0,6×1885,7x
    RADL3Saúde1,0%21,71+1,7%+5,7%+8,0%0,62,9%0,4×16820,3x
    SBSP3Utilidade pública4,0%32,67+1,5%+0,7%+20,0%0,62,5%0,8×39418,6x
    NVDC34BDR—22,65-1,3%-3,6%-2,2%-0,62,2%0,4×139—
    SMFT3Consumo cíclico0,5%25,61+1,9%+3,4%+51,1%0,63,2%0,9×27213,8x
    BBAS3Financeiro2,4%24,31+1,5%+0,6%+5,1%0,62,6%0,7×7856,4x
    GGBR4Materiais básicos1,1%26,18+1,3%+1,3%+3,9%0,62,2%0,7×1998,2x
    VALE3Materiais básicos8,5%65,87-0,7%-1,3%-9,6%-0,51,5%0,8×1.0054,8x
    ORCL34BDR—110,38+1,8%-7,6%-16,1%0,53,6%1,4×7—
    YDUQ3Consumo cíclico0,1%14,32+1,7%+9,1%+37,1%0,53,6%0,8×678,9x
    MELI34BDR—77,98+1,0%-1,8%-1,1%0,52,1%1,0×12139,1x
    CHVX34BDR—112,22-0,9%+7,6%+3,9%-0,41,9%0,2×0—
    VBBR3Petróleo e gás1,5%36,57+0,8%+0,4%-7,4%0,41,8%0,7×27810,3x
    BEEF3Consumo não cíclico0,1%4,40+1,4%+0,2%+9,8%0,43,2%0,5×14810,6x
    IVVB11BDR—436,85-0,4%-0,2%-0,9%-0,40,9%1,4×102—
    PRIO3Petróleo e gás1,9%70,30-1,0%+4,5%+10,3%-0,42,4%1,3×42410,1x
    SANB11Financeiro0,3%28,11+0,9%-2,4%-4,4%0,42,4%1,4×1136,8x
    TSLA34BDR—58,62+0,9%-2,8%-1,3%0,32,5%1,3×69—
    MRVE3Imobiliário0,1%8,12+1,4%+9,5%+56,6%0,34,3%1,6×2007,0x
    AURA33BDR—143,99-1,2%-4,1%-3,9%-0,34,0%0,8×65—
    MSFT34BDR—111,25-0,7%+1,0%+4,9%-0,32,2%0,9×16—
    CMIN3Materiais básicos0,3%4,99+0,8%0,0%-9,0%0,33,0%0,5×337,2x
    BRAV3Petróleo e gás0,2%20,86-0,5%+0,1%+20,7%-0,22,2%1,0×546,3x
    SPCX34BDR—49,32-0,7%-7,4%-6,1%-0,24,3%0,9×51—
    MBRF3Consumo não cíclico0,5%18,28+0,4%-3,5%+7,9%0,22,8%0,6×203—
    MUTC34BDR—759,95-0,7%-10,3%-8,6%-0,14,5%0,8×58—
    BRAP4Materiais básicos0,2%20,13-0,2%-0,8%-4,5%-0,11,6%1,0×77—
    AMZO34BDR—65,93-0,3%+1,1%+1,9%-0,12,2%0,8×78—
    CSNA3Materiais básicos0,2%5,94-0,5%-7,1%+2,4%-0,14,4%0,8×1295,2x
    PETR4Petróleo e gás8,9%57,87-0,2%+1,1%+18,5%-0,12,2%1,0×2.0555,7x
    JPMC34BDR—167,93+0,1%+0,6%-6,0%0,11,4%0,4×6—
    VIVA3Consumo cíclico0,1%27,40+0,2%-4,8%+21,6%0,12,5%0,6×917,6x
    AZZA3Consumo cíclico0,1%26,55+0,2%+5,6%+86,8%0,04,4%0,8×1445,2x
    PETR3Petróleo e gás5,5%64,57+0,0%+0,3%+19,8%0,02,3%0,8×6956,4x
    ITLC34BDR—77,25-0,1%-11,2%-16,9%-0,04,6%0,9×41—
    CPLE3Utilidade pública1,8%17,640,0%+0,9%+10,4%0,01,3%0,7×24817,9x
    Fechamentos e volumes B3 (COTAHIST); último preço intraday do Yahoo quando mais novo que o fechamento. z = ln(1 + retorno do dia) ÷ desvio-padrão dos retornos diários de 60 pregões; volume relativo = volume financeiro do último pregão fechado ÷ média dos 21 anteriores. Limites em config.ALERTA_Z e config.ALERTA_VOL.48
    Macro · 49

    Valuation · múltiplos 12 meses à frente

    Quanto o mercado paga pelo lucro, pelo EBITDA e pelo patrimônio, papel a papel e no agregado, e se o múltiplo mexeu por preço ou por revisão.

    preços de tela 14:45 (MT5) · guia 19/10
    Ibovespa · P/L 12m
    9,5x
    +1,2x desde 20/04 · cobre 96% do índice
    Ex-Petrobras e Vale
    12,2x
    +1,9x desde 20/04
    EV/EBITDA 12m
    6,6x
    EV atual ÷ EBITDA 12m · ex-Petro e Vale, sem bancos
    P/VP
    1,79x
    PL dos controladores na CVM (30/06/26)
    Dividend yield 12m
    5,8%
    dividendos esperados ÷ preço
    EY − NTN-B 2035
    3,7 pp
    EY 10,5% · NTN-B 6,82%
    Ibovespaex-Petrobras e Vale
    P/L 12 meses à frente, agregado (Σ valor ÷ Σ lucro, quantidades teóricas da carteira)8,010,012,0junjulagosetout12,2x9,5x
    Setor · papéis (clique abre)PesoP/L 12mEV/EBITDAP/VPDYΔ P/LRev. lucro 2027
    ▸ Materiais básicos · 912,1%5,3x4,3x1,24x7,7%-0,7x+1,8%
    ▸ Petróleo e gás · 719,8%6,8x3,4x1,71x8,5%+1,1x+18,3%
    ▸ Financeiro · 1128,1%10,1x13,9x1,82x5,5%+2,0x-5,4%
    ▸ Imobiliário · 82,1%10,4x7,4x1,84x6,1%+2,5x-9,7%
    ▸ Telecom · 21,3%10,4x4,1x1,67x9,9%-4,5x+5,8%
    ▸ Consumo cíclico · 103,6%10,5x5,2x1,49x2,4%-0,1x-5,4%
    ▸ Consumo não cíclico · 53,7%13,9x6,7x2,50x5,7%+0,1x+3,2%
    ▸ Saúde · 53,3%16,9x7,7x1,81x2,8%+0,1x-1,1%
    ▸ Utilidade pública · 1318,8%17,3x8,1x1,91x4,3%+2,0x-8,5%
    ▸ Tecnologia · 10,7%18,6x11,2x4,39x—+1,9x-1,7%
    ▸ Bens industriais · 56,4%19,4x10,8x4,01x1,9%+0,3x-4,7%

    Revisões de lucro 2027 por setor · direção e intensidade

    Setor · empresas1 sem1 mês3 meses1 mês 2026
    Imobiliário · 80,0% ↓0 ↑0/8-8,5% ↓3 ↑1/8-13,3% ↓4 ↑1/6-2,8% ↓2 ↑1/7
    Consumo não cíclico · 50,0% ↓0 ↑0/4-0,6% ↓0 ↑0/4+2,8% ↓0 ↑1/3-0,4% ↓0 ↑0/4
    Materiais básicos · 8-0,0% ↓0 ↑0/7-0,0% ↓0 ↑0/7-2,4% ↓1 ↑1/5+0,0% ↓0 ↑0/7
    Consumo cíclico · 100,0% ↓0 ↑0/100,0% ↓0 ↑0/10-4,0% ↓5 ↑2/90,0% ↓0 ↑0/10
    Financeiro · 90,0% ↓0 ↑0/80,0% ↓0 ↑0/8-5,7% ↓4 ↑1/70,0% ↓0 ↑0/7
    Saúde · 50,0% ↓0 ↑0/40,0% ↓0 ↑0/4-4,0% ↓1 ↑1/20,0% ↓0 ↑0/4
    Tecnologia · 10,0% ↓0 ↑0/10,0% ↓0 ↑0/1-1,3% ↓0 ↑0/10,0% ↓0 ↑0/1
    Telecom · 20,0% ↓0 ↑0/20,0% ↓0 ↑0/2+5,7% ↓0 ↑2/20,0% ↓0 ↑0/2
    Utilidade pública · 130,0% ↓0 ↑0/130,0% ↓0 ↑0/13-7,2% ↓4 ↑2/100,0% ↓0 ↑0/12
    Bens industriais · 5+0,0% ↓0 ↑0/5+0,0% ↓0 ↑0/5-2,5% ↓2 ↑0/3-0,0% ↓0 ↑0/5
    Petróleo e gás · 6+0,1% ↓0 ↑2/6+0,0% ↓0 ↑0/6-17,4% ↓2 ↑1/3+0,0% ↓0 ↑0/5
    Ibovespa+0,0% ↓0 ↑2/68-0,2% ↓3 ↑1/68-4,9% ↓23 ↑12/51-0,1% ↓2 ↑1/64
    cortes disseminadoscorte pontualupgrades disseminadosupgrade pontual

    Valor = variação do lucro somado do setor na janela (guias do BTG, sem o câmbio nas empresas em dólar); ↓/↑ = empresas com corte/alta ≥ 1%. Disseminado = lucro do setor ±2% e ≥ 40% das empresas na mesma direção. A última coluna é o lucro 2026. Passe o mouse para ver os nomes.

    Por que o P/L mudou · último mês

    SetorP/L 12mΔ P/LPreçoRevisãoCalendário
    Ibovespa9,3x → 10,3x+11,6%+11,4%-0,6%+0,4%
    Materiais básicos5,8x → 5,3x-8,0%-8,7%-1,2%+0,5%
    Bens industriais19,4x → 19,4x+0,1%+1,3%-0,5%+1,7%
    Telecom10,4x → 10,4x+0,4%+2,2%-0,0%+1,8%
    Utilidade pública15,6x → 17,3x+10,9%+15,3%+1,8%+2,2%
    Consumo não cíclico12,5x → 13,9x+11,4%+12,3%-0,5%+1,2%
    Saúde14,7x → 16,9x+15,0%+16,5%0,0%+1,4%
    Petróleo e gás6,9x → 8,0x+16,8%+12,2%-1,4%-2,6%
    Financeiro9,1x → 10,7x+17,5%+18,2%-0,1%+0,8%
    Tecnologia15,5x → 18,6x+20,1%+22,0%-0,0%+1,6%
    Imobiliário8,1x → 10,4x+29,4%+21,6%-7,5%+1,6%
    Consumo cíclico7,2x → 10,5x+45,1%+47,1%+0,0%+1,4%

    P/L de hoje ÷ P/L de 1 mês atrás = (1 + preço) ÷ [(1 + revisão) × (1 + calendário)]. Revisão = lucro 12m com o guia de hoje contra o de 1 mês atrás, na mesma data; calendário = o 12m à frente anda para 2027 com os dias. Revisão negativa com P/L subindo = o lucro caiu e o preço não acompanhou.

    Maiores revisões do mês e o relatório que as explica

    PapelPreçoP/L 12mP/L 2026P/L 2027EV/EBITDA 12mP/VPDY 12mLucro 2027 ÷ 2026Rev. lucro 2027Δ P/LP/L 12m desde 20/04
    POMO4Bens industriais4,965,0x5,3x4,9x3,3x1,45x9,7%+8%0,0%-1,8x
    MOTV3Bens industriais20,6715,2x16,2x14,9x6,8x2,34x1,8%+8%+0,2%+1,9x
    RAIL3Bens industriais19,3415,7x22,5x14,6x7,1x2,48x1,5%+54%-13,0%+3,2x
    EMBJ3Bens industriais91,2319,8x23,2x19,1x11,4x3,63x—+21%+0,0%$-1,4x
    WEGE3Bens industriais48,6327,6x31,8x26,7x18,9x10,82x1,7%+19%-6,3%-0,5x
    AZZA3Consumo cíclico26,555,2x6,8x4,9x2,6x0,67x—+38%+0,7%+0,2x
    CEAB3Consumo cíclico13,986,4x8,1x6,1x3,2x1,10x0,0%+33%+5,2%-0,8x
    COGN3Consumo cíclico3,227,0x7,4x6,9x4,9x0,47x3,7%+8%-20,9%+3,1x
    VIVA3Consumo cíclico27,407,6x8,9x7,3x5,6x2,02x2,7%+21%+5,5%-1,3x
    LREN3Consumo cíclico14,708,5x9,5x8,2x4,7x1,36x6,4%+16%+0,3%-0,9x
    PGMN3Consumo cíclico5,648,6x10,9x8,2x5,0x—3,6%+34%-3,6%-0,9x
    YDUQ3Consumo cíclico14,328,9x11,0x8,5x4,2x1,25x3,3%+29%-31,2%+3,1x
    RENT3Consumo cíclico52,3812,1x13,0x11,9x5,6x2,13x1,9%+9%-2,7%-0,4x
    SMFT3Consumo cíclico25,6113,8x17,2x13,2x6,0x2,59x0,0%+30%-12,0%+3,2x
    VAMO3Consumo cíclico6,4715,2x19,1x14,5x6,7x2,40x0,0%+32%-10,6%+4,2x
    MGLU3Consumo cíclico13,2618,7x31,1x17,1x4,4x0,92x2,7%+82%-4,2%+2,0x
    MELI34Consumo cíclico77,9839,1x48,5x37,3x18,1x—0,0%+30%-28,8%+7,2xP/L do guia sobre o fechamento
    NATU3Consumo não cíclico7,447,0x8,6x6,6x3,4x0,81x4,6%+30%+0,1%-3,9x
    BEEF3Consumo não cíclico4,4010,6x14,8x9,9x4,5x2,76x2,4%+50%-19,2%+3,2x
    JBSS32Consumo não cíclico63,8613,4x35,4x11,6x6,0x—6,3%+204%-3,7%+0,1xP/L do guia sobre o fechamento
    ASAI3Consumo não cíclico13,9315,0x21,9x13,9x5,8x2,94x1,3%+57%+0,8%+2,1x
    ABEV3Consumo não cíclico16,7915,2x15,7x15,1x7,6x2,94x7,1%+4%+4,4%+0,2x
    MBRF3Consumo não cíclico18,28———6,3x—————
    PICSFinanceiro13,595,6x8,6x5,2x———+66%-1,8%—P/L do guia sobre o fechamento
    BBAS3Financeiro24,316,4x*—6,4x—0,75x4,1%—-10,1%+1,0x
    STOC34Financeiro60,076,4x6,4x6,4x———+0%-21,4%~-0,6xP/L do guia sobre o fechamento
    BBDC3Financeiro18,206,5x7,0x6,4x—1,06x7,8%+11%-4,4%-0,1x
    SANB11Financeiro28,116,8x7,7x6,6x—0,83x7,2%+17%-17,7%+0,1x
    INBR32Financeiro33,007,2x8,5x7,0x—1,38x—+22%-3,1%-0,3x
    BBDC4Financeiro20,657,3x8,0x7,2x—1,20x6,9%+11%-4,4%-0,3x
    PAGS34Financeiro11,687,6x8,0x7,6x———+6%-8,1%+2,1xP/L do guia sobre o fechamento
    PSSA3Financeiro52,468,8x9,1x8,7x—2,09x6,2%+5%+0,5%-0,8x
    BBSE3Financeiro42,249,5x9,4x9,5x—7,53x9,3%-0%+1,3%+1,3x
    ITUB4Financeiro49,0410,1x11,0x9,8x—2,48x6,1%+12%-4,1%+0,5x
    CXSE3Financeiro21,2512,7x13,7x12,5x—4,62x7,1%+10%0,0%+1,3x
    XPBR31Financeiro157,8412,9x13,7x12,8x———+7%-7,5%+4,6xP/L do guia sobre o fechamento
    ROXO34Financeiro12,7914,7x17,7x14,1x———+25%+2,0%-2,4xP/L do guia sobre o fechamento
    B3SA3Financeiro23,5018,1x19,1x17,9x13,9x6,28x5,3%+7%+10,3%+1,0x
    BPAC11Financeiro81,4319,9x25,3x18,9x——1,5%+34%—+4,8x
    ITSA4Financeiro15,71————1,88x————
    TEND3Imobiliário28,884,1x5,4x3,9x3,3x2,30x4,4%+40%+6,6%-1,7x
    DIRR3Imobiliário11,245,5x6,5x5,3x4,5x2,51x6,1%+23%-20,4%-1,0x
    CYRE3Imobiliário33,826,7x7,6x6,5x8,0x1,32x6,8%+17%0,0%+0,9x
    MRVE3Imobiliário8,127,0x*—7,0x4,7x1,00x0,0%—-45,0%+2,3x
    CURY3Imobiliário32,697,3x8,3x7,1x5,4x6,08x8,6%+17%-8,8%-0,4x
    EZTC3Imobiliário18,957,8x9,0x7,5x11,6x1,00x8,2%+19%+0,1%+0,5x
    MULT3Imobiliário38,1119,1x20,1x18,9x11,9x2,77x2,3%+6%-4,2%+2,1x
    IGTI11Imobiliário32,4419,1x20,7x18,8x9,3x2,64x4,9%+11%0,0%+4,6xP/L do guia sobre o fechamento
    ALOS3Imobiliário35,6320,2x22,4x19,8x9,6x1,39x9,7%+13%-0,7%+0,2x
    VALE3Materiais básicos65,874,8x5,1x4,8x4,2x1,36x8,9%+6%-0,0%$-0,9x
    CSNA3Materiais básicos5,945,2x12,5x4,5x3,9x—0,0%+176%+0,1%-4,2x
    SUZB3Materiais básicos42,375,7x5,1x5,9x4,6x1,05x3,2%-13%0,0%-0,0x
    USIM5Materiais básicos6,786,4x5,6x6,7x2,8x0,40x3,5%-16%+144,2%-17,6x
    CMIN3Materiais básicos4,997,2x7,6x7,1x3,9x—7,2%+6%+1,6%-0,4x
    GGBR4Materiais básicos26,188,2x8,8x8,0x4,2x0,96x6,0%+10%+28,4%-0,3x
    KLBN11Materiais básicos18,3113,2x22,3x12,0x6,1x2,38x5,2%+86%-27,3%+4,4x
    BRAP4Materiais básicos20,13————0,98x0,0%———
    GOAU4Materiais básicos11,83————0,81x————
    PETR4Petróleo e gás57,875,7x4,7x6,1x3,3x1,55x8,5%-23%+20,4%$+1,1x
    BRAV3Petróleo e gás20,866,3x7,5x6,0x3,5x0,79x1,2%+25%-0,4%~+0,1x
    PETR3Petróleo e gás64,576,4x5,2x6,8x3,3x1,73x7,6%-23%+20,4%$+1,2x
    PRIO3Petróleo e gás70,3010,1x8,3x10,7x2,2x1,99x13,9%-22%+0,6%~-3,1x
    VBBR3Petróleo e gás36,5710,3x7,0x11,7x6,0x1,86x7,4%-40%+5,6%-3,7x
    UGPA3Petróleo e gás39,7612,3x9,7x13,2x6,2x2,41x—-27%+15,1%-0,8x
    CSAN3Petróleo e gás5,3017,4x*—17,4x4,1x4,21x2,7%—-61,9%+4,0x
    SAUD3Saúde15,488,8x9,8x8,5x10,3x2,42x5,5%+15%+23,1%-1,3x
    HYPE3Saúde27,229,1x9,9x8,9x7,5x1,33x4,0%+12%0,0%+1,2x
    RDOR3Saúde44,3917,2x19,9x16,6x7,6x4,67x2,9%+19%0,0%+1,4x
    FLRY3Saúde28,4519,1x20,4x18,8x7,1x2,85x4,6%+8%+7,1%+6,3x
    RADL3Saúde21,7120,3x23,9x19,6x9,4x5,21x1,8%+22%-8,3%-2,7x
    HAPV3Saúde9,36———5,7x0,09x0,0%———
    TOTS3Tecnologia41,8418,6x21,8x18,0x11,2x4,39x—+21%-1,7%+1,9x
    TIMS3Telecom19,149,4x10,7x9,2x4,1x1,83x11,6%+16%+2,7%-4,7x
    VIVT3Telecom32,4411,2x13,9x10,7x4,1x1,58x8,8%+30%+7,4%-4,4x
    SAPR11Utilidade pública40,756,5x6,7x6,4x4,4x—0,9%+5%0,0%+0,9x
    AXIA3Utilidade pública59,6010,8x15,8x10,0x6,0x1,40x8,6%+58%+3,8%-1,4x
    TAEE11Utilidade pública45,9612,2x15,8x11,5x10,1x1,96x8,2%+38%-5,7%-0,0x
    ISAE4Utilidade pública29,0612,2x15,0x11,6x8,3x0,86x6,2%+29%-9,9%-0,4x
    CMIG4Utilidade pública11,8512,3x11,5x12,5x8,5x1,16x4,3%-8%0,0%+1,5x
    CPFE3Utilidade pública50,3513,2x11,5x13,7x6,9x2,55x5,8%-16%-12,2%-0,9x
    CSMG3Utilidade pública63,7816,5x16,4x16,5x8,4x2,73x5,4%-1%-36,6%+4,3x
    EGIE3Utilidade pública31,2716,8x19,4x16,3x9,1x2,38x3,3%+19%-15,5%-1,2x
    CPLE3Utilidade pública17,6417,9x17,5x18,0x9,3x2,17x5,6%-3%-5,1%+0,7x
    SBSP3Utilidade pública32,6718,6x24,5x17,6x8,7x2,54x2,6%+40%-27,8%+2,5x
    ENGI11Utilidade pública67,3429,7x30,7x29,5x7,9x1,74x1,2%+4%+55,0%-20,0x
    EQTL3Utilidade pública49,9734,7x45,6x32,8x9,7x2,40x0,7%+39%-17,9%+4,0x
    ENEV3Utilidade pública32,2094,3x99,2x93,2x13,3x3,03x0,2%+6%+26,7%-5,5x
    AURE3Utilidade pública15,29107,3x*—107,3x9,5x1,39x0,7%—-26,9%+32,5x
    BTG Pactual Stock Guide (LatAm Valuation Summary, diário): LPA = preço do guia ÷ P/L 2026E e 2027E; DPA = DY × preço; EBITDA = valor de mercado ÷ (EV/EBITDA − DL/EBITDA) e DL = DL/EBITDA × EBITDA. EV/EBITDA = EV atual (valor de mercado de tela + dívida líquida de fim de 2026 do BTG) ÷ EBITDA 12m. Lucro, EBITDA e dividendo 12m à frente = 2026 e 2027 interpolados por dias até 31/12, com o preço de tela (nunca o múltiplo pronto). P/VP = preço ÷ (PL dos controladores do último ITR/DFP na CVM ÷ ações em circulação). Agregados com as quantidades teóricas da carteira atual; fora do guia: GOAU4, ITSA4. * = guia sem lucro 2026 (usa só 2027). Rev. lucro e Δ P/L desde o 1º guia guardado (20/04); Δ negativo (verde) = ficou mais barato. $ = empresa que o BTG modela em dólar: o lucro em reais muda a cada guia com o câmbio, e a revisão desconta esse fator (comum a essas empresas no guia); ~ = lucro marcado a mercado a cada guia (PRIO: câmbio e petróleo). Histórico em data/lucros_casas.json e data/pl_cvm.json. Recalculado a cada build (no pregão, a cada push do vigia ~5 min) com o preço do MT5; o ponto de hoje no gráfico usa esse preço.49
    Macro · 50

    BCB · cenário RPM a RPM

    Desde jun/22: como a projeção do Copom para o fim de cada ano foi mudando de relatório em relatório, e quanto errou. Referência para ler o relatório novo.

    4T22 (real. 5,8%)4T23 (real. 4,6%)4T24 (real. 4,8%)4T25 (real. 4,3%)
    Anos fechados: projeção do BCB para o 4T a cada relatório (%)4,06,08,02023202420252026meta 3%teto 4,5%6,0%4,8%4,6%4,3%
    4T264T27
    Anos em aberto: projeção para o 4T a cada relatório (%)3,04,05,0202420252026meta 3%teto 4,5%5,2%3,9%
    IPCA 2022IPCA 2023IPCA 2024IPCA 2025IPCA 2026
    Probabilidade (BCB) de o IPCA do ano superar o teto (%)2550751002023202420252026100%93%90%70%67%

    Projeção para o 4T de cada ano por antecedência (RPM de dezembro, junho e setembro)

    Ano8 tri antes4 tri antes2 tri1 trino fimRealizadoErro a 4 tri
    2022——8,8%5,8%6,0%5,8%—
    2023—5,0%5,0%5,0%4,6%4,6%+0,4 p.p.
    20243,0%3,5%4,0%4,3%4,9%4,8%-1,3 p.p.
    20253,2%4,5%4,9%4,8%4,4%4,3%+0,2 p.p.
    20263,6%3,5%5,2%5,2%———
    20273,1%——————

    Com 4 trimestres de antecedência, o cenário de referência errou em média 0,6 p.p. (viés -0,2 p.p.: subestimou a inflação) nos anos fechados. Compare com o Focus a 12 meses no slide de assertividade.

    BCB, Relatórios de Inflação/Política Monetária (jun/22 a set/26), Tabela 2.2.1 (cenário com Selic do Focus e câmbio PPC, IPCA acumulado em 4 trimestres) e probabilidades do capítulo 2. Realizado: IPCA dez/dez (SGS 433). Arquivo manual macro_bcb/rpm_hist.json.50
    Macro · 51

    Juros nominais · curva de hoje

    Estrutura a termo prefixada e IPCA da ANBIMA, e a inflação que o mercado embute entre as duas.

    hoje18/09implícita
    Curva prefixada (ANBIMA), % a.a. por prazo em anos13,0013,5014,0014,501a2a3a4a5a6a7a8a9a10aSelic meta 13,75%13,08%14,34%
    Inflação implícita (pré − IPCA+), % a.a.5,006,007,001a2a3a4a5a6a7a8a9a10aFocus IPCA 2027 4,31%5,80%6,88%
    PrazoPréIPCA+Implícita
    1 ano12,89%6,33%6,17%
    2 anos12,78%6,85%5,55%
    3 anos12,87%6,92%5,56%
    5 anos13,07%6,91%5,77%
    10 anos13,08%6,88%5,80%

    Inclinação 5a − 1a: +0,18 p.p.. Selic real ex-ante (pré 1a deflacionado pelo Focus 12 m): 7,88%. Focus IPCA 2026: 4,99%.

    ANBIMA, ETTJ de 2026-10-19 (Svensson, vértices em dias úteis ÷ 252). Fotografias diárias desde 2026-09-18.51
    Macro · 52

    Juros nominais · histórico da curva

    Vencimento constante interpolado entre os títulos prefixados de cada dia. O seletor de janela vale aqui.

    1a2a5a10a
    Prefixado de vencimento constante (Tesouro Direto), % a.a.10,0020,002005200620072008200920102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026Selic meta14,16%14,12%13,59%13,55%
    Tesouro Transparente, taxa de compra do Tesouro Direto (LTN e NTN-F), desde 2004; sem extrapolação, prazo sem título que o cerque fica vazio.52
    Macro · 53

    Juro real, inclinação e implícita

    As três leituras que resumem o prêmio da curva: quanto paga o real longo, quanto a curva cobra do prazo, e quanta inflação está embutida.

    Juro real de vencimento constante (NTN-B), % a.a.5,0010,0020072010201320162019202220257,67%7,56%
    Inclinação: pré 5a − pré 1a (p.p.)-2,500,002,505,002008201120142017202020232026zero0,58 p.p.
    Inflação implícita 5 anos (pré 5a vs IPCA+ 5a), %4,006,008,002008201120142017202020232026meta 3%6,00%
    Tesouro Direto (NTN-B, LTN, NTN-F), vencimento constante.53
    Macro · 54

    Juros nominais · FRAs

    Taxas a termo de 1 ano ano a ano, e a Selic mês a mês que a curva embute contra a que o Focus espera. A distância é o prêmio.

    curva hoje (19/10)curva 18/09Selic esperada pelo Focus, por reunião
    FRAs de 1 ano, ano a ano (% a.a.): o que a curva cobra para cada ano à frente13,0014,000a1a2a3a4a5a6a7a8a9a10aSelic meta 13,75%12,8912,6613,0513,3413,4313,3713,2413,0912,9312,79
    Selic implícita na curva (forward de 1 mês) vs Focus por reunião, % a.a.11,0012,0013,0014,000m6m12m18m24m30mSelic meta13,04%
    FRAHojeΔ vs 18/09
    1a1a1a → 2a12,66%-1,43 p.p.
    2a1a2a → 3a13,05%-1,39 p.p.
    3a2a3a → 5a13,38%-1,25 p.p.
    5a5a5a → 10a13,08%-1,34 p.p.
    2a3a2a → 5a13,27%-1,30 p.p.

    FRA 1a1a de 12,66% contra Selic de 12,00% esperada pelo Focus para o fim de 2027: a curva cobra +0,66 p.p. acima do consenso.

    ANBIMA ETTJ de 2026-10-19; FRA(t1,t2) = ((1+r2)^t2 / (1+r1)^t1)^(1/(t2−t1)) − 1, base 252. Datas do Copom aproximadas pelo calendário típico.54
    Macro · 55

    FRAs · histórico

    Os mesmos FRAs calculados dia a dia sobre a curva de vencimento constante. O 5a5a só existe quando há título de 10 anos.

    1a1a2a1a3a2a5a5a
    FRAs de vencimento constante (Tesouro Direto), % a.a.5,0010,0015,0020,002005200620072008200920102011201220132014201520162017201820192020202120222023202420252026Selic meta14,57%14,43%14,20%13,64%
    Tesouro Direto (LTN e NTN-F) desde 2004. Linhas interrompidas onde falta título no prazo.55
    Macro · 56

    Focus vs realizado

    Mediana do mercado para 2026 e 2027 contra o último dado observado.

    IndicadorRealizadoFocus 2026Δ 4 semΔ 3 mFocus 2027Δ 4 semΔ 3 m
    IPCA4,58%
    12m até 2026-09
    4,99%-0,01-0,344,31%+0,03+0,15
    Selic13,75%
    meta em 2026-10-20
    13,50%-0,25-0,5012,00%0,000,00
    PIB Total2,3%
    ano 2025
    1,9%-0,06-0,131,4%-0,09-0,27
    Câmbio5,06
    PTAX 2026-10-19
    5,200,000,005,28-0,02-0,01
    BCB, Focus de 2026-09-25, todos os respondentes. Δ = variação da mediana em pontos; verde = subiu, sem juízo de valor.56
    Macro · 57

    Revisões do Focus · inflação e juros

    Linha = média dos respondentes; sombra = do mais baixo ao mais alto. Quando a sombra estreita, o mercado converge. Diário desde 2021-01.

    20262027faixa mínimo–máximo dos respondentes
    IPCA 2026: média (linha) e mínimo–máximo (sombra)2,004,006,008,0020232024202520264,99%
    IPCA 2027: média (linha) e mínimo–máximo (sombra)4,006,008,002024202520264,34%
    Selic 2026: média (linha) e mínimo–máximo (sombra)5,0010,0015,002022202320242025202613,47%
    Selic 2027: média (linha) e mínimo–máximo (sombra)5,0010,0015,00202320242025202611,97%
    BCB Olinda, ExpectativasMercadoAnuais, baseCalculo 0. Tooltip traz mediana, mínimo, máximo e nº de respondentes.57
    Macro · 58

    Revisões do Focus · atividade e câmbio

    Mesmo formato: média e faixa mínimo–máximo, PIB e câmbio para 2026 e 2027.

    20262027faixa mínimo–máximo dos respondentes
    PIB Total 2026: média (linha) e mínimo–máximo (sombra)0,02,020232024202520261,9%
    PIB Total 2027: média (linha) e mínimo–máximo (sombra)0,02,04,02024202520261,4%
    Câmbio 2026: média (linha) e mínimo–máximo (sombra)4,006,008,00202220232024202520265,19
    Câmbio 2027: média (linha) e mínimo–máximo (sombra)4,006,0020232024202520265,26
    BCB Olinda, ExpectativasMercadoAnuais, baseCalculo 0.58
    Macro · 59

    Focus · Inflação, juros e câmbio

    Mediana do mercado por ano de referência. Δ = variação da mediana de 2026 em pontos.

    Indicador2026Δ 4 semΔ 3 m2027202820292030n
    IPCA%4,99-0,01-0,344,313,803,503,50144
    IPCA Livres%5,11-0,03-0,384,483,903,563,5493
    IPCA Administrados%4,62-0,07-0,373,823,623,503,5097
    IPCA Serviços%5,45-0,14-0,355,074,504,004,0091
    IPCA Bens industrializados%3,50-0,10-0,182,732,802,983,0090
    IPCA Alimentação no domicílio%6,85+0,59-0,685,664,004,004,0090
    IGP-M%4,76+0,39-1,394,113,923,813,8069
    Selic%13,50-0,25-0,5012,0010,5010,0010,00138
    CâmbioR$/US$5,200,000,005,285,305,355,40110
    BCB Focus de 2026-09-25, todos os respondentes. n = respondentes para 2026. Fiscais têm horizonte até 2035, aqui até 2030.59
    Macro · 60

    Focus · Atividade e emprego

    Mediana do mercado por ano de referência. Δ = variação da mediana de 2026 em pontos.

    Indicador2026Δ 4 semΔ 3 m2027202820292030n
    PIB Total%1,9-0,06-0,131,41,82,02,0106
    PIB Agropecuária%2,4+0,90+0,701,02,52,62,551
    PIB Indústria%1,6-0,20-0,101,21,71,91,949
    PIB Serviços%1,8-0,20-0,201,51,82,02,048
    PIB Despesa de consumo das famílias%1,4-0,45-0,551,41,81,91,946
    PIB Despesa de consumo da administração pública%2,1+0,08+0,051,31,31,51,544
    PIB Formação Bruta de Capital Fixo%0,90,00-0,101,11,82,02,044
    PIB Exportação de bens e serviços%4,2+0,12+0,053,03,03,03,044
    PIB Importação de bens e serviços%3,0+0,10+0,171,82,02,02,044
    Taxa de desocupação%5,3-0,10-0,105,86,46,56,572
    BCB Focus de 2026-09-25, todos os respondentes. n = respondentes para 2026. Fiscais têm horizonte até 2035, aqui até 2030.60
    Macro · 61

    Focus · Setor externo e fiscal

    Mediana do mercado por ano de referência. Δ = variação da mediana de 2026 em pontos.

    Indicador2026Δ 4 semΔ 3 m2027202820292030n
    Balança comercial — ExportaçõesUS$ bi373,1+0,30+7,90374,3386,2392,0392,840
    Balança comercial — ImportaçõesUS$ bi294,6+2,60+5,03295,0305,0312,3320,040
    Balança comercial — SaldoUS$ bi77,0-1,00+0,8079,078,079,277,840
    Conta correnteUS$ bi-60,00,00+0,25-59,3-62,7-62,0-62,039
    Investimento direto no paísUS$ bi80,0+0,27+5,0079,080,080,080,039
    Resultado primário% PIB-0,4+0,09+0,09-0,4-0,3-0,1-0,061
    Resultado nominal% PIB-8,9-0,12-0,20-8,5-7,9-7,5-7,354
    Dívida líquida do setor público% PIB70,0+0,10+0,1873,876,479,181,356
    Dívida bruta do governo geral% PIB83,4+0,18+0,0487,390,492,995,161
    BCB Focus de 2026-09-25, todos os respondentes. n = respondentes para 2026. Fiscais têm horizonte até 2035, aqui até 2030.61
    Macro · 62

    Focus · dispersão do consenso

    Quanto os respondentes discordam: faixa entre a projeção mais baixa e a mais alta, com mediana e média.

    MedianaMédiaMínimo–máximo dos respondentes
    IPCA 20264,245,90%4,99%n=144IPCA 20273,176,00%4,31%n=144Selic 202613,0014,00%13,50%n=138Selic 20279,7514,00%12,00%n=137PIB Total 20261,62,3%1,9%n=106PIB Total 20270,72,4%1,4%n=106Câmbio 20264,805,455,20n=110Câmbio 20274,705,685,28n=110Taxa de desocupação 20264,76,0%5,3%n=72Taxa de desocupação 20274,77,0%5,8%n=69
    BCB Focus de 2026-09-25. Cada linha tem escala própria.62
    Macro · 63

    Focus · trajetória mensal

    Os próximos 24 meses como o mercado os vê, mês a mês.

    IPCA mensal: realizado (cinza, IBGE) e esperado (azul, Focus), % ao mês-0,500,000,5010/250,090,1812/250,330,3302/260,700,8804/260,670,5806/260,160,0708/26-0,320,8209/260,560,3311/260,350,5601/270,460,6603/270,400,4305/270,310,2307/270,220,1409/270,290,3311/270,280,4801/280,390,5403/280,350,3605/280,280,2107/280,200,1509/280,29
    Câmbio esperado por mês (R$/US$)5,155,205,255,30202720285,28
    Taxa de desocupação esperada por mês (%)5,56,0202720286,0%
    BCB Focus de 2026-09-25 (ExpectativaMercadoMensais) e SGS 433 para o realizado. Aberturas mensais do IPCA e IGP-M ficam em data/macro.json.63
    Macro · 64

    Focus · trajetória trimestral

    Oito trimestres à frente.

    PIB: variação esperada contra o mesmo trimestre do ano anterior (%)0,00,51,01,53T261,84T261,81T271,42T271,43T271,44T271,51T281,82T281,8
    IPCA esperado no trimestre (%)0,000,501,001,503T260,314T261,241T271,542T270,973T270,664T271,081T281,302T280,85
    Taxa de desocupação esperada (%)0,02,04,06,03T265,34T265,31T276,12T275,83T275,84T275,8
    Câmbio esperado no fim do trimestre (R$/US$)0,002,004,003T265,144T265,181T275,202T275,203T275,234T275,271T285,282T285,29
    BCB Focus de 2026-09-25 (ExpectativasMercadoTrimestrais). Aberturas trimestrais do IPCA em data/macro.json.64
    Macro · 65

    Focus · inflação 12 e 24 meses à frente

    A âncora de curto e médio prazo: o que o mercado espera de inflação acumulada nos próximos 12 e 24 meses.

    12 meses à frente24 meses à frente
    IPCA esperado nos próximos 12 meses: média e faixa mín–máx (suavizado, % a.a.)2,004,006,008,00202220232024202520264,65%
    IPCA esperado nos próximos 24 meses2,004,006,00202220232024202520263,94%
    Abertura12m24mn
    IPCA4,65%3,93%134
    IPCA Livres4,73%3,99%85
    IPCA Administrados4,34%3,66%90
    IPCA Serviços5,16%4,78%84
    IPCA Bens industrializados2,68%2,76%84
    IPCA Alimentação no domicílio7,01%4,33%84
    IGP-M4,70%—63
    BCB Focus, séries suavizadas desde 2021-01. Tabela: última leitura por abertura.65
    Macro · 66

    Focus vs inflação implícita

    O que o economista responde ao Focus contra o que o mercado paga na curva: a implícita de 2 anos carrega prêmio de risco e sazonalidade, por isso costuma correr acima do Focus 24 meses; o prêmio abrindo ou fechando é o sinal.

    Focus 12 mFocus 24 mimplícita 2 anos (pré 2a vs IPCA+ 2a)
    IPCA esperado: Focus 12 e 24 meses (média) contra a inflação implícita de 2 anos na curva (% a.a.)4,006,0020222023202420252026meta 3%4,65%3,94%4,16%
    Prêmio: implícita 2 anos menos Focus 24 meses (p.p.)0,002,002023202420252026zero0,42 p.p.
    SérieÚltimoMédia 12 mMín. desde 2021Máx.
    Focus 12 m4,65%4,14%3,32%6,08%
    Focus 24 m3,94%3,89%2,82%4,55%
    Implícita 2 a4,16%4,15%3,40%7,38%
    Prêmio (impl. − Focus 24 m)0,42 p.p.0,25 p.p.-0,60 p.p.3,25 p.p.
    BCB Focus (12 e 24 meses à frente, suavizado, média dos respondentes). Implícita: Tesouro Direto, vencimento constante de 2 anos, (1 + pré)/(1 + IPCA+) − 1 (fontes/curva.py). Séries desde 2021.66
    Macro · 67

    Focus · dívida bruta e líquida

    Como o mercado revisa a trajetória fiscal: a expectativa de dívida para cada ano de referência, ao longo do tempo, contra o realizado.

    realizado (mensal)Focus 2025Focus 2026Focus 2027Focus 2028Focus 2029Focus 2030
    Dívida bruta do governo geral (% do PIB)60,080,0100,020092012201520182021202495,1%92,9%90,4%87,3%83,4%82,9%79,5%
    Dívida líquida do setor público (% do PIB)40,060,080,020102012201420162018202020222024202681,3%79,1%76,4%73,8%70,0%69,3%66,0%

    Dívida bruta do governo geral · realizado 08/26: 82,9%

    Ano ref.FocusΔ 4 semΔ 3 mΔ 12 m
    202579,5%0,0 p.p.-0,2 p.p.-2,2 p.p.
    202683,4%+0,2 p.p.0,0 p.p.-0,6 p.p.
    202787,3%+0,1 p.p.+0,3 p.p.0,0 p.p.
    202890,4%+0,3 p.p.+0,4 p.p.+1,0 p.p.
    202992,9%+0,4 p.p.+0,7 p.p.+1,9 p.p.
    203095,1%+0,1 p.p.+1,0 p.p.+3,0 p.p.

    Dívida líquida do setor público · realizado 08/26: 69,3%

    Ano ref.FocusΔ 4 semΔ 3 mΔ 12 m
    202566,0%0,0 p.p.+0,2 p.p.-0,4 p.p.
    202670,0%+0,1 p.p.+0,2 p.p.-0,1 p.p.
    202773,8%+0,2 p.p.+0,4 p.p.-0,1 p.p.
    202876,4%0,0 p.p.+0,1 p.p.+0,4 p.p.
    202979,1%+0,1 p.p.+0,1 p.p.+0,5 p.p.
    203081,3%+0,1 p.p.+0,1 p.p.+1,1 p.p.
    BCB Focus (ExpectativasMercadoAnuais, mediana, todos os respondentes; fiscais têm horizonte até 2035) e SGS 13762 (DBGG) / 4513 (DLSP), % do PIB, mensal.67
    Macro · 68

    Dinâmica da dívida · r − g

    Com o juro médio da dívida (r) acima do crescimento nominal do PIB (g), a dívida sobe sozinha; o primário que a estabiliza é d × (r − g)/(1 + g). A distância entre a linha tracejada e o primário efetivo é o esforço fiscal que falta.

    r · juro implícito (08/26)
    11,5%
    12 meses antes: 10,3%
    g · PIB nominal
    7,2%
    12 meses antes: 8,2%
    r − g
    +4,3 p.p.
    positivo: a dívida cresce sozinha sem primário
    Primário efetivo
    -0,6% PIB
    12 meses, setor público consolidado
    Primário que estabiliza
    +3,3% PIB
    falta 3,9 p.p. do PIB
    Dívida bruta
    82,9% PIB
    +5,6 p.p. em 12 meses
    r · juro implícitog · PIB nominalprimário efetivoprimário que estabiliza (tracejado)
    r × g (% a.a.) e resultado primário (% do PIB, 12 meses): efetivo × o que estabiliza a dívida-10,00,010,020,0200920112013201520172019202120232025011,5%7,2%3,3%-0,6%
    Dívida bruta do governo geral (% do PIB)60,080,020102013201620192022202582,9%
    BCB SGS: 13761/13762 (dívida bruta do governo geral, R$ e % do PIB, metodologia 2008), 4382 (PIB 12 meses, R$ correntes), 5727 e 5793 (NFSP nominal e primário do setor público consolidado, 12 meses, % do PIB). r = (NFSP nominal − primário) × PIB ÷ dívida bruta média de 12 meses: juros do setor público consolidado (inclui swaps do BC) sobre a dívida bruta, aproximação do custo médio, não a taxa implícita oficial. Série desde dez/2007.68
    Macro · 69

    Focus · Top 5 contra o mercado

    As cinco instituições que mais acertaram, por prazo, contra a mediana de todos. O número pequeno é a diferença.

    IndicadorMercadoTop 5 curtoTop 5 médioTop 5 longo
    IPCA20264,995,05 +0,065,20 +0,214,89 -0,10
    IPCA20274,314,47 +0,164,64 +0,333,95 -0,36
    Selic202613,5013,25 -0,25— 13,62 +0,12
    Selic202712,0012,00 0,00— 12,12 +0,12
    PIB Total20261,9— 1,8 -0,061,9 +0,04
    PIB Total20271,4— 1,5 +0,061,8 +0,41
    Câmbio20265,20— 5,20 +0,005,16 -0,04
    Câmbio20275,28— 5,11 -0,175,20 -0,08
    Taxa de desocupação20265,3— 5,5 +0,225,0 -0,30
    Taxa de desocupação20275,8— 6,1 +0,305,2 -0,60
    ReuniãoMercadoTop 5 curtoTop 5 longo
    R7/202613,5013,5013,75
    R8/202613,5013,2513,62
    R1/202713,5013,2513,62
    R2/202713,2513,2513,50
    R3/202713,0013,0013,25
    R4/202713,0012,7512,88
    R5/202712,5012,5012,62
    R6/202712,5012,2512,38
    BCB Focus de 2026-09-25 (Top5Anuais e Top5Selic). Ranking do próprio BCB por acurácia de curto, médio e longo prazo.69
    Macro · 70

    BCB · cenário de referência

    A trajetória de inflação que o Copom projeta e as premissas por trás dela.

    IPCA acumulado em 4 trimestres, cenário de referência do Copom (cinza = efetivo, azul = projeção), %0,02,04,03T255,24T254,31T264,12T264,63T264,44T265,21T274,92T274,53T274,54T273,91T283,22T283,13T283,14T283,11T293,1

    O que o Copom diz

    • Horizonte relevante (1T28) projetado em 3,2%, estável contra junho; trajetória até lá mais alta.
    • Expectativas desancoradas: Focus 2027 subiu de 4,10% para 4,30% e 2028 de 3,68% para 3,80%; 2029 e 2030 em 3,50%, acima da meta de 3%.
    • Hiato positivo (+0,4% no 3T26) caindo a −0,4% no 1T28. Desocupação em 5,4% dessazonalizada, Nuci 82,9%.
    • Selic real ex-ante cai do pico de 9,6% (3T25) para 6,5% no fim do horizonte, sempre acima do neutro de 5,0%.
    • El Niño mais forte e longo (RONI 2,7 °C no 4T26): pressiona 2026-27, devolve em 2028. Bandeira amarela até dezembro. Brent US$ 90 no 3T26, ~84 no 2T27.
    • Surpresa baixista de −0,90 p.p. no IPCA de junho a agosto (Itaipu −0,34 p.p., bandeira −0,32 p.p.); curto prazo: 5,21% em 12 meses em dezembro.
    BCB, Relatório de Política Monetária de setembro de 2026 (data de corte 11/09/2026).70
    Macro · 71

    BCB vs Focus

    Cenário de referência do Copom (Selic do Focus, câmbio pela PPC) contra a mediana do mercado. Diferença em pontos.

    IndicadorBCBFocusBCB − FocusPremissa / observação
    IPCA2026 (4T26, acum. 4 tri)5,2%5,0%+0,21Recua a 4,4% no 3T26 e volta a 5,2% por clima e petróleo; dois trimestres acima do teto de 4,5%.
    IPCA2027 (4T27)3,9%4,3%-0,41BCB abaixo do mercado: espera devolução dos choques. Livres 4,1% vs Focus 4,48%; administrados 3,5% vs 3,85%.
    IPCA1T28, horizonte relevante3,2%3,8%-0,60Estável vs junho. Focus é o ano-calendário 2028.
    IPCA2028 (4T28)3,1%3,8%-0,70Prob. de estourar o teto: 90% em 2026 (era 79%), 33% em 2027, 16% em 2028.
    Selic (premissa)fim de 202613,75%13,50%+0,25Trajetória do Focus na data de corte; o Focus de 18/09 já antecipou um corte para dezembro.
    Selic (premissa)fim de 2027 · 2028 · 202912,00%12,00%0,0012,00% · 10,50% · 10,00%. Neutro real 5,0%; Selic real ex-ante de 9,6% (3T25) para 6,5%.
    Câmbio (premissa)ponto de partida, PPC5,155,20-0,05R$ 5,15/US$ (junho: 5,10), depois paridade do poder de compra (+1 p.p. a.a.).
    PIB20261,8%1,9%-0,06De 2,0%. Consumo das famílias 1,2% (era 2,1%), FBCF 2,0%, transformação −0,5%, agro 2,8%.
    PIB20271,4%1,4%-0,01Primeira projeção: consumo 1,4%, FBCF 1,5%, agro 0,5% (El Niño), indústria 1,3%, serviços 1,5%.
    Conta corrente2026 · 2027-60 US$ bi-600,00−US$ 60 bi (2,3% do PIB) em 2026 e −US$ 55 bi (2,0%) em 2027.
    Balança comercial2026 · 202775 US$ bi77-2,00US$ 75 bi (era 78) e US$ 77 bi; exportações 384 → 395, importações 308 → 319.
    IDP2026 · 202775 US$ bi80-5,00US$ 75 bi nos dois anos (2,7% do PIB).
    BCB, Relatório de Política Monetária de setembro de 2026 (data de corte 11/09/2026) · set/2026. Focus de 2026-09-25.71
    Macro · 72

    BCB · crédito e balanço de riscos

    Ciclo de calibração: −0,25 p.p. em junho, agosto e setembro, Selic em 13,75%. Riscos 'mais elevados que o usual, com assimetria altista'; a magnitude total do ciclo 'será estabelecida à luz de novas informações'; cenário 'demanda serenidade e cautela'. Sem sinal de pausa nem de aceleração.

    Crédito: variação do saldo em 12 meses (%)

    Carteira2025jul/26 (12m)2026 proj.2027 proj.
    Total10,4%9,5%9,1%8,8%
    Livres8,7%7,0%7,2%7,8%
    Livres PF13,5%10,8%9,0%9,0%
    Livres PJ2,2%1,4%4,5%6,0%
    Direcionados12,8%12,8%11,7%10,0%
    Total PF11,9%10,8%9,7%9,4%
    Total PJ8,1%7,4%8,2%7,7%

    Balanço de riscos: assimetria altista

    Alta
    • Desancoragem prolongada das expectativas (2028 de 3,69% para 3,80%; 2029 em 3,5%).
    • Serviços resilientes por hiato mais positivo do que o estimado.
    • Câmbio persistentemente depreciado por tarifas dos EUA, Fed e fiscal doméstico.
    • Estímulos à demanda com atividade acima do potencial, enfraquecendo a transmissão.
    Baixa
    • Desaceleração doméstica mais forte que a projetada.
    • Desaceleração global por choque de comércio, com cortes do Fed e real mais forte.
    • Queda dos preços de commodities.
    BCB, Relatório de Política Monetária de setembro de 2026 (data de corte 11/09/2026): boxe de crédito e seção 2.3.72
    Macro · 77

    Assertividade do Focus · resumo

    Quanto o Focus erra por horizonte, para onde erra, e com que frequência o realizado cai dentro da faixa de todos os respondentes. Anos 2002–2025.

    Indicador24 m18 m12 m9 m6 m3 m1 mfim
    IPCAerro abs. médio (p.p.)1,951,821,541,451,190,760,290,09
    IPCAviés (p.p.)-1,51-1,34-0,88-0,57-0,47-0,51-0,17-0,05
    IPCAdentro da faixa (% dos anos)57%61%67%54%54%58%71%92%
    Selicerro abs. médio (p.p.)3,563,432,401,771,250,570,160,02
    Selicviés (p.p.)-1,24-1,07-0,48-0,38-0,23-0,35-0,16-0,02
    Selicdentro da faixa (% dos anos)48%39%33%58%58%83%100%100%
    PIB Totalerro abs. médio (p.p.)2,22,01,61,20,80,50,50,5
    PIB Totalviés (p.p.)+0,7+0,5+0,1-0,3-0,5-0,4-0,5-0,5
    PIB Totaldentro da faixa (% dos anos)35%48%54%58%67%75%54%46%
    Câmbioerro abs. médio (R$)0,710,540,540,440,310,170,100,04
    Câmbioviés (R$)-0,19-0,19-0,06-0,09-0,12-0,08-0,02+0,01
    Câmbiodentro da faixa (% dos anos)39%43%50%50%58%75%88%96%
    BCB Focus e SGS. Erro = mediana − realizado; viés positivo = Focus projetou acima do que ocorreu. IPCA e PIB em p.p., Selic em p.p., câmbio em R$.77
    Macro · 73

    Assertividade do Focus · IPCA

    Erro = mediana do Focus − realizado, em p.p.. Quanto antes do fim do ano, maior o erro; a sombra mostra o tamanho típico. Amostra 2002–2025.

    um ano por linha±erro abs. médioviés2025
    IPCA: mediana do Focus − realizado (p.p.), por mês antes do fim do ano-5,000,0036 m antes30 m antes24 m antes18 m antes12 m antes6 m antesfim do ano2025
    AnoRealizado24 m12 m6 m3 mfim
    20146,41-0,91-0,44+0,04-0,10-0,03
    201510,67-5,17-4,11-1,65-1,18+0,05
    20166,29-0,59+0,58+0,98+0,94+0,09
    20172,95+2,25+1,92+0,510,00-0,17
    20183,75+0,75+0,21+0,28+0,55-0,06
    20194,31-0,06-0,30-0,51-0,88-0,22
    20204,52-0,52-0,91-2,89-2,46-0,14
    202110,06-6,31-6,74-4,05-1,57-0,05
    20225,78-2,28-0,75+2,18-0,04-0,16
    20234,62-1,21+0,69+0,36+0,24-0,16
    20244,83-1,18-0,93-0,82-0,47+0,06
    20254,26-0,76+0,73+0,93+0,55+0,05
    Erro abs. médio2002–20251,951,541,190,760,09
    Viés (média do erro)2002–2025-1,51-0,88-0,47-0,51-0,05
    Realizado dentro da faixa mín–máx2002–202557%67%54%58%92%
    BCB Focus (Olinda, série diária por ano de referência) e SGS 433 para o realizado. Tabela: últimos 12 anos; métricas da amostra completa.73
    Macro · 74

    Assertividade do Focus · Selic

    Erro = mediana do Focus − realizado, em p.p.. Quanto antes do fim do ano, maior o erro; a sombra mostra o tamanho típico. Amostra 2002–2025.

    um ano por linha±erro abs. médioviés2025
    Selic: mediana do Focus − realizado (p.p.), por mês antes do fim do ano-10,00-5,000,005,0036 m antes30 m antes24 m antes18 m antes12 m antes6 m antesfim do ano2025
    AnoRealizado24 m12 m6 m3 mfim
    201411,75-3,50-1,25-0,75-0,75-0,25
    201514,25-3,00-1,75+0,250,000,00
    201613,75-2,25+1,50-0,500,000,00
    20177,00+5,50+3,25+1,500,000,00
    20186,50+3,25+0,250,000,000,00
    20194,50+3,75+2,63+1,00+0,250,00
    20202,00+6,00+2,500,000,000,00
    20219,25-2,75-6,25-2,75-1,000,00
    202213,75-9,25-2,250,000,000,00
    202311,75-3,75+0,50+0,250,000,00
    202412,25-3,25-3,25-1,75-0,50-0,25
    202515,00-6,50-0,250,000,000,00
    Erro abs. médio2002–20253,562,401,250,570,02
    Viés (média do erro)2002–2025-1,24-0,48-0,23-0,35-0,02
    Realizado dentro da faixa mín–máx2002–202548%33%58%83%100%
    BCB Focus (Olinda, série diária por ano de referência) e SGS 432 para o realizado. Tabela: últimos 12 anos; métricas da amostra completa.74
    Macro · 75

    Assertividade do Focus · PIB Total

    Erro = mediana do Focus − realizado, em p.p.. Quanto antes do fim do ano, maior o erro; a sombra mostra o tamanho típico. Amostra 2002–2025.

    um ano por linha±erro abs. médioviés2025
    PIB Total: mediana do Focus − realizado (p.p.), por mês antes do fim do ano0,05,036 m antes30 m antes24 m antes18 m antes12 m antes6 m antesfim do ano2025
    AnoRealizado24 m12 m6 m3 mfim
    20140,5+3,3+1,5+0,6-0,2-0,3
    2015-3,5+6,0+4,0+2,0+0,7-0,2
    2016-3,3+5,1+0,3-0,1+0,1-0,2
    20171,3-0,3-0,8-0,9-0,6-0,3
    20181,8+0,5+0,9-0,2-0,4-0,5
    20191,2+1,6+1,3-0,4-0,3-0,1
    2020-3,3+5,8+5,6-3,3-1,7-1,1
    20214,8-2,3-1,4+0,4+0,3-0,3
    20223,0-0,5-2,7-1,5-0,3+0,0
    20233,2-1,4-2,4-1,1-0,3-0,3
    20243,4-1,9-1,9-1,3-0,4+0,1
    20252,3-0,3-0,3-0,1-0,1-0,0
    Erro abs. médio2002–20252,21,60,80,50,5
    Viés (média do erro)2002–2025+0,7+0,1-0,5-0,4-0,5
    Realizado dentro da faixa mín–máx2002–202535%54%67%75%46%
    BCB Focus (Olinda, série diária por ano de referência) e SGS 7326 para o realizado. Tabela: últimos 12 anos; métricas da amostra completa.75
    Macro · 76

    Assertividade do Focus · Câmbio

    Erro = mediana do Focus − realizado, em R$. Quanto antes do fim do ano, maior o erro; a sombra mostra o tamanho típico. Amostra 2002–2025.

    um ano por linha±erro abs. médioviés2025
    Câmbio: mediana do Focus − realizado (R$), por mês antes do fim do ano-2,00-1,000,001,0036 m antes30 m antes24 m antes18 m antes12 m antes6 m antesfim do ano2025
    AnoRealizado24 m12 m6 m3 mfim
    20142,66-0,61-0,21-0,26-0,26-0,01
    20153,90-1,45-1,10-0,68+0,08-0,00
    20163,26-0,46+0,95+0,20-0,01+0,09
    20173,31+0,89+0,17+0,04-0,15-0,01
    20183,87-0,37-0,53-0,17+0,02-0,02
    20194,03-0,63-0,23-0,23-0,03+0,07
    20205,20-1,40-1,11+0,00+0,05-0,05
    20215,58-1,58-0,58-0,50-0,38+0,07
    20225,22-0,32+0,38-0,13-0,02+0,03
    20234,84+0,56+0,43+0,16+0,11+0,06
    20246,19-0,93-1,19-0,99-0,79-0,14
    20255,50-0,47+0,49+0,20-0,05-0,05
    Erro abs. médio2002–20250,710,540,310,170,04
    Viés (média do erro)2002–2025-0,19-0,06-0,12-0,08+0,01
    Realizado dentro da faixa mín–máx2002–202539%50%58%75%96%
    BCB Focus (Olinda, série diária por ano de referência) e SGS 1 para o realizado. Tabela: últimos 12 anos; métricas da amostra completa.76
    Macro · 78

    Trajetória esperada da Selic

    Mediana do Focus por reunião do Copom. Cada degrau é uma decisão esperada.

    10,0012,0014,00Selic meta hoje 13,75%R7/202613,50R8/2026R1/2027R2/202713,25R3/202713,00R4/2027R5/202712,50R6/2027R7/202712,25R8/202712,00R1/202811,75R2/202811,50R3/202811,25R4/202811,00R5/2028R6/202810,50
    BCB Olinda, ExpectativasMercadoSelic. Linha cinza: Selic meta vigente.78
    Macro · 79

    Juro real

    Curva das NTN-B hoje e o histórico completo do vencimento 2035.

    Curva NTN-B em 2026-09-24 (taxa real, % a.a.)7,07,5202920322037204020452050205520607,507,687,667,607,537,397,357,297,237,22
    NTN-B 2035: juro real, histórico completo4,006,008,0020082010201220142016201820202022202420266,82%
    Tesouro Transparente, taxa de compra da manhã do Tesouro Direto.79
    Macro · 80

    Ibov = Lucro ÷ (Ke − g)

    Com o P/L à frente e o juro real observados, o que sobra é o (Ke − g) implícito.

    Ibov = Lucro ÷ (Ke − g)
    P/L Ibov 12m à frente
    9,5x
    lucro BTG Stock Guide, agregado · ver valuation
    Earnings yield (1/P/L)
    10,5%
    lucro ÷ preço, nominal
    NTN-B 2035 (juro real)
    6,82%
    Tesouro Direto 2026-09-24
    EY − NTN-B
    3,7 pp
    prêmio implícito aproximado (EY nominal vs juro real)

    Modelo do esboço: Ibov = Lucro ÷ (Ke − g). Com P/L à frente e juro real observados, o que sobra é (Ke − g) implícito = earnings yield. O P/L vem do lucro das casas (BTG Stock Guide) agregado pela carteira; a série diária está no slide de valuation.

    P/L do Ibov: config.IBOV_PE_FWD (manual) > ponte Bloomberg > lucro do BTG Stock Guide agregado pela carteira teórica.80
    Macro · 81

    Câmbio, petróleo e volatilidade

    USD/BRL, Brent e VIX, série completa. O seletor estreita a janela.

    USD/BRL (série completa)2,004,006,0020062009201220152018202120245,02
    Brent (US$) (série completa)50100150200920112013201520172019202120232025109
    VIX (série completa)25,0050,0075,0019941998200220062010201420182022202617,50
    Treasury 10a (%) (série completa)0510151976198219881994200020062012201820245
    Yahoo Finance, fechamentos diários.81
    Macro · 82

    Atividade, inflação e crédito

    Séries completas do SGS para a janela configurada.

    IBC-Br (índice dessazonalizado)90,0100,0110,0201520172019202120232025110,4
    Saldo de crédito total (R$ bi)4.0006.000201520172019202120232025R$ 7.398 bi
    CAGED: estoque de empregos formais (mi)40,0045,00202020212022202320242025202648,24 mi
    IPCA acumulado 12 meses (%)5,0010,00201720192021202320254,58%
    BCB SGS: 24364, 20539, 28763, 433.82
    Macro · 83

    Movimentos recentes

    Papéis avulsos e cobertura. 5 e 20 dias contra o fechamento de 5 e 20 pregões atrás.

    PapelPreçoDia5 dias20 diasHora
    ENEV332,25+2,7%+2,9%+15,3%12:40
    PRIO369,76-1,7%+4,5%+14,3%12:40
    NVDA217,46+0,2%-4,8%-5,0%12:55
    NU15,30+5,5%-1,8%+8,1%12:55
    RDOR3 (cobertura)44,39+2,4%-3,0%+19,2%14:45
    SAUD3 (cobertura)15,48+2,8%-1,5%+6,5%14:45
    Sem fonte automática ainda: CDS Brasil (ponte Bloomberg), minério de ferro (TIO=F inconsistente), carteiras recomendadas e podcasts (curadoria manual).83
    Setorial · 84

    Setorial × Macro · Wrap-up × Consenso

    Entra depois da camada Micro.

    Camada ainda não construída. Desenho do esboço: para cada setor coberto, como o cenário macro bate nos drivers e onde a casa diverge do consenso.

    84
    Cobertura · 85

    Universo coberto

    Preço intraday sobre histórico B3. P/L = preço ÷ lucro por ação estimado. Δ = minha estimativa de lucro 2026 contra o consenso.

    EmpresaPreçoDiaAno*P/E 12mP/L 2026 meucons.P/L 2027 meucons.Δ lucro 2026Upside meucons.
    RDOR3Rede D'Or R$ 44,39+2,4%+9,3% 17,2x —20,2x—16,6x ——+11,6%
    SAUD3Bradsaúde R$ 15,48+2,8%-2,8% 8,8x —10,2x—9,1x ——+16,7%
    * Ano = desde o 1º pregão do ano; série iniciada este ano (SAUD3) = desde a listagem. P/E 12m: lucro 2026 e 2027 do BTG Stock Guide mais recente (diário) interpolados por dias até 31/12, com o preço de tela. Minha estimativa: estimativas/minhas.csv ou aba E-A do modelo. Consenso: Bloomberg (ponte) > Yahoo.85
    RDOR3 · 86

    RDOR3 · preço

    Rede D'Or São Luiz S.A. · CVM 24821 · 2.240,3 mi ações. Fechamento B3 desde 2020-12, último ponto intraday.

    RDOR3 · preço (14:45, atraso ~15 min)
    R$ 44,39
    +2,4% no dia · 43,70–44,98
    No ano / 12 meses
    +9,3%
    +8,1% em 12m · 52s 32,27–48,41
    P/L 2026 · minha / consenso
    — / 20,2x
    2027: — / 16,6x
    Alvo · minha / consenso
    — / 49,55
    — / +11,6% de upside
    Consenso
    8
    analistas · fonte yahoo · 2026-10-20
    preço
    20,0040,0060,0080,00202120222023202420252026alvo consenso R$ 49,55R$ 44,39
    Série não ajustada por proventos. Linhas horizontais: preço-alvo meu e do consenso.86
    RDOR3 · 87

    RDOR3 · eu vs consenso

    Um gráfico por métrica, barras lado a lado por ano fiscal (R$ milhões). Abaixo, cada coleta acrescenta um ponto ao consenso e cada versão do modelo, um ponto meu.

    Minha estimativaConsenso
    Lucro líquido (R$ mi)02.0004.0006.000—4.9182026—6.0082027
    Receita líquida (R$ mi)020.00040.00060.000—60.8542026—66.8722027

    Sem estimativa minha para RDOR3: preencha estimativas/minhas.csv (ou aponte o modelo Excel em config.UNIVERSO["RDOR3"]["modelo"]).

    Revisões ao longo do tempo

    Lucro 2026 (R$ mi)4.9254.9504.97510/264.918
    Lucro 2027 (R$ mi)6.02010/266.008
    Consenso Yahoo não traz EBITDA; Bloomberg traz. Prioridade Bloomberg > Yahoo.87
    RDOR3 · 88

    RDOR3 · estimativas

    Últimas estimativas por ano fiscal, R$ milhões e R$ por ação.

    AnoSérieReceitaEBITDALucroEPSAlvoDataFonte
    2026Consenso60.854—4.9182,2049,552026-10-20yahoo
    2027Consenso66.872—6.0082,6849,552026-10-20yahoo
    88
    SAUD3 · 89

    SAUD3 · preço

    Bradsaúde S.A. (Bradesco Saúde + Odontoprev) · CVM 20125 · 2.924,2 mi ações. Fechamento B3 desde 2026-05, último ponto intraday.

    SAUD3 · preço (14:45, atraso ~15 min)
    R$ 15,48
    +2,8% no dia · 15,15–15,64
    Desde 05/05/26 / 12 meses
    -2,8%
    — em 12m (série curta) · 52s 10,39–16,57
    P/L 2026 · minha / consenso
    — / 10,2x
    2027: — / 9,1x
    Alvo · minha / consenso
    — / 18,06
    — / +16,7% de upside
    Consenso
    6
    analistas · fonte yahoo · 2026-10-20
    preço
    14,0016,0018,00junjulagosetoutalvo consenso R$ 18,06R$ 15,48
    Série não ajustada por proventos. Linhas horizontais: preço-alvo meu e do consenso.89
    SAUD3 · 90

    SAUD3 · eu vs consenso

    Um gráfico por métrica, barras lado a lado por ano fiscal (R$ milhões). Abaixo, cada coleta acrescenta um ponto ao consenso e cada versão do modelo, um ponto meu.

    Minha estimativaConsenso
    Lucro líquido (R$ mi)02.0004.000—4.4182026—4.9672027
    Receita líquida (R$ mi)020.00040.00060.000—53.4802026—60.7892027

    Sem estimativa minha para SAUD3: preencha estimativas/minhas.csv (ou aponte o modelo Excel em config.UNIVERSO["SAUD3"]["modelo"]).

    Revisões ao longo do tempo

    Lucro 2026 (R$ mi)4.4204.44010/264.418
    Lucro 2027 (R$ mi)4.9004.95010/264.967
    Consenso Yahoo não traz EBITDA; Bloomberg traz. Prioridade Bloomberg > Yahoo.90
    SAUD3 · 91

    SAUD3 · estimativas

    Últimas estimativas por ano fiscal, R$ milhões e R$ por ação.

    AnoSérieReceitaEBITDALucroEPSAlvoDataFonte
    2026Consenso53.480—4.4181,5118,062026-10-20yahoo
    2027Consenso60.789—4.9671,7018,062026-10-20yahoo
    91
    Fontes · 42

    Fontes e atualizações

    Macro, setores e empresas cobertas. Preço, minha estimativa e consenso. Atualizado em 2026-10-20, cotações às 14:45.

    Ibovespa
    207.610
    +1,2% no dia
    Selic meta
    13,75%
    Focus fim 2026: 13,50%
    NTN-B 2035
    6,82%
    juro real, 2026-09-24
    USD/BRL
    5,02
    Focus fim 2026: 5,20

    Atualizações

    FontePeriodicidadeÚltima coletaDado de
    Cotações (Yahoo)a cada hora10/20 12:5510/20
    Fechamento B3diário, 19h3010/20 12:4210/19
    Nº de ações (B3)diário10/20 12:46—
    NTN-B (Tesouro)diário10/20 12:4609/24
    Selic e PTAX (SGS)diário10/20 12:4610/20
    Consenso (Yahoo)diário10/20 12:55—
    Consenso (Bloomberg)sob demandanunca—
    Minhas estimativassob demanda10/20 12:55—
    Focus (BCB)semanal, segunda09/28 15:4409/25
    Focus, séries longassemanal09/28 15:44—
    SGS mensaismensal10/20 12:352026-09
    Realizado anual (SGS)mensal10/20 12:35—
    RPM (BCB)trimestral—set/2026

    Ponto verde = dentro do prazo; vermelho = falhou ou passou do limite da janela. Colunas: quando o coletor rodou e a data de referência do dado.